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quarta-feira, 2 de julho de 2014 Copa do Mundo, Seleção francesa | 18:53

Retrospecto contra Alemanha é favorável aos Bleus

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Se contarmos todas as vezes em que as seleções alemãs e francesas se enfrentaram, chegaremos a 25 duelos com 11 vitórias dos Bleus, 8 germânicas e 6 empates. :) A Nationalelf, no entanto, marcou um gol a mais: 42 a 41… :(

O último confronto foi em 6 de fevereiro do ano passado, relatado neste blog por este link: vitória visitante em amistoso no Stade de France, 2 a 1. Aliás, veja pela escalação anfitriã que o time de Deschamps era bem parecido com o que deve alinhar nesta sexta, às 13 horas de Brasília, pelas quartas de finais da Copa 2014.

Antes, eles se encontraram em 29 de fevereiro de 2012, com placar e mando inversos: 2 a 1 para a França na Alemanha! Mais do que o desempenho do time do então técnico Blanc, chamou a atenção da geral naquele jogo o beijão que Giroud tascou em Débuchy na comemoração de um dos gols… #argh!

-> Leia as últimas notícias da França na Copa na página do iG Esporte

Entretanto, por Copas do Mundo a vantagem é alemã em três encontros de alto nível. Em 1958, a decisão do terceiro lugar do Mundial na Suécia foi favorável aos franceses numa chuva de gols: 6 a 3, com quatro de Just Fontaine, maior artilheiro em uma única edição do torneio com 13 tentos! Mas em 1982 e 1986, época de Platini dando as cartas nos Bleus, foram duas semifinais com final feliz alemão. Na Copa da Espanha, um jogaço memorável acabou 5 a 4 nos pênaltis depois de 3 a 3 no tempo regulamentar + prorrogação! No México, foi 2 a 0. Curiosamente, em ambas as Copas os alemães acabaram voltando para casa como vice-campeões.

Pogba foi eleito o melhor em campo contra a Nigéria e é uma das armas de Deschamps nesta Copa

Pogba foi eleito o melhor em campo contra a Nigéria e é uma das armas de Deschamps nesta Copa

Desta vez, vamos torcer para que a dupla de zaga titular, Sakho e Varane, esteja recuperada e possa jogar depois de amanhã. Koscielny não passa a mesma confiança, e Mangala ainda não sentiu o que é jogar numa Copa. E que a repercussão da entrada dura de Matuidi sobre Onazi, que contundiu seriamente o nigeriano, não interfira nos nervos franceses nem no julgamento do árbitro argentino Nestor Pitana, escalado hoje.

A Argélia ficou perto de evitar esse duelo de campeões mundiais no Rio de Janeiro pelas 4as de finais, pelo que apresentou diante dos alemães. Se a Alemanha desperta mais temor, um confronto contra a seleção africana teria um tempero especial extracampo, pois os argelinos formam a maior comunidade estrangeira na França e têm influências nos Bleus de ontem e hoje (os pais de Zidane e Benzema são de lá, por exemplo) -> sobre isso, veja essa videorreportagem de João Castelo Branco, correspondente da ESPN, em Paris na última segunda-feira.

No twitter @obrunopessa, com a hashtag #leblogdufoot, tem mais informações e comentários meus sobre a França e a Copa ;)

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terça-feira, 1 de abril de 2014 Franceses no mundo | 14:56

Trezeguet ainda brilhando e Henry quase parando

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Henry pelos Red Bulls

Henry pelos Red Bulls

Trezeguet pelo Newell's

Trezeguet pelo Newell’s

Dois dos três maiores artilheiros da história da seleção francesa* vivem momentos distintos. Enquanto que David Trezeguet ainda se destaca, mesmo fora do eixo europeu, Thierry Henry caminha, ao que tudo indica, para os últimos momentos da carreira.

O primeiro, aos 36 anos, tem ajudado o Newell’s Old Boys tanto no Campeonato Argentino quanto na Copa Libertadores da América. Filho de argentinos, Trezeguet retornou ao país onde foi criado e começou no futebol, pelo Platense, antes de defender Monaco, Juventus, Hercules (ESP), Bani Yas (EAU) e River Plate.

Na liga nacional, onde o time está em 9º entre 20 participantes, soma 19 partidas e 7 gols. Na Liberta, em que o próprio David já demonstrou estar bem empolgado, colaborou para a importante vitória fora de casa contra o Nacional, no Uruguai, que colocou a equipe na liderança do Grupo 6, que também conta com o brasileiro Grêmio e o colombiano Nacional de Medellín.

Já o segundo, embora também tenha 36 anos, parece próximo de terminar sua fase no New York Red Bulls, dos Estados Unidos, onde chegou em 2010 após ter defendido Monaco, Juventus, Arsenal (onde se tornou o maior artilheiro de sempre e voltou a jogar por empréstimo em 2012) e Barcelona. A temporada da liga norte-americana está só no início (4 rodadas até aqui), mas a imprensa francesa já especula que o amistoso da equipe com o Arsenal, no dia 26 de julho, pode ser o último da carreira de Henry (por ser contra o clube do qual foi e ainda é ídolo, até que teria cara de despedida mesmo…). No início do ano passado, quando soube publicamente que o clube inglês não o aceitaria por mais um período de empréstimo em função de sua limitação física, ele já havia declarado que “se dava mais dois anos jogando como profissional”.

*Thierry Henry tem 51 gols, seguido por Michel Platini, com 41, e David Trezeguet, com 34.

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 Seleção francesa | 11:17

Convocados pra França x Holanda e vitórias do passado

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Atualizado às 13h38

Didier Deschamps anunciou hoje os nomes para o amistoso do dia 5 de março (quarta que vem), contra os Países Baixos no Stade de France, em Saint-Dennis.

As novidades são as estreias do lateral-esquerdo Lucas Digne, atualmente reserva no PSG, e do atacante Antoine Griezmann, destaque do espanhol Real Sociedad (tem 15 gols na liga nacional), que já cumpriu suspensão depois de ter sido punido por indisciplina na seleção de base, à época com outros colegas. Ambos os debutantes, porém, já fizeram bonito nas categorias juvenis dos Bleus, Les Espoirs, que foram campeões mundiais sub-20 ano passado.

Abidal, Nasri, Lacazette e Thauvin não foram chamados. O primeiro está gripado, não tendo treinado com o Monaco nesta quinta, e é dúvida para o compromisso do time de depois de amanhã, contra o Saint-Etienne, pelo Campeonato Francês. O terceiro vem bem com o Lyon na Ligue 1, sendo artilheiro do time, e concordo com quem o considera mais merecedor do que o Payet de estar na lista.

Layvin Kurzawa vem fazendo ótima temporada na lateral-esquerda do Monaco, como eu disse recentemente aqui, mas acabou sendo chamado para a seleção sub 21, justamente os Espoirs, que enfrentam Belarus pelas Eliminatórias da Eurocopa 2015 da categoria no dia 4.

É a última convocação programada antes do técnico chamar seus selecionados e pré-selecionados para vir à Copa, que no caso francês terá amistosos preparatórios antes do início do Mundial. Hora dos caras abaixo mostrarem o melhor trabalho possível!

La liste des Bleus

GARDIENS : Lloris (Tottenham/ANG), Mandanda (Marseille), Ruffier (St-Etienne)

DEFENSEURS : Debuchy (Newcastle/ANG), Evra (Manchester United/ANG), Koscielny (Arsenal/ANG), Sagna (Arsenal/ANG), Sakho (Liverpool/ANG), Varane (Real/ESP), Mangala (FC Porto/POR), Digne (PSG)

MILIEUX : Matuidi (PSG), Pogba (Juventus/ITA), Sissoko (Newcastle/ANG), Grenier (Lyon), Cabaye (PSG), Mavuba (Lille), Valbuena (Marseille)

ATTAQUANTS : Benzema (Real Madrid/ESP), Giroud (Arsenal/ANG), Payet (Marseille), Ribéry (Bayern Munich/ALL), Rémy (Newcastle/ANG), Griezmann (Real Sociedad/ESP)

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Plus
O site da FFF disponibilizou vídeos com duas vitórias bleus sobre os laranjas, que trazem curiosidades, confira:

18/11/1981 – 2 x 0 pelas Eliminatórias pra Copa de 1982, gols de Michel Platini e Didier Six no estádio Parc des Princes (a base daquele time chegaria à 4ª colocação no Mundial espanhol). A vitória foi 50% do que a seleção de Michel Hidalgo precisava para conquistar a vaga. Como os outros 50% eram vencer o Chipre em casa semanas depois, assim que acabou a partida contra os neerlandeses teve invasão de campo e festa generalizada…

26/02/19972 x 1 em amistoso, um ano antes da Copa de 1998, gols do meia Robert Pires e do atacante Patrick Loko pros Bleus, também no campo do PSG. Detalhe que nenhum dos dois goleadores da partida, assim como o então goleiro titular, Bernard Lama, compuseram o elenco campeão mundial em casa no ano seguinte…

-> Recomendo um texto de Andres Onrubia, colaborador do site Futbol desde Francia, sobre as opções (muitas, segundo ele) de Deschamps para a Copa.

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 Extracampo, Franceses no mundo | 18:11

Ribéry perde a Bola de Ouro 2013, mas foi justo

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Atualizado em 15/01

Brilha no Brasil que essa derrota na Suíça nem será sentida! (Photo: Fifa.com)

Brilha no Brasil que essa derrota na Suíça nem será sentida! (Photo: Fifa.com)

Embora tenha ganhado 41 de seus 45 jogos oficiais com o Bayern de Munique em 2013, e sido o principal jogador da seleção francesa na campanha das Eliminatórias pra Copa que culminou com o passaporte para o Brasil, Franck Ribéry não levou o principal prêmio individual do futebol pelo desempenho no ano passado.

O Scarface foi muito eficiente, mas quase todo o Bayern também foi. Já Cristiano Ronaldo foi mais brilhante, indefectível goleador tanto por Real Madrid quanto por Portugal, e mereceu o bicampeonato, destronando enfim a Lionel Messi.

Considerando a votação de cada um, no entanto, não é absurdo considerar que tenha havido “empate técnico tríplice”: CR7 27,99%, LM10 24,72%, FR7 23,36%! E levando-se em conta apenas os votos de jornalistas (técnicos e capitães das seleções também votaram), como acontecia na Bola de Ouro da France Football (leia mais a respeito no penúltimo parágrafo), Ribérra teria ganho!

A seleção de 2013 segundo a Fifa teve o camisa 7 do time alemão e dois jogadores gringos do PSG: Neuer, Dani Alves, Sergio Ramos, Thiago Silva e Lahm; Iniesta, Xavi, Ribéry e Messi; Cristiano Ronaldo e Ibrahimovic.

Ibra, aliás, faturou o Prêmio Puskas com o gol mais bonito do ano. EMBORA, não há como ignorar, tenha sido lembrado em 2014 com um prêmio referente a 2013 por um gol marcado ainda em 2012 (pela Suécia, contra a Inglaterra)…

FRANCESES NA HISTÓRIA

Zinedine Zidane segue sendo o único francês no rol de vencedores da Fifa: são três prêmios de Melhor do Mundo (1998, 2000 e 2003 – confira o histórico de ganhadores) e uma Bola de Ouro concedida pela France Football, em 1998. Na premiação concedida pela revista francesa, Kopa, Platini e Papin também tiveram o júbilo de levar o troféu para casa (acesse aqui a lista dos três primeiros desde 1956). Desde 2010, os prêmios foram unificados.

Henry chegou perto do prêmio Fifa algumas vezes entre 2000 e 2006, principalmente em 2003, quando, no Arsenal, foi derrotado apenas pelo tcheco Pavel Nedved, da Juventus (veja o top 10 de “quase” do prêmio).

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sábado, 21 de dezembro de 2013 Franceses no mundo | 20:24

Franck Ribéry eleito melhor jogador do Mundial de Clubes. E a Bola de Ouro?

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O francês comemora o primeiro gol do Munchen contra o Guangzhou, na semifinal no Marrocos (Photo: AP)

O francês comemora o primeiro gol do Munchen contra o Guangzhou, na semifinal no Marrocos (Photo: AP)

Principal jogador francês de futebol da atualidade, Ribérra papou o principal prêmio individual da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, hoje, no Marrocos, logo após seu imparável Bayern de Munique derrotar o surpreendente Raja Casablanca, algoz do Atlético Mineiro nas semifinais, e faturar o título de melhor equipe clubística do planeta.

Presidente da Uefa, Michael Platini esteve no estádio em Marrakech e participou da entrega das medalhas, cumprimentando seu compatriota FR7. Ele deve ser mais um que torce para o melhor jogador europeu segundo a entidade continental faturar também a Bola de Ouro da Fifa, dia 13 de janeiro próximo, naquela cerimônia de gala que acontecerá em Zurique, na Suíça.

Ribéry concorre com o tetracampeão Lionel Messi e o artilheiro da Europa na temporada, Cristiano Ronaldo, as figurinhas carimbadas da disputa nos últimos anos. Pesa a favor do Scarface o ótimo desempenho dele e do Bayern no ano e a ausência do argentino em parte da temporada, por lesões, fora o fato de que seu Barcelona não é a mesma unanimidade de outrora. Porém, o português chega mais forte pra briga, pela excelente média de gols e fator decisivo tanto para o Real Madrid quanto para a seleção lusitana. Se FR7 perder, acho que CR7 leva. Mas torço pro bleu, claro!

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013 Ex-jogadores, Extracampo, Franceses no mundo | 23:14

Ribéry eleito Melhor Jogador da Europa 2012/2013 em cerimônia da UEFA!

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Depois do sorteio da UCL, a cerimônia da Uefa premiou o destaque individual da temporada passada.

Franck Ribéry superou Lionel Messi e Cristiano Ronaldo (lamentavelmente ausente do Grimaldi Forum), recebendo o troféu das mãos do compatriota Michel Platini, presidente da Uefa.

O que ele tem de feio, tem de talentoso. Sorte do Bayern de Munique e da seleção francesa!

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Ribérra recebe o troféu de Platini, com Messi aplaudindo à esquerda

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O Scarface e a taça, que ainda bem que não tenta reproduzir seu rosto...

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domingo, 14 de outubro de 2012 Futebol feminino | 22:39

Seleção feminina sub 17 campeã mundial!

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Em setembro, a Fifa organizou o Mundial feminino sub 20, mas a França sequer se credenciou a participar. Dias atrás, rolou a Copa do Mundo sub 17, e dessa vez as meninas lá estavam, no Azerbaijão. E como marcaram presença: campeãs ontem, depois de baterem a Coreia do Norte (vencedora da primeira edição do torneio, em 2008) nos pênaltis!

Michel Platini, presidente da Uefa, entregou o troféu de melhor jogadora do torneio a Griedge Mbock Bathy. O de melhor goleira foi dado para a também compatriota Romane Bruneau.

Como se já não bastassem os ótimos resultados da seleção adulta, no Mundial 2011 e Olimpíadas 2012, agora vemos as adolescentes mostrarem que o potencial para novas conquistas, nos próximos anos, já é realidade. Mes félicitations!

Pronto, meninas, balada liberada! (Getty Images/Fifa.com)

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 15:48

Euro 2012: Ucrânia 0 x 2 França, hora certa pra chutar o tabu!

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Atualizado às 17h57

Depois que a tempestade elétrica em Donetsk permitiu, a seleção francesa fez valer sua superiodade técnica e bateu os coanfitriões com gols de Menez e Cabaye, ambos no segundo tempo. O resultado leva os Bleus para a liderança do grupo D, com 4 pontos, ao lado da Inglaterra, que fez 3 a 2 na Suécia. Na última rodada da chave e perto da classificação, a França encara a já eliminada Suécia, dia 19, terça-feira, bastando-lhe vencer ou empatar para se classificar.

Antes que me perguntem porque o tabu, sendo que a equipe atingiu 23 jogos de invencibilidade (!), explico: desde as semifinais da Copa 2006 que o país não vencia uma partida em copas, e em Eurocopas só havia vencido com as presenças de Platini (campeão em 1984) e Zidane (em 2000) em campo, acredita? Depois de muitos triunfos em amistosos e eliminatórias cá e lá, faltava ganhar quando mais importava, mas agora não falta mais!

Dilúvio interrompeu jogo minutos depois do apito inicial (Reuters)

Blanc fez duas mudanças em relação aos 11 titulares da estreia contra a Inglaterra: Clichy e Menez ganharam as vagas de Evra e Malouda. Chegou a se especular, horas antes, que Nasri e Diarra também poderiam ir para o banco, mas eles seguiram na formação inicial, com M’vila ainda de fora. A Ucrânia foi a mesma que começou a vitória contra a Suécia.

Com apenas 4 minutos de jogo, a chuva virou tempestade em torno do estádio, raios começaram a pipocar e o árbitro holandês Björn Kuipers decidiu interromper a partida, uma medida justificável muito mais por segurança do que pelas condições do gramado. Cerca de 50 minutos depois, o clima melhorou e a bola voltou a rolar. Os Bleus começaram mais agudos, criando boas chances como uma metida de Ribéry para Menez tocar por baixo do goleiro, pena que estava impedido e o gol foi anulado!

Os donos da casa tiveram a primeira grande chance minutos depois, num chute de Iarmolenko que passou perto da meta de Lloris. Shevchenko também fez o goleiro do Lyon trabalhar bem, em seguida, mas o maior volume, posse de bola e volúpia ofensiva foram gaulesas (boas chances com Menez e Mexes), embora a forte marcação ucraniana conseguisse evitar perigos maiores e uma abertura de placar na primeira etapa.

Ao contrário da estreia, quando nem França nem Ucrânia foram advertidas com cartões, excepcionalmente às outras 14 seleções do torneio, Menez levou o amarelo e quase foi expulso por uma falta dura minutos depois. Se na estreia a dificuldade para entrar na área inglesa obrigou os Bleus a abusar dos chutes de longe (um recorde na 1ª rodada da Euro), o 2º tempo minou esse problema. Merecendo abrir o placar, o time assim o fez com Menez, aos 6 minutos, após jogada com Ribéry e Benzema, em contra-ataque, finalmente vencendo o arqueiro Pyatov.

O que era alívio logo virou tranquilidade aos 10, com Benzema novamente dando assistência, desta vez para o elemento-surpresa Cabaye (à la Paulinho, como diriam os corintianos…), que entrou na área e finalizou como se fosse atacante, superando a marcação e o goleiro! Foi o que bastou para a empolgação ucraniana esfriar, Blanc fazer algumas alterações e a vitória enfim ser consubstanciada!

> Veja os melhores momentos e assista aos gols e lances de perigo do jogo

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quinta-feira, 7 de junho de 2012 Seleção francesa | 21:08

Momento retrô: Inspirações francesas para a Eurocopa

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Daqui a quatro dias, os Bleus começam a busca pelo tricampeonato europeu. Sabem como foram as conquistas em 1984 e 2000? Eu pouco sabia, até assistir aos filmes oficiais da Uefa dos respectivos torneios, que a SporTV transmitiu e felizmente arquivou em seu site. Ambos têm pouco mais de 50 minutos, em forma de documentários, e é claro que recomendo ao fã do foot!

*1984 – Assista ao filme aqui
Depois de 24 anos, a Euro voltava ao país de seu criador, Henry Delaunay. E aquela edição representaria o momento de glória de uma geração habilidosa, que também foi a duas semifinais de Copas do Mundo, em 1982 e 86. Uma equipe que plantou as sementes (conforme análise do Trivela) de uma nova geração vitoriosa, marcada na história do futebol mundial em 1998 e 2000.

Como seria Zidane anos depois, Michel Platini foi o craque de 1984, ostentando até hoje o recorde de gols em uma única Euro: 9 (o ataque do time fez 14, feito também imbatível até aqui!). Excelente, e se considerarmos que foram só 5 jogos na campanha (eram apenas 8 seleções no campeonato), impressionante! Curiosamente, a artilharia-mor de uma única Copa também cabe a um francês, Just Fontaine, 13 em 1958. Mas não podemos olvidar que Platini compunha um meio-campo memorável, chamado até de mágico na época, ao lado de Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez, espanhol naturalizado francês. Sob o comando de Michel Hidalgo, o time confirmou a expectativa da torcida, atuando em casa (em 2016 o filme se repetirá?), e garantiu o primeiro título de expressão para a França.

Campanha: França 1 x 0 Dinamarca – Paris, Parque dos Príncipes (a casa gaulesa pré-Stade de France)
França 5 x 0 Bélgica – Nantes
França 3 x 2 Iugoslávia – Saint-Etienne
Semifinal – França 3 x 2 Portugal – Marselha
Final – França 2 x 0 Espanha – Paris

**2000 – Assista ao filme aqui
Outra marca histórica da França foi conquistada quando a Euro teve sua primeira sede compartilhada, entre Bélgica e Holanda: nunca uma seleção fora campeã europeia logo após ter sido campeã mundial. Com Zizou em plena forma e a base de 1998, Roger Lemerre liderou um elenco que soube confirmar o favoritismo, embora tenha passado por dificuldades, como uma final “sufocante” contra os italianos. Deschamps se despediu da seleção levantando mais uma taça, o então zagueiro-líbero Blanc voltou a beijar a careca de Barthez após a decisão, e jovens como Henry e Trezeguet contribuíram decisivamente também, ao lado do mais velho Djorkaeff. No filme supracitado, Petit, Vieira e Pirés também depõem.

Campanha – França 3 x 0 Dinamarca
França 2 x 1 Rep. Tcheca
França 2 x 3 Holanda (Bleus com reservas, pois ambas já entraram classificadas)
Quartas – França 2 x 1 Espanha (Raúl desperdiçou pênalti idiotamente cometido por Barthez no final)
Semis – França 2 x 1 Portugal (repetindo 84. Zidane garantiu a vitória, de pênalti, com o gol de ouro na prorrogação)
Final – França 2 x 1 Itália (os italianos fizeram 1 a 0 em Roterdã, já no 2o tempo. Wiltord, Trezeguet e Pirès vieram do banco para suprir o cansaço bleu. O primeiro empatou pertinho do fim, quando a Azzurra preparava a festa, causando o tempo extra. Abalada, a Itália viu o segundo ir à linha de fundo e cruzar para um lindo meio-voleio do terceiro, gol de ouro e bicampeonato francês!)

Karim Benzema, Hatem Ben Arfa e Samir Nasri com o troféu da Eurocopa sub 17 de 2004, após a França ter batido a Espanha por 2 a 1, em 15 de maio daquele ano, em Châteauroux (Photo: Alain de Martignac)

Os títulos relatados acima não são os únicos links da França com um passado vitorioso no contexto europeu. Dentro do atual elenco do atual técnico Blanc, despontam talentos da chamada “Geração 87”, nascidos naquele ano e protagonistas do título expresso na fotografia acima. Além da tríade ilustrada, Menez e Matuidi também estavam lá e reaparecem aqui.

Essa geração está pronta para o renascimento na Polônia e na Ucrânia?

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Franceses no mundo | 09:51

Vídeo: Trezeguet debuta com gol na Argentina!

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Franco-argentino, o atacante David Sergio Trezeguet começou a jogar futebol no Platense, das imediações de Buenos Aires, quando criança. Mas optou por seguir carreira no país de nascimento, a França, marcando época no Monaco (1995-00), na Juventus de Turim (2000-10) e na seleção gaulesa (1998-2008), da qual é o terceiro maior artilheiro da história (34 gols), atrás apenas de Thierry Henry (51) e Michel Platini (41).

Em 2010, se transferiu para o modesto Hércules de Alicante, na Espanha, e ano passado passou rapidamente pelo Baniyas, dos Emirados Árabes Unidos. Em 2012, voltou a vestir uma camisa de peso: River Plate, da tão conhecida Argentina, embora precisando recuperar a boa fase, atualmente na segunda divisão.

E tal qual Henry, estreou fazendo gol! Foi semana passada, em um dos jogos dos chamados Torneos de Verano, que os grandes argentinos disputam em janeiro antes do início do campeonato nacional, em fevereiro. Por curiosidade, David finaliza, no lance, com estilo semelhante ao do agora camisa 12 do Arsenal, conforme podemos conferir no vídeo abaixo:

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