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segunda-feira, 11 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 14:54

Euro 2012: França 1 x 1 Inglaterra na estreia, um pouco frustrante

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Atualizado às 17h52

Uma estreia é sempre difícil pelo nervosismo e ansiedade naturais, o rival merecia respeito, e a invencibilidade foi mantida, atingindo 22 partidas. Mas o sabor desse resultado é amargo, porque dava para vencer indubitavelmente, afinal a França era tida como favorita, pela melhor fase e os desfalques da Inglaterra, sobretudo o machucado Lampard e o suspenso Rooney, presente na Donbass Arena, em Donetsk – onde há pouco mais de um ano a mesma França goleou os donos da casa ucranianos em amistoso.

Os onze titulares de Blanc, como já se esperava considerando que M’vila ainda está sem condições, foram Lloris; Debuchy, Mexes, Rami, Evra; Cabaye, Diarra, Nasri, Malouda, Ribery; Benzema. Os Bleus começaram mais soltos, Nasri deu o primeiro arremate do jogo, mas o grande perigo de gol inicial foi inglês, com Young enfiando para Mllner, que driblou Lloris e para sorte gaulesa perdeu o ângulo na hora de arrematar sem goleiro, aos 14 minutos.

Porém, aos 29, Lescott não desperdiçou o belo cruzamento de Gerrard, ao ganhar do alto Alou Diarra por cima e testar sem chances para Lloris – será que o goleiro do Lyon não interceptaria a bola se resolvesse sair em vez de ficar em cima da linha? Prejuízo que obrigou a França a partir para cima com mais ênfase. Aos 34, quase Diarra se redime, cabeceando duas vezes em sequência com perigo para o gol de Hart.

A pressão surtiu efeito, os ingleses foram acuados para dentro da grande área e, após rápida troca de passes com Evra e Ribéry, Nasri bateu com categoria, forte e no cantinho do companheiro de Manchester City, para empatar aos 38. O gol fez bem aos franceses, que pressionaram fortemente nos minutos finais da etapa inicial.

Muita gente na frente de Nasri, mas a precisão foi excelente e a Tango morreu na rede (fff.fr)

Já o intervalo acabou ajudando o English Team, que conseguiu equilibrar as ações e segurar os Bleus na primeira metade do segundo tempo. Blanc não mexia no time, e o ataque conseguiu fazer Hart trabalhar novamente, com Nasri e Benzema, dessa vez mais presente. Porém era pouco, embora a Inglaterra também não conseguisse contra-atacar. Somente aos 39 o técnico francês alterou a equipe, com Ben Arfa e Martin nos lugares de Cabaye e Malouda. A pressão seguia constante e a França merecia a vitória, só que não conseguiu transformar o domínio em gol até o fim da contenda.

As últimas três estreias francesas em copas também foram marcadas por empates: 0 a 0 ao debutar na Copa 2006 (contra a Suíça), na Euro 2008 (Romênia) e na Copa 2010 (Uruguai). Embora as perspectivas nesta Euro ainda sejam boas, é preciso reencontrar as vitórias em copas – desde a semifinal de 2006 que os Bleus não sabem o que é isso! (1 a 0 sobre Portugal)

O segundo desafio é contra a Ucrânia, coanfritriã do torneio, às 15h45 de Brasília nesta sexta-feira, 15. É importante vencer pois os ucranianos estrearam com 2 a 1 na Suécia e pularam para a liderança do grupo D. Que acabe o jejum!

FICHA TÉCNICA – FRANÇA 1 X 1 INGLATERRA

Local: Arena Donbass, em Donetsk (Ucrânia)
Data: 11 de junho de 2012 (segunda-feira)
Horário: 13h (de Brasília)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Renato Faverani (ITA) e Andrea Stefani (ITA)
Cartões amarelos: Chamberlain e Young (ING)
Gols: França: Nasri, aos 39min do 1° tempo; Inglaterra: Lescott, aos 30min do 1° tempo (ASSISTA!)

FRANÇA: Lloris; Debuchy, Rami, Mexès e Evra; Cabaye (Martin), A.Diarra e Malouda (Bem Arfa); Nasri, Benzema e Ribéry. Técnico: Laurent Blanc

INGLATERRA:Hart; Johnson, Terry, Lescott e Cole; Parker (Henderson), Gerrard, Milner, Young e Chamberlain (Defoe); Welbeck (Walcott). Técnico: Roy Hodgson

> Galeria de imagens de França 1 x 1 Inglaterra

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010 Seleção francesa | 20:09

Ganhar é bom. Da Inglaterra, melhor ainda!

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Karim Benzema a poucos segundos de abrir o placar em Londres, de canhota (AP)

Inglaterra 1 x 2 França. Em Wembley, lá na casa deles, com mais de 70 mil no campo, voltando depois daquele 2 a 0 em 1999. Se o Galvão Bueno fosse francês, sabemos muito bem o que ele diria, não? Apesar da desvantagem histórica no retrospecto, a França não perde de sua grande rival desde 1997, nos últimos cinco jogos. E Laurent Blanc engrena a quarta vitória seguida, depois de duas derrotas nas primeiras partidas no comando do time tricolor.

Laurent Blanc me surpreendeu com a formação inicial, pois achei que ele seria mais cauteloso, com Alou Diarra no lugar de Gourcuff. Achei também que Mexès não jogaria, mas ele deve ter se recuperado suficientemente da lesão. Os onze foram: Lloris; Sagna, Rami, Mexès e Abidal; M’vila, Gourcuff, Nasri, Valbuena e Malouda; Benzema.

Fabio Capello, forçado a fazer muitas alterações por conta de lesões, escalou: Foster; Lescott, Ferdinand, Jagielka e Gibbs; Barry, Henderson, Walcott, Gerrard e Milner; Caroll. O goleiro seria Hart, mas ele deu azar de se machucar na véspera. No banco de reservas figurava Green, aquele do frangão contra os EUA na Copa 2010.

Muito frio em Wembley, então a movimentação de ambos os lados era boa. A primeira chance francesa veio aos 8 minutos, depois de alguma presença inglesa no ataque, quando Malouda chutou cruzado, rasteiro, e Foster teve de pegar em dois lances. Três minutos depois, Gourcuff meteu a bomba de longe e obrigou o goleiro a ceder escanteio. Muito à vontade no jogo, les Bleus abriram o placar cedo, em bela tabela entre Benzema e Malouda, que o atacante do Real Madrid complementou com chute rasteiro, depois de costurar bem a jogada, no canto do gol: 1 a 0 aos 16 minutos.

A facilidade francesa continuou, levando a melhor nas divididas e disputas de bola e tendo Malouda, Valbuena e Nasri ditando o ritmo no meio de campo e Benzema criando boas oportunidades com sua movimentação no ataque. Logo depois de um contra-ataque francês, Gerrard chegou finalizando com perigo aos 28 minutos. Enquanto insistia em chutões e lançamentos para o ataque, a Inglaterra era ineficiente. Mais para o final do primeiro tempo, procurou sair tocando e conseguiu se aproximar mais da área de Lloris.

Houve substituições em ambos os lados no intervalo: 3 no English Team, que realmente precisava de uma sacudida, e uma na França: Mexés, que até se portou bem para quem vinha machucado, saiu para o lugar de Sakho. Logo aos 3 minutos, Henderson deu carrinho duro em Gourcuff, que saiu sentindo, e levou o primeiro cartão amarelo do jogo, que vinha sossegado bastante para a rivalidade que existe entre os países. Quatro minutos depois, perigoso contragolpe inglês, mas Mamadou foi ótimo no desarme, provando que entrara ligadão no jogo.

 

Blanc resolveu quebrar o ritmo do jogo e fortalecer a marcação, colocando Alou Diarra no lugar de Valbuena e Rémy no de Benzema. Um pouco mais tarde, tirou Malouda, muito aplaudido, para a entrada de Payet. Mas a pressão inglesa virou sufoco, com claras chances de gols perdidas, embora a França não tenha se acuado totalmente, chegando a acertar a trave em chutaço de Nasri.

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Os autores dos gols celebram (AP)

Dando mais espaço para as investidas visitantes, os anfitriões foram penalizados aos 10 minutos, quando Sagna avançou bem pela direita, cruzou à meia altura e Valbuena bateu no canto, de direita: 2 a 0. Mas nada estava ganho, poris os donos da casa voltaram à carga ofensiva e começaram a criar perigo nas bolas alçadas na área. Numa delas, Mvila deixou Gerrard livre no segundo pau, o capitão inglês cabeceou e a bola tocou o travessão, saindo para sorte francesa.

Aos 39, Gerrard saiu mancando e o grandalhão Peter Crouch entrou, todos sabemos para quê (olha o Capello apelando!). Hoarau veio no lugar de Gourcuff, que deveria estar cansadão naquela altura. Um minuto depois, Crouch enganou Alou Diarra, que tentava marcá-lo em escanteio, e tocou pela primeira vez na bola, justamente pras redes francesas: 2 a 1 e bota pressão nos minutos finais.

Blanc parou o jogo de novo colocando Reveillère no lugar de Sagna, mas o árbitro fez o favorzaço de dar 5 minutos de acréscimo, para aumentar a tensão francesa. E tome chuveirinho na área, com Lloris disposto a sair socando, mas nem sempre com sucesso. Apesar do certo desespero do ataque x defesa no fim, deu pra se segurar e ganhar mais uma lá no campo deles, enchendo Blanc e seus jogadores de esperança sobre a caminhada dos Bleus, que voltam a campo só em fevereiro de 2011, contra um freguês de nome… Brasil.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009 Copas francesas, Extracampo, Franceses no mundo | 21:28

Pílulas com o presidente

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Sarkozy não dispensou a corridinha mesmo fora de casa (Reuters)

Sarkozy não dispensou a corridinha mesmo fora de casa (Reuters)

Nada de muuito relevante nesta terça-feira. Então vamos de pílulas do que rolou aqui e ali pelo mundo envolvendo franceses:

>> Lorient, França: Rolaram dois jogos pela Copa da Liga Francesa. Lorient e Clermont (lanterna da 2ª divisão), eliminaram respectivamente Grenoble (que perde tudo que disputa) e Vannes, outro da Segundona, e se classificaram para as oitavas-de-finais. O gol do Lorient veio por intermédio de Kevin Gameiro, cujo pé anda bastante calibrado ultimamente. Amanhã acontecem mais oito partidas, envolvendo vários times da Ligue 1, como PSG e Monaco.

>> Liverpool, Inglaterra: Com muitos titulares poupados e alguns no banco, o time inglês eliminou o Leeds United da Copa da Liga Inglesa graças ao gol do atacante francês David N’Gog, revelado pelo Paris Saint-Germain. Curiosidade 1: o cara é primo de Jean-Alain Boumsong, zagueiro do Lyon. Curiosidade 2: ele deixou o gramado de Anfield aplaudido pela torcida dos Reds e foi substituído por ninguém menos do que Steven Gerrard. Que dia para o cara com nome de função matemática! 

>> Santander, Espanha: Thierry Henry foi apenas coadjuvante de Lionel Messi e Zlatan Ibrahimovic na goleada do Barcelona sobre o Racing, 5 a 1 fora de casa. O time vai tão bem que prescinde do poder de decisão do maior atacante da história da seleção francesa. O Barça é anormal ou realmente o futebol francês é de segundo escalão na Europa?

>> Nova York, Estados Unidos: Ah, na foto do post, o presidente francês Nicolas Sarkozy se exercita em belo cenário norte-americano, onde participa de uma cúpula da ONU. Enquanto ele relaxa e mantém a forma, os franceses afetados pela greve dos correios de lá, em protesto ao governo, devem estar p… da vida.

Será que Sarkô tem alguma habilidade com a bola nos pés? Com as mulheres não se discute: a primeira-dama é só a Carla Bruni…

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