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Posts com a Tag Seleção francesa

terça-feira, 8 de setembro de 2009 Eliminatórias da Copa, Ex-jogadores | 20:37

Nada de clima ruim

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Zizou e as crianças: vale até uma imagem embargada (AP)

A coisa está para lá de feia na seleção francesa. Como se não bastasse o pééssimo empate contra a Romênia no sábado, tornou-se público um provável desentendimento entre os jogadores, na figura do capitão Thierry Henry, e o técnico Raymond Domenech. Um lado acusa falta de orientação do treinador, o outro aponta acomodação dos atletas (leia mais aqui). Mas o fato é que les Bleus têm de jogar para vencer a líder Sérvia em Belgrado amanhã, e isso não tem nada de especulativo.

Ou seja, como a quarta-feira promete fortes emoções aos franceses a partir das 16h de Brasília – o lance a lance do duelo acontecerá aqui – não vamos antecipar a tensão. Até porque o tempo aqui em São Paulo também está pééssimo… Fiquemos com uma auspiciosa notícia então: o saudoso Zinedine Zidane, que desta vez não pode salvar Domenech, deverá salvar o futuro de muitos jovens no sul da França. Zizou comandará um projeto social a partir da criação de um complexo esportivo em Milles, com o auxílio da Adidas. As obras devem ficar prontas em setembro de 2010 (leia mais).

Quem é craque de verdade não restringe seu talento às quatro linhas, e nos fornece um pouco de otimismo quando tudo parece nebuloso, seja em São Paulo ou em Paris…

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 10:50

Maus lençóis, azuis!

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Uma bonita imagem do triste gol contra (AFP)

Empatar com a Romênia em casa não era o que a França queria e precisava nas Eliminatórias. Ainda mais quando o único gol que você toma vem do pé de um dos seus próprios zagueiros – pobre Escudé -, anulando, de certa forma, a importância do oportunismo de Henry (leia mais sobre o jogo CLICANDO AQUI e confira a classificação dos grupos da Europa – o francês é o 7 – CLICANDO AQUI).

Como hoje é feriado e só volto amanhã, serei rápido e rasteiro: se os Bleus não vencerem a líder Sérvia na quarta, ficam impossibilitados de se classificarem em primeiro e terão, como única alternativa, segurar a vice-liderança para buscar a vaga para a Copa no mata-mata, desde que não seja o pior dos vices das nove chaves europeias. E aí, mon ami, haaja coração…

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sábado, 5 de setembro de 2009 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 06:02

Vale a vida nas Eliminatórias

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Siguinte, Ribérra: se não vencer pelo menos uma das próximas duas, a turma dança (AP)

A França tem pela frente a Romênia neste sábado, às 21 horas locais, por mais uma rodada do grupo 7 das Eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2010. Mas não se trata de só mais um jogo, o que para o grupo de Raymond Domenech não é novidade, já que a necessidade de somar pontos vem sendo uma constante desde o começo do ano.

O trio de arbitragem no Stade de France será croata, numa partida que interessa diretamente outra ex-república iugoslava, a Sérvia. Porque os franceses estão cinco pontos atrás dos sérvios, líderes da chave, que têm um jogo a mais. Porque se les Bleus vencerem, a diferença cai para dois pontos. Porque Sérvia x França é o jogaço de quarta-feira que vem, entre os dois maiores cotados para a liderança do grupo, que vale vaga direta na África do Sul – o segundo da chave terá que se matar em um mata-mata contra um outro segundo europeu.

Nas equipes prováveis para o prélio (como dizem os palmeirenses), é alentador saber que Adrian Mutu não joga do outro lado. A França deve alinhar com Lloris (ou Mandanda); Sagna, Gallas, Abidal (ou Escudé) e Evra; Lassana Diarra, Toulalan e Gourcuff; Anelka, Henry e Benzema (ou Gignac). A Romênia, com Coman; Maftei, Radoi, Chivu e Rat; Mara, Max Nicu, Ghioane e I. Apostol; Surdu e Marica.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 22:05

Um treino em fotos

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Clairefontaine-en-Yvelines é a Granja Comary da seleção francesa. Pertinho de Paris, recebe os Bleus quando os jogadores se preparam para amistosos e torneios em casa ou nos arredores, como está acontecendo na atual preparação para o jogo contra a Romênia, no sábado, pelas Eliminatórias da Copa, em Saint-Denis.

Pelas imagens do treino de hoje, o grupo está descontraído. Robert Duverne, preparador físico da seleção, introduziu atividade com bolas de rúgbi, para trabalhar a agilidade e velocidade dos atletas. Só espero que ninguém se confunda na hora em que a bola rolar e troque os pés pelas mãos… O único momento de preocupação foi quando Lloris se chocou com Diaby e teve de deixar a sessão mais cedo. O goleiro deve ser o titular tanto contra romenos quanto contra sérvios, na semana que vem. 

Veja algumas fotos (clique nelas para ampliar):

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009 Eliminatórias da Copa, Ex-jogadores, Seleção francesa | 20:26

Seleção multicultural

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Semana passada, o leitor Victor me perguntou quais e quantos jogadores se naturalizaram para defender a seleção francesa, e eu respondi que ia pesquisar, porque tinha uma ideia de que eram muitos. E realmente são, em consonância com os fatos de o país ter sido uma potência imperial, com várias colônias na África e Américas, e de atrair muitos imigrantes destas colônias que se transformaram em pequenas e menos desenvolvidas nações.

Se incluirmos ainda os atletas nascidos na França mas com pais estrangeiros, a lista cresce muito. São os casos de Zinedine Zidane, Karim Benzema e Samir Nasri, de origem argelina, e Hatem Ben Arfa, cuja família é tunisiana.

No elenco atual dos Bleus, composto por muitos afrofranceses, temos, entre outros, estes países-fontes: Costa do Marfim: Abou Diaby; Guadalupe: Thierry Henry e William Gallas; Guiné-Bissau: Bafétimbi Gomis; Mali: Alou e Lassana Diarra; Martinica: Nicolas Anelka; Senegal: Bacary Sagna. Há, é claro, naturalizados: Florent Malouda nasceu na Guiana Francesa, vizinha do Brasil; Patrice Evra é senegalês; Steve Mandanda, congolês, e Jean-Alain Boumsong é camaronês.

Vamos a um breve recorrido histórico dos naturalizados: o artilheiro da Copa da Suécia de 1958 (13 gols em 6 jogos!), Just Fontaine, nasceu no Marrocos. No grupo que chegou à semifinal do Mundial de 1982, estavam o zagueiro Marius Trésor, de Guadalupe (ilha da América Central), e o meio-campo Jean Tigana, vindo do Mali.

A geração do primeiro título mundial (1998) tinha o lateral-direito Lilian Thuram, outro de Guadalupe, e os volantes Patrick Vieira, de Senegal, Marcel Desailly, de Gana, e Christian Karembeu, da Nova Caledônia (colônia na Oceania). Na equipe vice-campeã do mundo em 2006, estava o volante Claude Makélélé, originário do antigo Zaire, atual República Democrática do Congo.

**FALANDO EM SELEÇÃO, Raymond Domenech convocou ontem 23 jogadores para os duríssimos confrontos contra Romênia (dia 5) e Sérvia (dia 9), pelas Eliminatórias. Vieira está fora e Ribéry dentro. Para ver os nomes, CLIQUEZ ICI.

Henry, o da coxa acariciada (ui!), participou da conquista
de hoje do Barcelona, supercampeão europeu (Reuters)

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009 Franceses no mundo | 23:09

São Paulo x Lyon? Coluna 1

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A última vez que recebeu o Lyon em casa, pelo Monaco, ele perdeu: 1 a 0

Acompanhante assíduo desta nau gaulesa, Filipe Frossard Papini* (merci, camarade!) pediu que eu falasse sobre o amistoso entre São Paulo e Lyon, previsto para acontecer no Morumbi, em outubro – parece que está para ser no dia 7 ou 8. O evento faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil. Mais do que reunir o heptacampeão francês e o hexacampeão brasileiro, é justo que Ricardo Gomes, o mais francês dos brasileiros em atividade por aqui, esteja envolvido!

Representante do OL, o ex-zagueiro Marcelo Djian (aquele do Curíntia e do Cruzeiro nos anos 90) disse que o visitante só não trará força máxima se houver jogadores com a seleção francesa (no dia 10/10, Les Bleus jogam a penúltima rodada das Eliminatórias contra as famigeradas Ilhas Faroe! Mas não se pode arriscar perder a vaga para a Copa, né?).

Mesmo que venha a maior parte dos titulares, acho que o favorito será o São Paulo, se tivesse que apostar hoje. Pode ser que o Tricolor não embale rumo a mais um título nacional, mas só a combinação viagem longa + fuso horário diferente + clima bem mais quente (será outubro) deve ser o suficiente para diminuir deveras o rendimento dos lioneses.

O interessante por trás do que rolar em campo é o interesse francês por alguns são-paulinos, com certeza um motivo para os comandados de Gomes correrem mais. Djian, responsável por indicar destaques brasileiros para o Lyon, admitiu que já o fez em relação a Dagoberto, Richarlyson e Miranda, em outras épocas. Hernanes foi observado este ano pela diretoria francesa, mas deu azar porque viveu uma fase sem brilho no primeiro semestre. Como parece que se recuperou, nunca se sabe o que pode surgir…

Apesar de ser um amistoso, o público deve ser bom, afinal não se enfrenta em casa um time europeu todo dia, e o jogo faz parte do pacote que o São Paulo lançou em seu novo carnê de ingressos para os torcedores. Para mim vai ser bão tamén, bien sûr, porque mais gente do que o usual deve passar por este blog por causa da partida, sobretudo… são-paulinos! (bravo, bravíssimo). Quando se vive escondido na net, qualquer boca se aproveita!

* Ah, Filipe, sobre o fato de Lloris ter deixado Mandanda no banco da França ontem, li que foi opção de Domenech mesmo, embora o técnico não veja diferença entre os dois (veja aqui). E acho que foi para você não criticar tanto o “professeur”…rs… De qualquer forma, temos que esperar um jogo com mais disputa para saber como o arqueiro do Lyon vai se sair, concorda?

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 15:01

Para o gasto e os três pontos

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André-Pierre Gignac foi um dos raros a se destacar na ilha dinamarquesa

Não foi apenas o Brasil que enfrentou um inusitado adversário nesta quarta. Se a pitoresca Tallinn, na Estônia, viu o desfile dos pentacampeões mundiais, a gloriosa Torshavn, nas Ilhas Faroe, recebeu a França, que também tinha toda a obrigação da vitória. Não só pelo abismo técnico-estrutural entre as seleções, mas porque no caso francês se tratava de compromisso pelas Eliminatórias Europeias para a Copa do Mundo e uma chance imperdível de diminuir a diferença de 8 pontos para a líder Sérvia, com dois jogos a mais.

Raymond Domenech começou a única partida do grupo 7 nesta quarta com Lloris, Sagna, Gallas, Escudé e Evra; Lassana Diarra, Toulalan e Gourcuff; Anelka, Gignac e Malouda. E a superiodade visitante se fez sentir na primeira etapa, na posse de bola e chances criadas de gols: foram 17 chutes a gol contra apenas 1 dos anfitriões! Mas nada de bola na rede…

Isso até o artilheiro do último Francês evitar dores de cabeça no treinador um pouco antes do intervalo: aos 42 minutos, Gignac recebeu do sempre perigoso Malouda dentro da área, girou e chutou no cantinho, para abrir o placar e fazer seu primeiro gol pelos Bleus. Sem poder contar com o novamente machucado Henry, Domenech encontrou, no jogador do Toulouse, um atacante com muita presença ofensiva na partida.

Aos 20 do 2º tempo, Ribéry, voltando de lesão, veio para o lugar de Malouda. O rápido ponteiro do Bayern de Munique mostrou estar recuperado, se movimentando bem. A França voltava a tocar a bola no ataque, mas Faroe se fechava bem, como se estivesse ganhando, afinal time pequeno até quando ataca tem que pensar em se defender… Gignac, Anelka e Gourcuff perdiam boas chances (inclusive houve um gol do girondino anulado acertadamente por impedimento), e, tirando um ataque ou outro dos donos da casa, Les Bleus não tiveram mais com o que se preocupar.

O magrinho 1 a 0, com a cara de Domenech, pode parecer frustrante pela goleada perfeitamente viável que se propunha. Mas os três pontos foram garantidos, e agora restam cinco para a Sérvia. Como ainda há um jogo a menos e o confronto direto entre líder e vice, matematicamente é possível alcançar o topo em caso de duas vitórias. A França pode continuar não convencendo, mas, se chegar à África do Sul, isso vai ser mero detalhe.

{ detalhes, comentários, números e lance a lance do jogo você encontra no tempo real da France Football }

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quinta-feira, 30 de abril de 2009 Extracampo, Franceses no mundo, Seleção francesa | 18:26

Um francês > dois brasileiros

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Longe de mim querer alimentar a discórdia, rivalidade e competição (não necessariamente nessa mesma ordem) entre brasileiros e franceses, ainda mais neste Ano da França no Brasil! Mas nem todo peladeiro francófono fica para trás na comparação com boleiros brazucas; há talentos indiscutíveis formados por lá, assim como queijos, vinhos e aquele delicioso fondue (é francês ao menos no biquinho) no inverno.

Franck Ribery é um exemplo contundente. Primeiro porque joga num time de primeiro escalão, o Bayern de Munique, o alemão com mais estrangeiros da Bundesliga (Marião que me corrija se for o caso). Joga e muito bem, marcando gols decisivos, assim como na seleção francesa – salvou os Bleus nas magras vitórias sobre a Lituânia, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, que evitaram uma catástrofe para o técnico Raymond Domenech e o orgulho gaulês (que não é dos menores, sabe-se…)

No futebol, beleza é fundamental o escambau! (foto AP)

Pois bem, o lindão do Riberra é querido por medalhões como Barcelona, Real Madrid (a nata da Espanha) e Internazionale (quase tetracampeã italiana). Aliás, a Inter de Milão estaria disposta até a incluir dois brasileiros no negócio com o Bayern, que quer muito (é óbvio) para vender o francês: o lateral-esquerdo Maxwell (ex-Cruzeiro e Ajax) e o meia Mancini (ex-Atlético Mineiro, onde foi lateral-direito, e Roma).

Se eu representasse o time germânico na parada, não me faria de rogado. “Quero Maxwell, Mancini e um atacante pra repor a posição, de preferência falando a língua do Luca Toni, acho que vocês têm, né?”

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