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segunda-feira, 30 de março de 2015 Brasileiros na França, Ex-jogadores, Torneios europeus | 14:55

Nos 90′, PSG eliminou Barça e Juve o Monaco pela Champions

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Valdo com a bola contra o Barça em 1995: o meia brasileiro era outro destaque aquele PSG

Valdo com a bola contra o Barça em 1995: o meia brasileiro era outro destaque aquele PSG

Após sorteio no último dia 20, ficou decidido que PSG e Barcelona vão se enfrentar nas quartas de final da Champions League 2014/2015. Em 1995, as equipes duelaram por uma vaga nas semifinais do torneio europeu. Relembre, conforme relato do site da ESPN:

O jogo de ida das quartas de final do duelo foi no Camp Nou, na Espanha. O Barcelona abriu o placar com Igor Korneev, aos 47min, após frango de Bernard Lama. O empate veio com George Weah, aos 54min. O 1 a 1 foi ótimo para os franceses.

No Parc des Princes, na França, o PSG martelou, martelou e martelou… mas só acertava a trave. Até que José Mari Bakero, no início do segundo tempo, abriu o placar para o Barcelona, que, com o 1 a 0, iria à semi. No entanto, o time francês reagiu e, com gols de Raí e Vincent Guérin, virou o jogo e garantiu a vaga na próxima fase da Champions.

*O PSG enfrentou o Milan na semifinal daquela temporada e acabou eliminado ao perder na ida e na volta: 3 a 0 no agregado.

-> Assista aos gols do duelo de 1995 no vídeo deste link

Juventus x Monaco, outro duelo das quartas da atual Liga dos Campeões, também aconteceu nos anos 1990. Em 1998, as equipes duelaram nas semifinais do torneio europeu e o site da ESPN novamente relembra:

O moleque Henry tenta superar marcação da Juve em 1998: prevaleceu o time italiano, que tinha Zidane e Del Piero em ótimas fases

O moleque Henry tenta superar marcação da Juve em 1998: prevaleceu o time italiano, que tinha Zidane e Del Piero em ótimas fases

Alessandro Del Piero infernizou a vida do Monaco na temporada 1997/1998 da Champions League. Isso porque foi o italiano que decidiu a classificação da Juventus para a final da competição daquele ano.

Na vitória da por 4 a 1 da Vecchia Signora no jogo de ida, no Delle Alpi, foram três gols de Del Piero e um de Zidane. Costinha descontou para o Rouge et Blanc.

Com um pé na final, a Juve foi tranquila para o joga da volta e relaxou: derrota por 3 a 2 para os franceses, no Stade Louis II, mas classificação assegurada para a decisão. Philippe Léonard, Thierry Henry e Robert Spehar marcaram os gols do triunfo do Monaco. Nicola Amoruso e Del Piero fizeram para os italianos. Relembre os confrontos!

*Na grande decisão em Amsterdam, na Holanda, a Juventus acabou derrotada pelo Real Madrid por 1 a 0 – Mijatovic marcou o gol dos Merengues.

-> Assista aos gols do duelo de 1995 no vídeo deste link

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sábado, 28 de fevereiro de 2015 Ex-jogadores, Seleção francesa | 17:18

O que fazem os campeões do mundo hoje?

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Em 1998, pela primeira (e única) vez uma Copa do Mundo acabou com a França. Onde estão atuando aqueles jogadores atualmente?

Fabien Barthez (goleiro titular): Era diretor esportivo do Luzenac até setembro passado, quando saiu depois que a Federação Francesa de Futebol se negou a autorizar a ascensão do clube para a Ligue 2.

Laurent Blanc (zagueiro titular, fora da final por expulsão na semifinal): Treinador do Paris Saint Germain desde 2013.

Alain Boghossian (meia reserva): Consultor para TV da Eurosport França. Já foi assistente técnico da seleção francesa durante a passagem de Blanc como técnico bleu.

Vincent Candela (lateral-direito e esquerdo reserva): Participou recentemente do programa “Dancing with the Stars” na TV italiana. Tem investido em vários restaurantes na Italia.

Lionel Charbonnier (goleiro reserva): É técnico do Istres, que caiu para a terceira divisão no ano passado.

Marcel Desailly (zagueiro titular, embora também tenha se destacado na carreira como volante. Foi capitão uma vez, na ausência de DD): É consultor para as emissoras de TV francesas Canal+ e Al Jazeera Sport, e segue presente no mundo da publicidade (no site do L’Equipe vc costuma vê-lo em banners animados…)

Didier Deschamps (volante titular e capitão da campanha): É “somente” o técnico da seleção francesa. Antes, passou pelos bancos do Olympique de Marselha, Mônaco e Juventus-ITA, depois de uma vitoriosa carreira de jogador que incluiu passagens por OM e Juve, inclusive.

Bernard Diomède (ponta-esquerda reserva): É presidente da academia que leva seu nome em Issy-les-Moulineaux, uma associação que combina futebol e educação.

Youri Djorkaeff (meia titular)É presidente do Décines, clube que fica nos subúrbios de Lyon. Também é proprietário de um restaurante em Nova York.

Christophe Dugarry (atacante reserva): É consultor do Canal+ francês.

Líderes do elenco vencedor, Blanc e Deschamps se tornaram os técnicos mais de ponta dentre aquele grupo de jogadores

Líderes do elenco vencedor, Blanc e Deschamps se tornaram os técnicos mais de ponta dentre aquele grupo de jogadores

Stéphane Guivarc’h (atacante titular. Não marcou gol): É vice-presidente executivo e treinador do seu primeiro clube amador, o US Trégunc. Paralelamente, trabalha em uma empresa onde vende piscinas.

Thierry Henry (atacante que começou titular e terminou reserva de Karembeu): Recém-aposentado, como maior artilheiro da história da seleção. É consultor para a TV britânica na Sky Sports e disse recentemente que pretende se preparar para virar treinador no futuro.

Christian Karembeu (volante que ganhou a titularidade de Henry): É Embaixador Estratégico em Relações Internacionais do Olympiakos-GRE, onde jogou de 2001 a 2004.

Bernard Lama (terceiro goleiro): É treinador do UD Montjoly, da Guiana Francesa, e da própria seleção da Guiana!

Frank Leboeuf (zagueiro reserva que substituiu Blanc na final): É consultor para a emissora francesa TF1 e também… ator. Esteve no filme “A Teoria de Tudo”, sobre a vida de Stephen Hawking (é o médico que diz à esposa dele que a traqueostomia deixá-lo-ia sem voz), concorrente ao Oscar deste ano. Aliás, uma bela história essa película!

Bixente Lizarazu (lateral-esquerdo titular): É consultor para a emissora de TV francesa TF1 e tem seu próprio programa na rádio francesa RTL. Depois do futebol, partiu para o jiu-jitsu e não fez feio, sendo até campeão europeu em 2009.

Emmanuel Petit (volante titular): É consultor nas emissoras públicas da France Télévisions.

Robert Pires (meia reserva): Após acabar seu contrato com o FC Goa na Liga da India, voltou para a Europa, com a esperança de encontrar uma oportunidade para seguir atuando. Sim, é o único ainda jogador!

Lilian Thuram (lateral-direito titular): É o fundador e presidente da Fundação para a Educação Lilian Thuram contra o racismo.

David Trezeguet (atacante reserva): Anunciou a aposentadoria no mês passado, tendo anunciado que seria uma espécie de embaixador da Juventus da Itália, onde mais se destacou, na América do Sul, ajudando na prospecção de talentos.

Patrick Vieira (volante reserva): Aposentou-se no Manchester City em 2o11 e segue no clube, agora gerenciando a formação de atletas (CT e categorias de base).

Zinedine Zidane (não precisa relembrar, né?): Foi manager, assistente técnico do Real Madrid e agora dirige o Castilla (Real Madrid B), além de ser consultor ocasional para o Canal + França.

Adaptado deste post do blog em espanhol Futbol desde Francia

Para saber mais sobre o desempenho francês na campanha do título de 98, uma página com vários dados é a da Wikipedia francesa

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Ex-jogadores, Franceses no mundo | 19:12

Merci, Thierry Henry!

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“Foi uma viagem incrível”, disse Thierry Henry no último dia 16, terça-feira, ao declarar a aposentadoria do futebol profissional aos 37 anos.

É claro que o atacante não se refere apenas aos cinco anos passados nos Estados Unidos, sua última caminhada na carreira iniciada no Principado mais famoso da Europa, há duas décadas.

Começando a carreira, à la Ruud Gullit (Thierry revelou que a preferência pela camisa 12 na seleção vem da admiração por outro holandês, Van Basten)

Começando a carreira, à la Ruud Gullit (Thierry revelou que a preferência pela camisa 12 na seleção vem da admiração por outro holandês, Van Basten)

Foram muitas conquistas e tantos, tantos gols na trajetória que incluiu Monaco, Juventus, Arsenal, Barcelona e New York Red Bulls, em cinco países diferentes. Com o cume no clube inglês, onde o camisa 14 se tornou o maior artilheiro da agremiação (quase 230 gols) e ganhou até estátua, em 2011.

Carreira vencedora e recordista também na seleção: foi do sub 16 aos Espoirs, galgando os degraus da base, até chegar aos Bleus em 1997. Até 2010, somou 123 partidas (só perde para Lilian Thuram, 142) e 51 gols: goleador-mor da história da França como seleção. Esteve nos dois feitos máximos do país no maior dos torneios que há, como meio titular/meio reserva na Copa de 1998 (o artilheiro daquele time) e titular na de 2006, quando foi “o carrasco” brasileiro da vez (artilheiro francês ao lado de Zidane).

Até pra dar um tapa pro gol o nêgo tinha estilo!

Até pra dar um tapa pro gol o nêgo tinha estilo!

Nos fiascos dos Mundiais de 2002 (expulso no segundo jogo) e 2010 foi titular também, tendo contribuído de forma bem peculiar, naquela repescagem contra a Irlanda em 2009, para que a equipe de Domenech fosse à África do Sul no ano seguinte. Enfim, é o jogador que mais Copas disputou com os Bleus, 4. Como ainda tem um título europeu (2000) e uma Copa das Confederações (2003), dá pra dizer que a passagem, no geral, foi positiva de fato.

França x Irlanda, 2009: A versão francesa da mão de Deus de Maradona-1986...

França x Irlanda, 2009: A versão francesa da mão de Deus de Maradona-1986…

Agora será comentarista da TV inglesa Sky Sports, mas vamos torcer para que apareça numas peladas de vez em quando, como esses jogos entre amigos que acabam sendo transmitidos pra preencher lacunas de programação televisiva em dias xoxos que todo ano tem. Porque aí vamos poder matar um pouco da saudade do craque, finalizador de classe e elegância que tanto aplaudimos (e tentamos imitar sem sucesso) nos últimos anos.

Merci Henry!

No final da carreira, com a camisa do NY Red Bulls, pela liga estadunidense, a MLS

No final da carreira, com a camisa do NY Red Bulls, pela liga estadunidense, a MLS

-> 14 momentos inesquecíveis (como golaços épicos) do 14 do Arsenal: leia no site Trivela

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quinta-feira, 3 de julho de 2014 Extracampo | 19:36

Alagoano homenageia três ídolos franceses no seu nome!

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Acho que, hoje no Brasil, há mais simpatizantes da Alemanha do que da França em se tratando de futebol. Isso por conta da repercussão das duas ligas, da força das seleções nos últimos anos, e porque os Bleus foram bem mais pedra no sapato brasileiro do que os germânicos nas Copas em que a canarinho fracassou.

Mesmo assim, vários brasileiros torcerão pra seleção francesa amanhã, contra a alemã pelas quartas de finais da Copa 2014 que define o adversário do Brasil em uma das semifinais se, é claro, a Colômbia for batida nesta sexta também. Assim como torcerá a família do garoto do exótico nome grifado na imagem abaixo…

O menino e seu pai, que o batizou assim (…), apareceram no início de uma reportagem do Bom Dia Brasil, da TV Globo, exibida hoje (clique aqui para assisti-la).

Zinédine Yazid Zidane é o nome completo Dele, é claro, Mestre Zizou, maior jogador francês da história. Thierry Hanry faz referência, obviamente, a Thierry Henry (o “Hanry” vem de como se pronuncia…), maior artilheiro bleu até hoje. E o Barthez antes do Eric homenageia, exatamente, Fabien Barthez, goleiro carequinha também campeão mundial em 1998, como os anteriores, e igualmente ícone dessa geração vencedora.

Gostos à parte, se todos gostamos da França, então vamos fortalecer a torcida! #Allez

-> Leia as últimas notícias francesas na Copa na página do iG Esporte

No twitter @obrunopessa, com a hashtag #leblogdufoot, tem mais informações e comentários meus sobre a França e a Copa ;)

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quinta-feira, 10 de abril de 2014 Franceses no Brasil, Franceses no mundo | 14:42

Anelka no Atlético-MG e Henry especulado no RB Brasil

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Incorpado às 17h41

Anelka e Henry foram figuras recorrentes na seleção francesa por um bom tempo, de 1998 a 2010

Anelka e Henry foram figuras recorrentes na seleção francesa por um bom tempo, de 1998 a 2010

Ter um francês famoso atuando por aqui já seria ótimo. Dois então nem se fale!

Anelka no Galo é uma realidade que pode se concretizar nos próximos dias. No domingo, o presidente do clube mineiro alardeou a contratação via Twitter, e o atacante pode desembarcar em BH para assinar contrato a qualquer momento.

O último clube de Nicolas foi o West Bromwich Albion, da Inglaterra, de onde saiu após uma celeuma enorme criada por uma comemoração de gol supostamente racista. Não causar problemas no Atlético será um grande passo para o negócio ser bem-sucedido, indo além de uma jogada de marketing. Que o ex-companheiro de PSG, Ronaldinho Gaúcho, ajude Anelka a não sair na mídia apenas por polêmicas e excessos extracampo, apesar do histórico dos dois veteranos… É importante não repetir o controvertido gesto da quenelle.

Henry no Red Bull Brasil, da região de Campinas (treina em Jarinu e joga nos estádios de Guarani e Ponte Preta), que conquistou nos últimos dias o acesso para a primeira divisão paulista, em 2015, ainda não é realidade, só “supositório”, como diria o CHAVINHO… Thierry atua no time norte-americano da franquia da Red Bull, o Nova York, e pelo que postei aqui recentemente, já estaria cogitando encerrar a carreira. Porém, hoje o colunista Flávio Ricco, do UOL, publicou que há conversas avançando para trazer o maior artilheiro da história da seleção francesa ao Paulistão do ano que vem, o que seria muito interessante.

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terça-feira, 1 de abril de 2014 Franceses no mundo | 14:56

Trezeguet ainda brilhando e Henry quase parando

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Henry pelos Red Bulls

Henry pelos Red Bulls

Trezeguet pelo Newell's

Trezeguet pelo Newell’s

Dois dos três maiores artilheiros da história da seleção francesa* vivem momentos distintos. Enquanto que David Trezeguet ainda se destaca, mesmo fora do eixo europeu, Thierry Henry caminha, ao que tudo indica, para os últimos momentos da carreira.

O primeiro, aos 36 anos, tem ajudado o Newell’s Old Boys tanto no Campeonato Argentino quanto na Copa Libertadores da América. Filho de argentinos, Trezeguet retornou ao país onde foi criado e começou no futebol, pelo Platense, antes de defender Monaco, Juventus, Hercules (ESP), Bani Yas (EAU) e River Plate.

Na liga nacional, onde o time está em 9º entre 20 participantes, soma 19 partidas e 7 gols. Na Liberta, em que o próprio David já demonstrou estar bem empolgado, colaborou para a importante vitória fora de casa contra o Nacional, no Uruguai, que colocou a equipe na liderança do Grupo 6, que também conta com o brasileiro Grêmio e o colombiano Nacional de Medellín.

Já o segundo, embora também tenha 36 anos, parece próximo de terminar sua fase no New York Red Bulls, dos Estados Unidos, onde chegou em 2010 após ter defendido Monaco, Juventus, Arsenal (onde se tornou o maior artilheiro de sempre e voltou a jogar por empréstimo em 2012) e Barcelona. A temporada da liga norte-americana está só no início (4 rodadas até aqui), mas a imprensa francesa já especula que o amistoso da equipe com o Arsenal, no dia 26 de julho, pode ser o último da carreira de Henry (por ser contra o clube do qual foi e ainda é ídolo, até que teria cara de despedida mesmo…). No início do ano passado, quando soube publicamente que o clube inglês não o aceitaria por mais um período de empréstimo em função de sua limitação física, ele já havia declarado que “se dava mais dois anos jogando como profissional”.

*Thierry Henry tem 51 gols, seguido por Michel Platini, com 41, e David Trezeguet, com 34.

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 Extracampo, Franceses no mundo | 18:11

Ribéry perde a Bola de Ouro 2013, mas foi justo

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Atualizado em 15/01

Brilha no Brasil que essa derrota na Suíça nem será sentida! (Photo: Fifa.com)

Brilha no Brasil que essa derrota na Suíça nem será sentida! (Photo: Fifa.com)

Embora tenha ganhado 41 de seus 45 jogos oficiais com o Bayern de Munique em 2013, e sido o principal jogador da seleção francesa na campanha das Eliminatórias pra Copa que culminou com o passaporte para o Brasil, Franck Ribéry não levou o principal prêmio individual do futebol pelo desempenho no ano passado.

O Scarface foi muito eficiente, mas quase todo o Bayern também foi. Já Cristiano Ronaldo foi mais brilhante, indefectível goleador tanto por Real Madrid quanto por Portugal, e mereceu o bicampeonato, destronando enfim a Lionel Messi.

Considerando a votação de cada um, no entanto, não é absurdo considerar que tenha havido “empate técnico tríplice”: CR7 27,99%, LM10 24,72%, FR7 23,36%! E levando-se em conta apenas os votos de jornalistas (técnicos e capitães das seleções também votaram), como acontecia na Bola de Ouro da France Football (leia mais a respeito no penúltimo parágrafo), Ribérra teria ganho!

A seleção de 2013 segundo a Fifa teve o camisa 7 do time alemão e dois jogadores gringos do PSG: Neuer, Dani Alves, Sergio Ramos, Thiago Silva e Lahm; Iniesta, Xavi, Ribéry e Messi; Cristiano Ronaldo e Ibrahimovic.

Ibra, aliás, faturou o Prêmio Puskas com o gol mais bonito do ano. EMBORA, não há como ignorar, tenha sido lembrado em 2014 com um prêmio referente a 2013 por um gol marcado ainda em 2012 (pela Suécia, contra a Inglaterra)…

FRANCESES NA HISTÓRIA

Zinedine Zidane segue sendo o único francês no rol de vencedores da Fifa: são três prêmios de Melhor do Mundo (1998, 2000 e 2003 – confira o histórico de ganhadores) e uma Bola de Ouro concedida pela France Football, em 1998. Na premiação concedida pela revista francesa, Kopa, Platini e Papin também tiveram o júbilo de levar o troféu para casa (acesse aqui a lista dos três primeiros desde 1956). Desde 2010, os prêmios foram unificados.

Henry chegou perto do prêmio Fifa algumas vezes entre 2000 e 2006, principalmente em 2003, quando, no Arsenal, foi derrotado apenas pelo tcheco Pavel Nedved, da Juventus (veja o top 10 de “quase” do prêmio).

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014 Ex-jogadores, Extracampo | 20:09

Comercial com Zidane brinca com “carrascos” brasileiros; assista

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Já devem ter visto essa propaganda da Visa na TV, mas como aparece um ilustre futebolista francês e estamos adentrando um ano de Copa, ainda mais no Brasil, vale a referência. A empresa de crediário é uma das patrocinadoras oficiais do Mundial de 2014 da Fifa.

No vídeo, Paolo Rossi, o principal personagem da derrota brasileira para a Itália na Copa de 82, é atendido por um barbeiro no Brasil que, assim que identifica o nome do cliente por meio do cartão de crédito, rememora o triste episódio da “tragédia do Sarriá”, mas nem por isso deixa de ser cordial com o ex-jogador.

Em seguida, entra Zinedine Zidane, que protagonizou as vitórias francesas na decisão da Copa de 98 e nas quartas de finais do Mundial de 2006, desta vez com Thierry Henry. Eis o comercial:

Feliz Ano de Copa no Brasil, e Allez les Bleus!

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 22:32

Ucrânia complica França na repescagem das Eliminatórias pra Copa 2014

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De quem mais se esperava no time francês, Ribéry foi anulado e teve de aceitar a festa ucraniana (Photo: Reuters)

De quem mais se esperava no time francês, Ribéry foi anulado e teve de aceitar a festa ucraniana (Photo: Reuters)

Les Bleus sucumbiram no segundo tempo, levaram 2 a 0 em Kiev e vão ter que suar muito para evitar o vexame de se ausentar do Mundial no Brasil. A decisão acontece em Saint Denis, na próxima terça, dia 19, às 18h (Fox Sports é um dos canais que transmitem ao vivo).

Lloris; Debuchy, Koscielny, Abidal e Evra; Matuidi, Pogba, Nasri e Ribery; Remy e Giroud foi o time francês no primeiro tempo, com poucas chances dos dois lados e nenhuma criatividade na equipe de Deschamps.

Na segunda etapa, quando o técnico gaulês já preparava uma alteração, os anfitriões tramaram boa jogada pela esquerda, Zozulya recebeu do brasileiro Edmar na área, se desvencilhou de Abidal e chutou por baixo de Lloris, abrindo o placar. Sissoko (no lugar de Remy), Valbuena (no de Nasri) e Benzema (Giroud) entraram, porém o quadro não se alterou.

Cenário ruim, que se agravou minutos antes do fim, quando Yarmolenko definiu o marcador e a bela vantagem ucraniana, para grande apreensão francesa. Em dia muito negativo, o zagueiro Koscielny ainda foi expulso e não vai poder jogar na terça (o que não é de todo mal…).

No último duelo entre as partes, pela Euro 2012, havia dado Bleus: 2 a 0, uma vitória aliviante e sobre um dilúvio na época. Ou seja: reverter a vantagem não é impossível, não percamos as esperanças!

Que a classificação para a Copa 2014 venha, mas sem interferência da arbitragem de preferência, para deixarmos ainda mais no fundo do baú da memória aquele 1 a 1 contra Irlanda, que levou a França pra África do Sul com a ajuda da mão esperta de Henry no gol de Gallas… Aliás, os irlandeses festejaram ou festejaram muito o placar no Estádio Olímpico de Kiev?

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quinta-feira, 7 de junho de 2012 Seleção francesa | 21:08

Momento retrô: Inspirações francesas para a Eurocopa

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Daqui a quatro dias, os Bleus começam a busca pelo tricampeonato europeu. Sabem como foram as conquistas em 1984 e 2000? Eu pouco sabia, até assistir aos filmes oficiais da Uefa dos respectivos torneios, que a SporTV transmitiu e felizmente arquivou em seu site. Ambos têm pouco mais de 50 minutos, em forma de documentários, e é claro que recomendo ao fã do foot!

*1984 – Assista ao filme aqui
Depois de 24 anos, a Euro voltava ao país de seu criador, Henry Delaunay. E aquela edição representaria o momento de glória de uma geração habilidosa, que também foi a duas semifinais de Copas do Mundo, em 1982 e 86. Uma equipe que plantou as sementes (conforme análise do Trivela) de uma nova geração vitoriosa, marcada na história do futebol mundial em 1998 e 2000.

Como seria Zidane anos depois, Michel Platini foi o craque de 1984, ostentando até hoje o recorde de gols em uma única Euro: 9 (o ataque do time fez 14, feito também imbatível até aqui!). Excelente, e se considerarmos que foram só 5 jogos na campanha (eram apenas 8 seleções no campeonato), impressionante! Curiosamente, a artilharia-mor de uma única Copa também cabe a um francês, Just Fontaine, 13 em 1958. Mas não podemos olvidar que Platini compunha um meio-campo memorável, chamado até de mágico na época, ao lado de Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez, espanhol naturalizado francês. Sob o comando de Michel Hidalgo, o time confirmou a expectativa da torcida, atuando em casa (em 2016 o filme se repetirá?), e garantiu o primeiro título de expressão para a França.

Campanha: França 1 x 0 Dinamarca – Paris, Parque dos Príncipes (a casa gaulesa pré-Stade de France)
França 5 x 0 Bélgica – Nantes
França 3 x 2 Iugoslávia – Saint-Etienne
Semifinal – França 3 x 2 Portugal – Marselha
Final – França 2 x 0 Espanha – Paris

**2000 – Assista ao filme aqui
Outra marca histórica da França foi conquistada quando a Euro teve sua primeira sede compartilhada, entre Bélgica e Holanda: nunca uma seleção fora campeã europeia logo após ter sido campeã mundial. Com Zizou em plena forma e a base de 1998, Roger Lemerre liderou um elenco que soube confirmar o favoritismo, embora tenha passado por dificuldades, como uma final “sufocante” contra os italianos. Deschamps se despediu da seleção levantando mais uma taça, o então zagueiro-líbero Blanc voltou a beijar a careca de Barthez após a decisão, e jovens como Henry e Trezeguet contribuíram decisivamente também, ao lado do mais velho Djorkaeff. No filme supracitado, Petit, Vieira e Pirés também depõem.

Campanha – França 3 x 0 Dinamarca
França 2 x 1 Rep. Tcheca
França 2 x 3 Holanda (Bleus com reservas, pois ambas já entraram classificadas)
Quartas – França 2 x 1 Espanha (Raúl desperdiçou pênalti idiotamente cometido por Barthez no final)
Semis – França 2 x 1 Portugal (repetindo 84. Zidane garantiu a vitória, de pênalti, com o gol de ouro na prorrogação)
Final – França 2 x 1 Itália (os italianos fizeram 1 a 0 em Roterdã, já no 2o tempo. Wiltord, Trezeguet e Pirès vieram do banco para suprir o cansaço bleu. O primeiro empatou pertinho do fim, quando a Azzurra preparava a festa, causando o tempo extra. Abalada, a Itália viu o segundo ir à linha de fundo e cruzar para um lindo meio-voleio do terceiro, gol de ouro e bicampeonato francês!)

Karim Benzema, Hatem Ben Arfa e Samir Nasri com o troféu da Eurocopa sub 17 de 2004, após a França ter batido a Espanha por 2 a 1, em 15 de maio daquele ano, em Châteauroux (Photo: Alain de Martignac)

Os títulos relatados acima não são os únicos links da França com um passado vitorioso no contexto europeu. Dentro do atual elenco do atual técnico Blanc, despontam talentos da chamada “Geração 87”, nascidos naquele ano e protagonistas do título expresso na fotografia acima. Além da tríade ilustrada, Menez e Matuidi também estavam lá e reaparecem aqui.

Essa geração está pronta para o renascimento na Polônia e na Ucrânia?

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