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segunda-feira, 30 de março de 2015 Brasileiros na França, Ex-jogadores, Torneios europeus | 14:55

Nos 90′, PSG eliminou Barça e Juve o Monaco pela Champions

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Valdo com a bola contra o Barça em 1995: o meia brasileiro era outro destaque aquele PSG

Valdo com a bola contra o Barça em 1995: o meia brasileiro era outro destaque aquele PSG

Após sorteio no último dia 20, ficou decidido que PSG e Barcelona vão se enfrentar nas quartas de final da Champions League 2014/2015. Em 1995, as equipes duelaram por uma vaga nas semifinais do torneio europeu. Relembre, conforme relato do site da ESPN:

O jogo de ida das quartas de final do duelo foi no Camp Nou, na Espanha. O Barcelona abriu o placar com Igor Korneev, aos 47min, após frango de Bernard Lama. O empate veio com George Weah, aos 54min. O 1 a 1 foi ótimo para os franceses.

No Parc des Princes, na França, o PSG martelou, martelou e martelou… mas só acertava a trave. Até que José Mari Bakero, no início do segundo tempo, abriu o placar para o Barcelona, que, com o 1 a 0, iria à semi. No entanto, o time francês reagiu e, com gols de Raí e Vincent Guérin, virou o jogo e garantiu a vaga na próxima fase da Champions.

*O PSG enfrentou o Milan na semifinal daquela temporada e acabou eliminado ao perder na ida e na volta: 3 a 0 no agregado.

-> Assista aos gols do duelo de 1995 no vídeo deste link

Juventus x Monaco, outro duelo das quartas da atual Liga dos Campeões, também aconteceu nos anos 1990. Em 1998, as equipes duelaram nas semifinais do torneio europeu e o site da ESPN novamente relembra:

O moleque Henry tenta superar marcação da Juve em 1998: prevaleceu o time italiano, que tinha Zidane e Del Piero em ótimas fases

O moleque Henry tenta superar marcação da Juve em 1998: prevaleceu o time italiano, que tinha Zidane e Del Piero em ótimas fases

Alessandro Del Piero infernizou a vida do Monaco na temporada 1997/1998 da Champions League. Isso porque foi o italiano que decidiu a classificação da Juventus para a final da competição daquele ano.

Na vitória da por 4 a 1 da Vecchia Signora no jogo de ida, no Delle Alpi, foram três gols de Del Piero e um de Zidane. Costinha descontou para o Rouge et Blanc.

Com um pé na final, a Juve foi tranquila para o joga da volta e relaxou: derrota por 3 a 2 para os franceses, no Stade Louis II, mas classificação assegurada para a decisão. Philippe Léonard, Thierry Henry e Robert Spehar marcaram os gols do triunfo do Monaco. Nicola Amoruso e Del Piero fizeram para os italianos. Relembre os confrontos!

*Na grande decisão em Amsterdam, na Holanda, a Juventus acabou derrotada pelo Real Madrid por 1 a 0 – Mijatovic marcou o gol dos Merengues.

-> Assista aos gols do duelo de 1995 no vídeo deste link

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quinta-feira, 4 de abril de 2013 Extracampo, Seleção francesa | 14:01

Sabiam que a França abdicou de vir para a Copa de 1950?

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Que a seleção francesa não disputou todos os Mundiais realizados até aqui, façanha inédita da brasileira, eu já sabia (esteve em 13 dos 19). Mas só soube que recusou a vinda para a Copa de 1950 por discordar da tabela de jogos elaborada pelo então comitê organizador ao ler a coluna do ótimo Paulo Vinicius Coelho do último domingo.

O calendário oficial previa os jogos do Grupo 4 para os seguintes dias e locais:

25 de junho: França x Uruguai, em Porto Alegre
29 de junho: França x Bolívia, no Recife
2 de julho: Uruguai x Bolívia, em Belo Horizonte

E o jornal L’Equipe informou também o argumento da Federação Francesa para dizer non, merci, à então Copa Jules Rimet: “é injusto, inadmissível, obrigar a equipe francesa a jogar seus dois jogos, a quatro dias de intervalo, nas duas extremidades do Brasil, a 3.500 km de distância, e passar de uma temperatura de 0ºC a 35ºC”.

Les Bleus de fato não vieram e PVC traça o paralelo de 1950 com 2014 porque a segunda Copa que o Brasil sedia volta a gerar situações esdrúxulas, devido, por exemplo, a problemas estruturais (vide o caso recente do Engenhão, base italiana de preparação para a Copa das Confederações, e as obras atrasadas nos estádios das sedes), já detectados neste 2013.

Só que desta vez, imagino, se conseguir a difícil classificação para a próxima Copa (dada a força espanhola como maior obstáculo nas Eliminatórias), a França não vai peitar a Fifa e o COL brasileiro caso tenha de atravessar o país continental durante a fase de grupos. A mesma França que sediará a competição entre seleções mais prestigiada do futebol mundial pós Brasil 2014, a Eurocopa de 2016, e tem um de seus maiores ídolos do esporte no comando da Uefa hoje, Michel Platini.

Atualmente, ir ou não a uma Copa do Mundo traz consequências bem diferentes do que há 63 anos, e creio que os interesses políticos e financeiros envolvidos no futebol não tolerariam uma decisão radical como fora a do então presidente da FFF, Henry Delaunay.

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sábado, 9 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 10:02

França estreia na Euro 2012 contra adversária histórica Inglaterra

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Amigos, a partir de agora terei a ajuda de Dener Anholetti em algumas prévias e pós-jogos da seleção e clubes fraceses. Eis a prévia do primeiro desafio dos Bleus na Eurocopa (minha dúvida: M’vila já tem condições de jogo?)

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Depois de golear a Estônia por 4 x 0, a seleção francesa volta a campo nesta segunda-feira (11/06) pela Eurocopa. O adversário será a poderosa Inglaterra, que vem ganhando os seus amistosos com placares muito apertados.

Quando: 11/06/2012, segunda-feira
Onde: Donbass Arenas em Donetsk (Ucrânia)
Porque: Eurocopa
Horário: 13h (de Brasília)
Na TV: SporTV e BAND (ao vivo)

No último amistoso antes da Euro, a França venceu a seleção da Estônia com gols de Ribéry, Menez e Benzema duas vezes. Já a Inglaterra venceu a Bélgica por apenas 1 a 0, com gol do Welbeck.

Vídeo com os gols de França 4 x 0 Estônia

Vídeo com o gol de Inglaterra 1 x 0 Bélgica

Retrospecto histórico
A história dos confrontos entre a França e a Inglaterra teve duas fases: primeiro os jogos contra o time amador inglês até 1921 (8 partidas, com uma vitória francesa, 7 derrotas, 4 gols pró e 61 contra) e, a partir de 1923, as partidas entre os jogadores profissionais. Desde então, 28 jogos foram disputados: a França venceu 7 vezes, empatou cinco e perdeu 16, tendo marcado 36 gols e sofrido 67. (Adendo de Bruno Pessa: Mas no último encontro, venceu em Wembley!).

Prováveis escalações
França: Lloris – Debuchy, Rami, Mexes, Evra – Diarra, M’Vila, Nasri, Ribéry, Valbuena – Benzema.

Inglaterra: Hart – Johnson, Gary Cahill, Terry, Ashley Cole – Gerrard, Parker, Milner e Oxalade-Chamberlain – Young e Welbeck.

Grupos da Eurocopa 2012

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quinta-feira, 7 de junho de 2012 Seleção francesa | 21:08

Momento retrô: Inspirações francesas para a Eurocopa

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Daqui a quatro dias, os Bleus começam a busca pelo tricampeonato europeu. Sabem como foram as conquistas em 1984 e 2000? Eu pouco sabia, até assistir aos filmes oficiais da Uefa dos respectivos torneios, que a SporTV transmitiu e felizmente arquivou em seu site. Ambos têm pouco mais de 50 minutos, em forma de documentários, e é claro que recomendo ao fã do foot!

*1984 – Assista ao filme aqui
Depois de 24 anos, a Euro voltava ao país de seu criador, Henry Delaunay. E aquela edição representaria o momento de glória de uma geração habilidosa, que também foi a duas semifinais de Copas do Mundo, em 1982 e 86. Uma equipe que plantou as sementes (conforme análise do Trivela) de uma nova geração vitoriosa, marcada na história do futebol mundial em 1998 e 2000.

Como seria Zidane anos depois, Michel Platini foi o craque de 1984, ostentando até hoje o recorde de gols em uma única Euro: 9 (o ataque do time fez 14, feito também imbatível até aqui!). Excelente, e se considerarmos que foram só 5 jogos na campanha (eram apenas 8 seleções no campeonato), impressionante! Curiosamente, a artilharia-mor de uma única Copa também cabe a um francês, Just Fontaine, 13 em 1958. Mas não podemos olvidar que Platini compunha um meio-campo memorável, chamado até de mágico na época, ao lado de Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez, espanhol naturalizado francês. Sob o comando de Michel Hidalgo, o time confirmou a expectativa da torcida, atuando em casa (em 2016 o filme se repetirá?), e garantiu o primeiro título de expressão para a França.

Campanha: França 1 x 0 Dinamarca – Paris, Parque dos Príncipes (a casa gaulesa pré-Stade de France)
França 5 x 0 Bélgica – Nantes
França 3 x 2 Iugoslávia – Saint-Etienne
Semifinal – França 3 x 2 Portugal – Marselha
Final – França 2 x 0 Espanha – Paris

**2000 – Assista ao filme aqui
Outra marca histórica da França foi conquistada quando a Euro teve sua primeira sede compartilhada, entre Bélgica e Holanda: nunca uma seleção fora campeã europeia logo após ter sido campeã mundial. Com Zizou em plena forma e a base de 1998, Roger Lemerre liderou um elenco que soube confirmar o favoritismo, embora tenha passado por dificuldades, como uma final “sufocante” contra os italianos. Deschamps se despediu da seleção levantando mais uma taça, o então zagueiro-líbero Blanc voltou a beijar a careca de Barthez após a decisão, e jovens como Henry e Trezeguet contribuíram decisivamente também, ao lado do mais velho Djorkaeff. No filme supracitado, Petit, Vieira e Pirés também depõem.

Campanha – França 3 x 0 Dinamarca
França 2 x 1 Rep. Tcheca
França 2 x 3 Holanda (Bleus com reservas, pois ambas já entraram classificadas)
Quartas – França 2 x 1 Espanha (Raúl desperdiçou pênalti idiotamente cometido por Barthez no final)
Semis – França 2 x 1 Portugal (repetindo 84. Zidane garantiu a vitória, de pênalti, com o gol de ouro na prorrogação)
Final – França 2 x 1 Itália (os italianos fizeram 1 a 0 em Roterdã, já no 2o tempo. Wiltord, Trezeguet e Pirès vieram do banco para suprir o cansaço bleu. O primeiro empatou pertinho do fim, quando a Azzurra preparava a festa, causando o tempo extra. Abalada, a Itália viu o segundo ir à linha de fundo e cruzar para um lindo meio-voleio do terceiro, gol de ouro e bicampeonato francês!)

Karim Benzema, Hatem Ben Arfa e Samir Nasri com o troféu da Eurocopa sub 17 de 2004, após a França ter batido a Espanha por 2 a 1, em 15 de maio daquele ano, em Châteauroux (Photo: Alain de Martignac)

Os títulos relatados acima não são os únicos links da França com um passado vitorioso no contexto europeu. Dentro do atual elenco do atual técnico Blanc, despontam talentos da chamada “Geração 87”, nascidos naquele ano e protagonistas do título expresso na fotografia acima. Além da tríade ilustrada, Menez e Matuidi também estavam lá e reaparecem aqui.

Essa geração está pronta para o renascimento na Polônia e na Ucrânia?

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012 Brasileiros na França, Franceses no mundo | 18:03

Momento retrô: Raí x Zidane

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Os elegantes meias, que sentiram o gosto de ganhar uma Copa do Mundo nos anos 90

 
Por Eduardo Junior
 
Dois monstros do futebol francês, frente a frente: na esquerda, Raí, um dos grandes ídolos da curta história do Paris Saint-Germain. Do outro lado, Zidane, então jogador da Juventus, mas que foi o grande responsável pelo único título Mundial da França em 1998.
Peço desculpas aos amigos por não saber informar com precisão que partida é essa. Pela pesquisa que fiz, é da Supercopa da Uefa de 1996. O Paris Saint-Germain, campeão da Uefa Cup Winners’ Cup, enfrentou a Juventus, campeã da Champions League. Na ida, o time francês perdeu por um humilhante 6×1 – jogando no Parc des Princes – e na volta, já com a derrota praticamente aceita, o PSG tomou outra pancada, 3×1.
 
PS: Os jogos foram disputados nos dias 15 de janeiro e 2 de fevereiro de 1997, mas foram válidos pela Supercopa de 96.
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sábado, 14 de maio de 2011 Copas francesas | 00:02

Histórico: Vídeo da última conquista de expressão do Lille!

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Muito perto de faturar o Campeonato Francês e podendo levar também a Copa da França, já que faz a decisão hoje contra o PSG, o Lille não ganha um título na elite nacional desde a longínqua Coupe de France de 1955.

A conquista, um 5 a 2 sobre o Bordeaux diante de 50 mil espectadores no estádio Yves du Manoir, em Colombes, com presença do presidente francês da época e tudo (René Coty), está narrada neste vídeo abaixo, uma raridade histórica do site Ina.fr. Apreciez!

Mais história
O Yahoo! France compilou dez momentos históricos em decisões da Copa da França. Para ver os vídeos e as descrições de cada um (nas quais aparecem nomes como Platini, Papin, Raí…), clique aqui.

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terça-feira, 1 de março de 2011 Copas francesas | 20:45

Sempre emocionante, Copa da França esquenta. Grande tia Nice!

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As quartas de finais começaram hoje e terminam amanhã. Quatro times da primeira divisão figuram entre os oito, sendo dois diretamente envolvidos na briga pelo título da Ligue 1, Lille e PSG

Nesta terça, Stade de Reims e Nice fizeram um duelo recheado de tradição, reunindo 10 títulos franceses (6 do Reims, 4 do Nice), todos conquistados entre 1949 e 1962 – o que revela como eles eram fortes na época… E como vem sendo costume nos confrontos da Coupe de France, não faltaram emoção, alternativas e prorrogação para tornar o espetáculo assaz interessante! 

Lembrando o uniforme vermelho e branco do Arsenal de Thierry Henry nos idos de 2004/2005, o time da casa começou com tudo, criando perigosas chances seguidas nos primeiros minutos, levantando a torcida. Porém, nem sempre pressão gera gol, e quem abriu o placar foi o Nice, quando Ljuboja recebeu belo lançamento, dominou, ajeitou com a canhota e encobriu o goleiro Agassa, que tenta voltar ao gol, mas pagou por ter se adiantado.

Um minuto depois, o 2 a 0 virou 1 a 1 em questão de segundos. Primeiro, Sablé recebeu cara a cara com Agassa, mas chutou em cima da parede formada pelo arqueiro. Na sequência do lance,  Fortes conduziu pelo meio e serviu Romain Amalfitano na esquerda, que com o lado do pé direito colocou no canto oposto, com categoria. Quanta emoção em tão pouco tempo!

Antes do intervalo, Ljuboja ainda acertaria a trave do Reims, ao tentar cruzar e ver a bola desviada pela marcação. No segundo tempo, mais gols, e logo no princípio. A tia Nice voltou a ficar na frente, quando, em bate-rebate na área do Reims após escanteio, Mouloungui dominou com categoria e girou rapidamente, finalizando alto para fazer 2 a 1.

Entretanto, cerca de dez minutos depois estaria tudo igual de novo. Pressão forte do Reims e sufoco dentro da área do nice, até Fortes bater alto, perto do ângulo de Letizi (que faz sua última temporada), para delírio da torcida, que fez uma bela festa durante o jogo. Lá e cá, o jogo se encaminhou para o esperado tempo extra. Mesmo agudo nos ataques, o Stade de Reims sucumbiu ao Nice a sete minutos do fim, quando Mounier ganhou disputa na linha de fundo pela esquerda, cruzou rasteiro e novamente Mouloungui complementou pro gol vazio. Grande tia Nice, primeira semifinalista, e fim do sonho para um clube que já teve Kopa e Fontaine no seu escrete!

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O sérvio Danijel Ljuboja demonstrou habilidade e foi um dos responsáveis pela classificação do Olympique Gymnaste Club Nice Côte d'Azur no estádio Auguste Delaune, em Reims (AFP)

Amanhã temos os três jogos restantes das quartas. A zebraça Chambéry, da quinta divisão, tenta aprontar para cima do Angers, da segunda. O PSG tenta passar pelo Le Mans, num duelo mais equilibrado, assim como promete ser Lille x Lorient.

Terça, 1º/3
Stade de Reims (L2) 2 x 3 Nice 

Quarta, 2/3
13h – Chambéry (CFA2) x Angers (L2)
15h – Paris Saint-Germain x Le Mans (L2)
16h45 – Lille x Lorient

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Brasileiros na França, Torneios europeus | 19:15

Momento retrô: Quando Ronaldo foi… Ronaldo!

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OK, Ronaldo não somente deu alegrias aos franceses quando os enfrentou. Também lhes causou prejuízo, como na final da antiga Recopa europeia (Copa dos vencedores de Copas, que durou entre 1960/61 e 1998/99) do hoje distante 1997.

PSG-Barcelone_1997_rojão_ronaldo

Correu Ronaldo... bateu... adivinha?

No dia 4 de maio de então, em Roterdã, na Holanda, o Paris Saint-Germain foi derrotado pelo Barcelona, com aquela bela camisa verde, por 1 a 0. Gol após cobrança de pênalti sofrido e batido pelo atacante de 20 anos, futuro maior artilheiro das Copas do Mundo. Detalhe: quando Ronaldo partiu para a bola, é possível ver um rojão cruzando a área, como registrou a foto deste post e o vídeo abaixo mostra, mas felizmente ninguém se feriu.

Raí, capitão, e Leonardo, que jogava adiantado, eram os brasileiros do time parisiense dentro de campo. Fora, o comando cabia a um então principiante Ricardo Gomes. A equipe ainda tinha duas referências históricas do clube: o volante/líbero Le Guen, posteriormente treinador do PSG (dirigiu também Camarões na Copa 2010), e o goleiro Lama. Ambos atingiram mais de 300 partidas pelo Parri, entrando no top five da agremiação neste quesito.

Do outro lado, porém, havia um Barça memorável, devo admitir, como se pode ver na ficha técnica lá embaixo. Neste jogo, “apenas” Stoichkov e Giovanni começaram no banco blaugrana, que tinha, como então assistente de Bobby Robson, um tal de José Mourinho…

O vídeo abaixo tem quase 10 minutos de um bom resumo do jogo, provavelmente de alguma tv catalã.

Ficha Técnica – PARIS SAINT-GERMAIN 0 x 1 BARCELONA

Data: 4 de maio de 1997
Local: Feyenoord Stadion, em Roterdã (Holanda)
Público: 52 mil espectadores
Árbitro: Markus Melk (Alemanha)
Cartão amarelo: Fournier, Le Guen e Cauet (PSG); Couto e Peña (BAR)

Gol: Ronaldo, aos 37 minutos do 1º tempo, para o Barça

PSG: Bernard Lama; Laurent Fournier (Jimmy Algerino), Bruno N’Gotty, Paul Le Guen e Didier Domi; Jerôme Leroy, Vincent Guérin (Dely Valdés), Raí e Benoît Cauet; Leonardo e Patrice Loko (Cyrille Pouget). Técnico: Ricardo Gomes

Barcelona: Vítor Baía; Ferrer, Abelardo, Fernando Couto e Sergi; Guardiola, Popescu (Amor), De la Peña (Stoichkov) e Luís Enrique; Luís Figo (Pizzi) e Ronaldo. Técnico: Bobby Robson

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Copa do Mundo, Ex-jogadores, Seleção francesa | 17:55

France vs Brésil: História é o que não falta

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Quarta-feira agora, cotidianamente conhecida como amanhã, as seleções masculinas de futebol de França e Brasil farão o 14º confronto desde sempre. A vantagem é ligeiramente brasileira: cinco vitórias, contra quatro francesas (21 gols canarinhos, 18 bleus). Foram quatro empates também, o que permite enxergar bastante equilíbrio no retrospecto.

Se bem que, nos últimos cinco embates, nada de vitória brasuca – a última foi há quase 20 anos, em 1992. De todos os participantes do jogão que se aproxima, cinco são os personagens que já disputaram um França x Brasil: Laurent Blanc, Eric Abidal, Alou Diarra, Florent Malouda e Robinho. O único francês que perdeu foi o técnico, quando era jogador, ainda no século 20…

Eis os duelos:

lequipe_13_07_1998

"Para a eternidade", sobre 12/07/1998 (Zidane, Djorkaeff e Petit na foto)

01/07/2006França 1 x 0 BrasilCopa do Mundo (Alemanha)
Apesar da desvantagem histórica, a última lembrança, entretanto, é doce para os europeus e catastrófica para os sul-americanos. A maestria de Zinedine Zidane e o gol de Thierry Henry em Frankfurt classificaram a França para a semifinal, mandando o Brasil de Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká para casa na Copa. Quer rever os melhores momentos? Vídeo no pé do post! (com Galvão Bueno é mais gostoso…)

20/05/2004 – França 0 x 0 BrasilAmistoso (Saint-Denis)
Comemoração do centenário da Fifa, com os então campeões do mundo e da Europa em campo. Uniformes à moda antiga, pompa e circunstância, mas nada de gols, até porque Grégory Coupet foi muito bem.

07/06/2001Brasil 1 x 2 FrançaCopa das Confederações (Suwon, Coreia do Sul)
Semifinal do torneio ocorrido um ano antes do Mundial asiático. Pirés abriu o placar, Ramon empatou para a seleção de Emerson Leão (que tinha Leomar, Carlos Miguel, Robert e outros craques) e Desailly deu a vitória aos franceses.

12/07/1998 – França 3 x 0 BrasilCopa do Mundo (Saint-Denis) 
Eis que o mundo da bola conhece e reverencia Zizou – premiado, dias atrás, com o Laureus por sua carreira no esporte – autor de dois gols e vencedor de um duelo que não houve com Ronaldo, na época ainda Ronaldinho. Petit fechou o caixão do time do mestre Zagallo (veja o que o ex-volante faz da vida hoje). No último domingo, a edição impresa do L’Équipe relembrou o fato. O vídeo está lá no pé (tem Galvão? mas é claro!)

03/06/1997 – França 1 x 1 BrasilTorneio da França (Lyon)
Partida inaugural do mini-campeonato, que reuniu ainda Inglaterra (a campeã) e Itália. Roberto Carlos abriu o placar com aquela célebre bomba que fez uma impressionante curva para vencer Barthez. No segundo tempo, o empate veio com o obscuro Marc Keller, atacante que passou por clubes medianos nos anos 1990 e atualmente é dirigente do Monaco. Em seis jogos pelos Bleus, seu único gol foi aquele propiciado pelo rebote de Taffarel.
 
26/08/1992 – França 0 x 2 Brasil Amistoso (Parc des Princes, Paris)
Não me lembro deste jogo (tinha 10 anos na época…), nem achei vídeo no YouTube. Os Bleus, que tinham demitido Michel Platini do comando da equipe quase dois meses antes, foram comandados por Gerard Houllier, com Aimé Jacquet como preparador físico. O time já tinha os futuros campeões mundiais Blanc, Deschamps e Petit, assim como Papin e Ginola lá na frente. 

 
 

platini_alemao_86

Platini precedeu Zidane no posto de "francês mais odiado pelos brasileiros no futebol"

21/06/1986 Brasil 1 (3) x 1 (4) França Copa do Mundo (México)
Embora o estádio Jalisco tenha sido o principal palco do tricampeonato mundial em 1970, a última aparição canarinho por lá em Copas teve sabor amargo para a torcida brasileira: no duelo dos craques de então, Michel Platini deixou Zico para trás nas quartas-de-finais em Guadalajara, quando o Galinho perdeu pênalti, defendido por Joel Bats, que alteraria o placar de 1 a 1 no tempo normal e poderia ter evitado a posterior disputa por penalidades. Platini marcou o único gol sofrido pelo Brasil na Copa nos 90 minutos regulamentares. 
 
15/05/1981 – França 1 x 3 Brasil – Amistoso (Parc des Princes)
Zico, Reinaldo e Sócrates decretaram a vitória brasileira, com Didier Six descontando perto do final para os Bleus, que tinham Jean Tigana, hoje técnico do Bordeaux, naquele grupo.

01/04/1978 – França 1 x 0 Brasil – Amistoso (Parc des Princes)
Michel Platini decidiu aos 41 minutos do 2º tempo.
 
30/06/1977
 – Brasil 2 x 2 FrançaAmistoso (Maracanã, Rio de Janeiro)
Edinho e Roberto Dinamite deixaram os brasileiros em vantagem, mas Didier Six e Marius Trésor igualaram o placar final. Platini jogou os 90 minutos, assim como Bernard Lacombe, então atacante e posteriormente treinador e dirigente do Lyon.

28/04/1963França 2 x 3 BrasilAmistoso (Olympique des Colombes, Paris)
Os três gols brasileiros constam no currículo de um tal de Edson Arantes do Nascimento…

24/06/1958 – Brasil 5 x 2 FrançaCopa do Mundo (Suécia)
Just Fontaine, artilheiro do Mundial com incríveis 13 gols em 6 jogos (recorde até hoje), fez um dos gols franceses em Estocolmo. Raymond Kopa deu passe para os dois tentos gauleses. Mas Pelé, três vezes, Vavá e Didi arruinaram o sonho europeu de chegar à final. No YouTube dá para assistir a essa relíquia histórica, dividida em várias partes (procure por “World Cup 1958 Full Game Semifinal Brazil vs France”).

01/08/1930 – Brasil 3 x 2 FrançaAmistoso (Laranjeiras, Rio de Janeiro)
Primeiro duelo da história, vitória dos anfitriões de virada.

*Mais curiosidades sobre Brasil x França, como as comparações dos valores de passe de todos os jogadores convocados pro jogo de amanhã, você acha no blog Futebol em Números, do iG.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 Brasileiros na França | 19:29

Momento retrô: Rafael Moura no Lorient

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Vestindo a camisa do Goiás, o atacante Rafael Moura viveu um 2010 de volta por cima, como artilheiro e vice-campeão da Copa Sul-Americana, depois de deixar dúvidas quanto ao seu futuro entre os grandes do futebol brasileiro por causa de passagens em que ficou devendo, em Corinthians, Fluminense e Atlético-PR.

Entre o Tricolor e o Furacão, o futebol francês apareceu na vida do “He-Man” quando, no segundo semestre de 2007, ele desembarcou no Lorient, por empréstimo. O homem-gol assinou contrato de um ano mas, logo na primeira semana de treinamento, teve uma contusão séria e ficou seis meses afastado. No seu retorno, fez apenas dois jogos oficiais, em ambos vindos do banco de reservas, totalizando tão somente 12 minutos em campo… Em julho de 2008, voltava ao Brasil.

O vídeo abaixo, indicação do colega Francisco De Laurentiis, traz uma entrevista com Moura em seus primeiros dias no Lorient, apresentando-o à torcida do clube. Ele fala da carreira, de seu estilo em campo, das informações do amigo Nilmar sobre a França e da adaptação à região. O time vinha de um ótimo início de Ligue 1, tendo vencido três jogos (Monaco, PSG e Lyon) e empatado dois nas cinco rodadas iniciais, mas acabaria a tempodada no miolo da tabela, em décimo lugar – pena que as expectativas do brasileiro não se confirmaram… (como as legendas são em francês, é mais uma boa chance para conhecermos um pouco mais do idioma)

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