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segunda-feira, 20 de abril de 2015 Ex-jogadores, Extracampo | 23:12

12º Jogo contra a Pobreza e 6º aniversário do blog

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 No último dia 17 completamos, eu e esta página, 6 anos de vida internética ininterrupta! Obrigado a todos que passaram por aqui, seja uma, 7 ou 70 vezes, e especialmente aos que ainda não nos abandonaram!! 😛

Falando em aniversário nos lembramos de festa, o que vemos no futebol quando há jogos beneficentes e descontraídos entre jogadores da atualidade e do passado, por exemplo. Como hoje, no 12º Match Against Poverty, organizado por Zinedine Zidane e Ronaldo Fenômeno. Os amigos dos ex-craques jogaram contra os atletas e veteranos do Saint-Etienne, justamente no estádio Geoffroy-Guichard, casa dos Verts.

E os “ASSE All Stars” fizeram bonito contra os amigos de Zizou e R9, também chamados de time da United Nations Development Programme (UNDP), braço da ONU que tem o francês e o brasileiro como embaixadores. Com alguns jogadores em atividade na equipe, o que evidentemente lhe deu mais gás na segunda metade do segundo tempo, venceram de virada por 9 a 7 com gols de Aubameyang (3), hoje atacante do Borussia Dortmund, Mollo (2), meia do elenco atual, Battles (2), meia aposentado em 2012, Feindouno, meia guineense ainda em atividade, e o brasileiro Alex Dias, que parou em 2012 mas voltou este ano, no interior de SP.

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 Clique sobre a foto para visualizá-la sem esse embaço

Aliás, acompanhando a partida pelo Twitter, com as postagens da hashtag #MAP2015, deu para perceber o saudosismo dos torcedores do Sainté em relação a Dias, que marcou um belo gol de virada e comemorou imitando uma pantera, como fazia nos bons tempos defendendo o clube (teve duas passagens, 1999 a 2001, e 2002 a 2003). Um chegou a sugerir que, no final da temporada, o ASSE troque o atual centroavante Erding por ele…

Assim como no tempo em que destruíam defesas adversárias, Ronaldo se destacou em gols, com três, e Zidane em passes açucarados. Os franceses Trezeguet e Djorkaeff, além de Seedorf e Jay Jay Okocha, nigeriano que passou pelo PSG, foram os outros goleadores da equipe dos embaixadores. Também estiveram em campo Barthez, Abidal, Karembeu, do lado visitante, além de Janot, ex-goleiro stephanois, e Zouma, zagueiro revelado pelo clube verde e hoje no Chelsea.

A beneficência do jogo foi que dois terços da arrecadação se destinaram a famílias de vítimas do Ebola na África, e o terço restante para a fundação do Saint-Étienne. Assista a todos os 16 gols da partida neste vídeo.

Ah, amanhã tem Barcelona x PSG, belo programa prum feriado! E na quarta, menos badalado mas tão importante quanto, Monaco x Juventus, também pela Liga dos Campeões da Europa.

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sábado, 28 de fevereiro de 2015 Ex-jogadores, Seleção francesa | 17:18

O que fazem os campeões do mundo hoje?

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Em 1998, pela primeira (e única) vez uma Copa do Mundo acabou com a França. Onde estão atuando aqueles jogadores atualmente?

Fabien Barthez (goleiro titular): Era diretor esportivo do Luzenac até setembro passado, quando saiu depois que a Federação Francesa de Futebol se negou a autorizar a ascensão do clube para a Ligue 2.

Laurent Blanc (zagueiro titular, fora da final por expulsão na semifinal): Treinador do Paris Saint Germain desde 2013.

Alain Boghossian (meia reserva): Consultor para TV da Eurosport França. Já foi assistente técnico da seleção francesa durante a passagem de Blanc como técnico bleu.

Vincent Candela (lateral-direito e esquerdo reserva): Participou recentemente do programa “Dancing with the Stars” na TV italiana. Tem investido em vários restaurantes na Italia.

Lionel Charbonnier (goleiro reserva): É técnico do Istres, que caiu para a terceira divisão no ano passado.

Marcel Desailly (zagueiro titular, embora também tenha se destacado na carreira como volante. Foi capitão uma vez, na ausência de DD): É consultor para as emissoras de TV francesas Canal+ e Al Jazeera Sport, e segue presente no mundo da publicidade (no site do L’Equipe vc costuma vê-lo em banners animados…)

Didier Deschamps (volante titular e capitão da campanha): É “somente” o técnico da seleção francesa. Antes, passou pelos bancos do Olympique de Marselha, Mônaco e Juventus-ITA, depois de uma vitoriosa carreira de jogador que incluiu passagens por OM e Juve, inclusive.

Bernard Diomède (ponta-esquerda reserva): É presidente da academia que leva seu nome em Issy-les-Moulineaux, uma associação que combina futebol e educação.

Youri Djorkaeff (meia titular)É presidente do Décines, clube que fica nos subúrbios de Lyon. Também é proprietário de um restaurante em Nova York.

Christophe Dugarry (atacante reserva): É consultor do Canal+ francês.

Líderes do elenco vencedor, Blanc e Deschamps se tornaram os técnicos mais de ponta dentre aquele grupo de jogadores

Líderes do elenco vencedor, Blanc e Deschamps se tornaram os técnicos mais de ponta dentre aquele grupo de jogadores

Stéphane Guivarc’h (atacante titular. Não marcou gol): É vice-presidente executivo e treinador do seu primeiro clube amador, o US Trégunc. Paralelamente, trabalha em uma empresa onde vende piscinas.

Thierry Henry (atacante que começou titular e terminou reserva de Karembeu): Recém-aposentado, como maior artilheiro da história da seleção. É consultor para a TV britânica na Sky Sports e disse recentemente que pretende se preparar para virar treinador no futuro.

Christian Karembeu (volante que ganhou a titularidade de Henry): É Embaixador Estratégico em Relações Internacionais do Olympiakos-GRE, onde jogou de 2001 a 2004.

Bernard Lama (terceiro goleiro): É treinador do UD Montjoly, da Guiana Francesa, e da própria seleção da Guiana!

Frank Leboeuf (zagueiro reserva que substituiu Blanc na final): É consultor para a emissora francesa TF1 e também… ator. Esteve no filme “A Teoria de Tudo”, sobre a vida de Stephen Hawking (é o médico que diz à esposa dele que a traqueostomia deixá-lo-ia sem voz), concorrente ao Oscar deste ano. Aliás, uma bela história essa película!

Bixente Lizarazu (lateral-esquerdo titular): É consultor para a emissora de TV francesa TF1 e tem seu próprio programa na rádio francesa RTL. Depois do futebol, partiu para o jiu-jitsu e não fez feio, sendo até campeão europeu em 2009.

Emmanuel Petit (volante titular): É consultor nas emissoras públicas da France Télévisions.

Robert Pires (meia reserva): Após acabar seu contrato com o FC Goa na Liga da India, voltou para a Europa, com a esperança de encontrar uma oportunidade para seguir atuando. Sim, é o único ainda jogador!

Lilian Thuram (lateral-direito titular): É o fundador e presidente da Fundação para a Educação Lilian Thuram contra o racismo.

David Trezeguet (atacante reserva): Anunciou a aposentadoria no mês passado, tendo anunciado que seria uma espécie de embaixador da Juventus da Itália, onde mais se destacou, na América do Sul, ajudando na prospecção de talentos.

Patrick Vieira (volante reserva): Aposentou-se no Manchester City em 2o11 e segue no clube, agora gerenciando a formação de atletas (CT e categorias de base).

Zinedine Zidane (não precisa relembrar, né?): Foi manager, assistente técnico do Real Madrid e agora dirige o Castilla (Real Madrid B), além de ser consultor ocasional para o Canal + França.

Adaptado deste post do blog em espanhol Futbol desde Francia

Para saber mais sobre o desempenho francês na campanha do título de 98, uma página com vários dados é a da Wikipedia francesa

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Copas francesas, Seleção francesa | 22:44

Lyon papa mais um Troféu dos Campeões, e as francesas vivas nas Olimpíadas 2012

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Foi suado, mas o Lyon bateu o Montpellier nos pênaltis, no último sábado, e levou pela sétima vez o Troféu dos Campeões, que o clube disputou em oito oportunidades na história da decisão, existente desde 1995 (veja todos os campeões e vices). É, disparadamente, o maior vencedor da taça, ganha duas vezes por Olympique de Marselha (relembre as conquistas de 2010 e de 2011), Bordeaux, PSG, Monaco e Nantes.

Sem Kallstrom, negociado para o Spartak Moscou, e Lisandro Lopez, lesionado, o OL começou mal. Mesmo sem o destaque Belhanda, suspenso, o atual campeão francês saiu na frente, aos 26 minutos de jogo, com Utaka. Porém, com Gourcuff inspirado, os lioneses empataram: Yoann cruzou para Gomis deixar tudo igual, de cabeça, aos 44. Não por muito tempo, pois um pênalti recolocaria o MHSC na frente do marcador, quando Herrera cobrou e converteu aos 12 da etapa complementar.

Porém, ao recuar, o Montpellier chamou o Lyon pro ataque, e Briand empatou novamente, aos 32, aproveitando, de voleio, cruzamento de Lacazette. Com a expulsão de Estrada, pouco tempo depois, o OL cresceu mais no jogo, criou boas chances, cedeu contragolpes, mas a ida para os pênaltis foi inevitável. Fofana desperdiçou do lado lionês, mas as defesas de Lloris nos chutes de Charbonier e Bedimo garantiram os 4 a 2 e o título para o clube de Gerland (leia mais e assista aos melhores momentos no post do BrasilLyonnais).

Ex-jogador bleu, Djorkaeff entregou a taça de melhor jogador da final para Gourcuff - é a segunda vez que o meia, destaque também na conquista girondina em 2009, recebe a distinção (lfp.fr)

*OLIMPÍADAS 2012*
Em Londres, depois da dura derrota na estreia para as norte-americanas, as francesas se recuperaram com estilo: 5 a 0 na Coreia do Norte, no último sábado, gols sortidos de Georges, Thomis, Delie, Renard e Catala.

Com a vitória dos EUA sobre a Colômbia, por 3 a 0, o grupo olímpico tem liderança norte-americana e vice partilhada por francesas e norte-coreanas. Como o último desafio na chave, para Les Bleues, são as fracas colombianas, a esperada vitória deve garanti-las na próxima fase, ao menos na segunda colocação. O jogo acontece nesta terça-feira, 31 de julho, às 13h15 de Brasília, em Newcastle.

– Quer receber notícias e opiniões sobre futebol francês no seu Twitter, interagindo comigo? Me segue lá!
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quinta-feira, 7 de junho de 2012 Seleção francesa | 21:08

Momento retrô: Inspirações francesas para a Eurocopa

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Daqui a quatro dias, os Bleus começam a busca pelo tricampeonato europeu. Sabem como foram as conquistas em 1984 e 2000? Eu pouco sabia, até assistir aos filmes oficiais da Uefa dos respectivos torneios, que a SporTV transmitiu e felizmente arquivou em seu site. Ambos têm pouco mais de 50 minutos, em forma de documentários, e é claro que recomendo ao fã do foot!

*1984 – Assista ao filme aqui
Depois de 24 anos, a Euro voltava ao país de seu criador, Henry Delaunay. E aquela edição representaria o momento de glória de uma geração habilidosa, que também foi a duas semifinais de Copas do Mundo, em 1982 e 86. Uma equipe que plantou as sementes (conforme análise do Trivela) de uma nova geração vitoriosa, marcada na história do futebol mundial em 1998 e 2000.

Como seria Zidane anos depois, Michel Platini foi o craque de 1984, ostentando até hoje o recorde de gols em uma única Euro: 9 (o ataque do time fez 14, feito também imbatível até aqui!). Excelente, e se considerarmos que foram só 5 jogos na campanha (eram apenas 8 seleções no campeonato), impressionante! Curiosamente, a artilharia-mor de uma única Copa também cabe a um francês, Just Fontaine, 13 em 1958. Mas não podemos olvidar que Platini compunha um meio-campo memorável, chamado até de mágico na época, ao lado de Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez, espanhol naturalizado francês. Sob o comando de Michel Hidalgo, o time confirmou a expectativa da torcida, atuando em casa (em 2016 o filme se repetirá?), e garantiu o primeiro título de expressão para a França.

Campanha: França 1 x 0 Dinamarca – Paris, Parque dos Príncipes (a casa gaulesa pré-Stade de France)
França 5 x 0 Bélgica – Nantes
França 3 x 2 Iugoslávia – Saint-Etienne
Semifinal – França 3 x 2 Portugal – Marselha
Final – França 2 x 0 Espanha – Paris

**2000 – Assista ao filme aqui
Outra marca histórica da França foi conquistada quando a Euro teve sua primeira sede compartilhada, entre Bélgica e Holanda: nunca uma seleção fora campeã europeia logo após ter sido campeã mundial. Com Zizou em plena forma e a base de 1998, Roger Lemerre liderou um elenco que soube confirmar o favoritismo, embora tenha passado por dificuldades, como uma final “sufocante” contra os italianos. Deschamps se despediu da seleção levantando mais uma taça, o então zagueiro-líbero Blanc voltou a beijar a careca de Barthez após a decisão, e jovens como Henry e Trezeguet contribuíram decisivamente também, ao lado do mais velho Djorkaeff. No filme supracitado, Petit, Vieira e Pirés também depõem.

Campanha – França 3 x 0 Dinamarca
França 2 x 1 Rep. Tcheca
França 2 x 3 Holanda (Bleus com reservas, pois ambas já entraram classificadas)
Quartas – França 2 x 1 Espanha (Raúl desperdiçou pênalti idiotamente cometido por Barthez no final)
Semis – França 2 x 1 Portugal (repetindo 84. Zidane garantiu a vitória, de pênalti, com o gol de ouro na prorrogação)
Final – França 2 x 1 Itália (os italianos fizeram 1 a 0 em Roterdã, já no 2o tempo. Wiltord, Trezeguet e Pirès vieram do banco para suprir o cansaço bleu. O primeiro empatou pertinho do fim, quando a Azzurra preparava a festa, causando o tempo extra. Abalada, a Itália viu o segundo ir à linha de fundo e cruzar para um lindo meio-voleio do terceiro, gol de ouro e bicampeonato francês!)

Karim Benzema, Hatem Ben Arfa e Samir Nasri com o troféu da Eurocopa sub 17 de 2004, após a França ter batido a Espanha por 2 a 1, em 15 de maio daquele ano, em Châteauroux (Photo: Alain de Martignac)

Os títulos relatados acima não são os únicos links da França com um passado vitorioso no contexto europeu. Dentro do atual elenco do atual técnico Blanc, despontam talentos da chamada “Geração 87”, nascidos naquele ano e protagonistas do título expresso na fotografia acima. Além da tríade ilustrada, Menez e Matuidi também estavam lá e reaparecem aqui.

Essa geração está pronta para o renascimento na Polônia e na Ucrânia?

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terça-feira, 14 de junho de 2011 Francês da 1ª divisão | 00:27

Mercado: Quem sai, quem fica, quem para (I)

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Gameiro mostra onde está a partir de agora. Tem tudo para vingar (PSG.fr)

Um post só não vai dar conta das movimentações (e também das permanências) de jogadores nessa fase de transferências e renovações, então vamos pouco a pouco. Este é só um começo, un début. Conto com vossa ajuda no que eu esquecer ou não conseguir informar aqui!

– Primeiro, lembrança aos que pararam. O PSG foi o último time do goleiro Grégory Coupet e do volante Claude Makelele (ambos com 38 anos), que receberam bonitas homenagens no último jogo de ambos no Parc des Princes, quadros e flores entregues pelos filhos (falando no assunto, quem ganhou uma homenagem tardia foi o ex-goleiro Bernard Lama, que marcou época com a camisa tricolor nos anos 1990. Um amistoso reuniu nomes como Zidane, Djorkaeff, Weah, Raí e Pauleta no último sábado).

Makelele ganhou a Liga dos Campeões da Europa pelo Real Madrid galáctico em 2002 e Coupet participou de todas as sete conquistas consecutivas nacionais do Lyon, entre 2002 e 2008. Ambos estiveram entre os Bleus na campanha do vice-campeonato na Copa 2006.

– Para o lugar de Coupet, uma reposição à altura: Nicolas Douchez, que pelo Rennes foi o goleiro menos vazado da última Ligue 1. Com 31 anos, ele chega com um contrato de três anos.

– O Paris Saint-Germain, aliás, trouxe um baita dum reforço pro setor ofensivo: o atacante Kevin Gameiro, vice-artilheiro da Ligue 1 2010/2011 pelo Lorient e presente nas recentes convocações da seleção francesa principal de Laurent Blanc.

– O campeão Lille tratou de não sentir o desfalque do meia Yoan Cabaye, vendido para o Newcastle United, da Inglaterra, e trouxe o rodado Benoît Pedretti, de 30 anos, que já passou por Sochaux, Olympique de Marselha, Lyon e Auxerre, que defendeu nos últimos cinco anos.

– Como Eden Hazard e Gervinho podem deixar o LOSC (o marfinense já manifestou sua vontade de sair do clube neste verão europeu, mas uma proposta do Tottenham já foi recusada), o ataque precisa ser reforçado pelos lados dos Dogues. Quem já chegou foi a revelação Ronny Rodelin, de 21 anos, que vem do Nantes, por onde atuou na última Ligue 2. Mas é pouco para uma Champions League, heim…

– E como Adil Rami já estava de malas prontas para o Valencia desde o início do ano, o reforço de peso do Lille para a zaga pode ser o montenegrino Marko Basa, de 28 anos, do Lokomotiv Moscou. Ele já passou pelo futebol francês entre 2005 e 2008, no Le Mans, e segundo alguns veículos franceses já fechou acordo com o LOSC. 

– Bem valorizados depois da boa temporada do Sochaux, os meias Marvin Martin (que já chegou mostrando serviço no primeiro chamado para a seleção) e Ryad Boudebouz seguem no clube, segundo o presidente Alexandre Lacombe, que assim o disse na apresentação do novo treinador Mécha Bazdarevic. O assédio deve estar sendo grande…

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Quadros e flores para Makelele e Coupet (PSG.fr)

Leia também:

> PSG contrata vice-artilheiro do último Campeonato Francês

> Craques do passado marcam presença no adeus de Bernard Lama

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quarta-feira, 30 de março de 2011 Brasileiros na França, Ex-jogadores, Extracampo | 23:41

Jogadores e ex curtindo um futsal. E a promoção do Nenê

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A galera parisiense enfileirada prum dos jogos (PSG.fr)

A galera parisiense enfileirada prum dos jogos (PSG.fr)

No último fim de semana, aproveitando pausa no Campeonato Francês por conta das datas Fifa com Eliminatórias para a Eurocopa e amistosos (sexta/sábado e terça-feira), um grupo de jogadores em atividade e outros já aposentados se aventuraram a jogar futsal, num quadrangular na Arena de Bercy, em Paris.

Nenê, de branco, cumprimenta Djorkaeff (PSG.fr)

Nenê, de branco, cumprimenta Djorkaeff (PSG.fr)

Paris Saint-Germain, Lille, Brest e veteranos selecionáveis, com atletas da Copa de 1998, foram para a quadra. O campeão foi o Stade Brestois, que bateu o LOSC (com Túlio de Melo, Frau, Landreau e outros) na final, enquanto que o PSG (com Nenê, Ceará, Coupet, Edel, Giuly, Makelele, Armand e Traoré, entre outros) ficou com o terceiro lugar, ao derrotar os veteranos da seleção, comandados por Youri Djorkaeff.

Via assessoria de imprensa, Nenê disse ter curtido pacas o evento. “Foi bem legal poder matar saudades dos meus tempos de salão em Jundiaí. Adorei disputar esse torneio, que acontece há vários anos, e espero estar presente nas próximas edições”, declarou, se dizendo amigo pessoal de Falcão, astro da seleção brasileira de futsal.

Bruno Grougi e o time do Brest com o troféu do quadrangular (SB.com)

Bruno Grougi e o time do Brest com o troféu do quadrangular (SB.com)

Nenê dará camisa
Com visual novo no seu site oficial (www.nenefutebol.com.br), o destaque do PSG vai dar uma camisa do clube para quem acertar a pergunta “quantos gols Nenê irá marcar pelo PSG em jogos oficiais na temporada 2010/2011?”. O internauta deve informar idade, cidade onde reside e clube do coração.

Até o momento, o meia-atacante já assinalou 18 gols, sendo 13 pelo Campeonato Francês, quatro pela Liga Europa e um pela Copa da França. Até o final da temporada, o PSG ainda vai disputar 10 jogos pela Ligue 1 e pelo menos mais uma pela Copa, em que está classificado para a semifinal. É possível ficar por dentro das novidades do site no twitter @SitedoNene.

Nenê contra o goleiro do Brest: o brasuca parece levar bastante jeito... (PSG.fr)

Nenê contra o goleiro do Brest: o brasuca parece levar bastante jeito... (PSG.fr)

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Copa do Mundo, Ex-jogadores, Seleção francesa | 17:55

France vs Brésil: História é o que não falta

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Quarta-feira agora, cotidianamente conhecida como amanhã, as seleções masculinas de futebol de França e Brasil farão o 14º confronto desde sempre. A vantagem é ligeiramente brasileira: cinco vitórias, contra quatro francesas (21 gols canarinhos, 18 bleus). Foram quatro empates também, o que permite enxergar bastante equilíbrio no retrospecto.

Se bem que, nos últimos cinco embates, nada de vitória brasuca – a última foi há quase 20 anos, em 1992. De todos os participantes do jogão que se aproxima, cinco são os personagens que já disputaram um França x Brasil: Laurent Blanc, Eric Abidal, Alou Diarra, Florent Malouda e Robinho. O único francês que perdeu foi o técnico, quando era jogador, ainda no século 20…

Eis os duelos:

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"Para a eternidade", sobre 12/07/1998 (Zidane, Djorkaeff e Petit na foto)

01/07/2006França 1 x 0 BrasilCopa do Mundo (Alemanha)
Apesar da desvantagem histórica, a última lembrança, entretanto, é doce para os europeus e catastrófica para os sul-americanos. A maestria de Zinedine Zidane e o gol de Thierry Henry em Frankfurt classificaram a França para a semifinal, mandando o Brasil de Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká para casa na Copa. Quer rever os melhores momentos? Vídeo no pé do post! (com Galvão Bueno é mais gostoso…)

20/05/2004 – França 0 x 0 BrasilAmistoso (Saint-Denis)
Comemoração do centenário da Fifa, com os então campeões do mundo e da Europa em campo. Uniformes à moda antiga, pompa e circunstância, mas nada de gols, até porque Grégory Coupet foi muito bem.

07/06/2001Brasil 1 x 2 FrançaCopa das Confederações (Suwon, Coreia do Sul)
Semifinal do torneio ocorrido um ano antes do Mundial asiático. Pirés abriu o placar, Ramon empatou para a seleção de Emerson Leão (que tinha Leomar, Carlos Miguel, Robert e outros craques) e Desailly deu a vitória aos franceses.

12/07/1998 – França 3 x 0 BrasilCopa do Mundo (Saint-Denis) 
Eis que o mundo da bola conhece e reverencia Zizou – premiado, dias atrás, com o Laureus por sua carreira no esporte – autor de dois gols e vencedor de um duelo que não houve com Ronaldo, na época ainda Ronaldinho. Petit fechou o caixão do time do mestre Zagallo (veja o que o ex-volante faz da vida hoje). No último domingo, a edição impresa do L’Équipe relembrou o fato. O vídeo está lá no pé (tem Galvão? mas é claro!)

03/06/1997 – França 1 x 1 BrasilTorneio da França (Lyon)
Partida inaugural do mini-campeonato, que reuniu ainda Inglaterra (a campeã) e Itália. Roberto Carlos abriu o placar com aquela célebre bomba que fez uma impressionante curva para vencer Barthez. No segundo tempo, o empate veio com o obscuro Marc Keller, atacante que passou por clubes medianos nos anos 1990 e atualmente é dirigente do Monaco. Em seis jogos pelos Bleus, seu único gol foi aquele propiciado pelo rebote de Taffarel.
 
26/08/1992 – França 0 x 2 Brasil Amistoso (Parc des Princes, Paris)
Não me lembro deste jogo (tinha 10 anos na época…), nem achei vídeo no YouTube. Os Bleus, que tinham demitido Michel Platini do comando da equipe quase dois meses antes, foram comandados por Gerard Houllier, com Aimé Jacquet como preparador físico. O time já tinha os futuros campeões mundiais Blanc, Deschamps e Petit, assim como Papin e Ginola lá na frente. 

 
 

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Platini precedeu Zidane no posto de "francês mais odiado pelos brasileiros no futebol"

21/06/1986 Brasil 1 (3) x 1 (4) França Copa do Mundo (México)
Embora o estádio Jalisco tenha sido o principal palco do tricampeonato mundial em 1970, a última aparição canarinho por lá em Copas teve sabor amargo para a torcida brasileira: no duelo dos craques de então, Michel Platini deixou Zico para trás nas quartas-de-finais em Guadalajara, quando o Galinho perdeu pênalti, defendido por Joel Bats, que alteraria o placar de 1 a 1 no tempo normal e poderia ter evitado a posterior disputa por penalidades. Platini marcou o único gol sofrido pelo Brasil na Copa nos 90 minutos regulamentares. 
 
15/05/1981 – França 1 x 3 Brasil – Amistoso (Parc des Princes)
Zico, Reinaldo e Sócrates decretaram a vitória brasileira, com Didier Six descontando perto do final para os Bleus, que tinham Jean Tigana, hoje técnico do Bordeaux, naquele grupo.

01/04/1978 – França 1 x 0 Brasil – Amistoso (Parc des Princes)
Michel Platini decidiu aos 41 minutos do 2º tempo.
 
30/06/1977
 – Brasil 2 x 2 FrançaAmistoso (Maracanã, Rio de Janeiro)
Edinho e Roberto Dinamite deixaram os brasileiros em vantagem, mas Didier Six e Marius Trésor igualaram o placar final. Platini jogou os 90 minutos, assim como Bernard Lacombe, então atacante e posteriormente treinador e dirigente do Lyon.

28/04/1963França 2 x 3 BrasilAmistoso (Olympique des Colombes, Paris)
Os três gols brasileiros constam no currículo de um tal de Edson Arantes do Nascimento…

24/06/1958 – Brasil 5 x 2 FrançaCopa do Mundo (Suécia)
Just Fontaine, artilheiro do Mundial com incríveis 13 gols em 6 jogos (recorde até hoje), fez um dos gols franceses em Estocolmo. Raymond Kopa deu passe para os dois tentos gauleses. Mas Pelé, três vezes, Vavá e Didi arruinaram o sonho europeu de chegar à final. No YouTube dá para assistir a essa relíquia histórica, dividida em várias partes (procure por “World Cup 1958 Full Game Semifinal Brazil vs France”).

01/08/1930 – Brasil 3 x 2 FrançaAmistoso (Laranjeiras, Rio de Janeiro)
Primeiro duelo da história, vitória dos anfitriões de virada.

*Mais curiosidades sobre Brasil x França, como as comparações dos valores de passe de todos os jogadores convocados pro jogo de amanhã, você acha no blog Futebol em Números, do iG.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010 Francês da 1ª divisão | 18:18

Começou com zebra

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O principal destaque da primeira rodada do Campeonato Francês 2010/2011, que registrou boas presenças de público em vários estádios (foi a saudade da bola!), acabou sendo a vitória do campeão da segunda divisão sobre o atual campeão nacional. Mesmo em Marselha, deu Caen, por 2 a 1. O vídeo abaixo, com os gols, é interessante: uma narração apaixonada dos gols do time visitante, uma defesa marselhesa lenta, deixando Mandanda na mão, e um gol de Samassa obtido na raça – ele chegou a calar a torcida rival, mas por pouco tempo:

Com belos gols, o PSG não deu chance para o Saint-Etienne (3 a 1). Erding contou com assistência de Hoarau, Séssegnon marcou após belo voleio, com uma ajudinha do goleiro Janot, e Nenê também deixou sua marca. E o gol do ASSE também teve sua beleza, na enganada que Payet deu na marcação antes de chutar a gol (assista a vídeo no post de ontem).

Com Laurent Blanc nas tribunas, ao lado de Fabien Barthez e Youri Djorkaeff, a nota lamentável do jogo foi a proibição de 249 torcedores parisienses de comparecer ao próximo jogo da equipe no Parc des Princes, por serem interrogados após discordarem das novas medidas de segurança implementadas pelo presidente Robin Leproux. Precisava de tudo isso?

Lyon e Monaco ficaram no 0 a 0, que chato, em mais um desmaio de Bafétimbi Gomis em campo, que coisa!

E o Bordeaux manteve a sina negativa na Ligue 1, perdendo para o Montpellier: são nove jogos sem vitórias dos girondinos, se contarmos o último campeonato. O time não vence fora de casa desde 20 de janeiro!

O Toulouse começou com vitória sobre o recém-chegado Brest, mas chegou a se preocupar durante o jogo, quando o artilheiro André-Pierre Gignac deixou o gramado de maca. Apesar da suspeita de fratura, seu tornozelo esquerdo foi vítima apenas de uma entorse, como foi revelado nesta segunda.

Algo mais a destacar pós journée?

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O enfaixado belga Hazard, do Lille, e a bela bola da Puma, diante do Rennes (AFP)
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segunda-feira, 21 de junho de 2010 Copa do Mundo | 16:39

Boas lembranças dos Bafana. E de Parreira

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França e África do Sul se encontraram apenas uma vez em campo em torneios oficiais (em dois amistosos, houve vitória francesa em 1997 e empate em 2000), e justamente numa Copa do Mundo. Foi em 1998, no início da caminhada francesa rumo ao título em casa. Naqueles 3 a 0 pró-Bleus, estavam em campo os então jovens Thierry Henry e Benny McCarthy, que provavelmente repetiriam o duelo em 2010, na condição de maiores artilheiros da história de suas seleções, se Parreira não tivesse cortado o sul-africano da lista dos 23 Bafanas.

Henry, inclusive, balançou as redes no estádio Vélodrome, em Marselha, após escanteio cobrado por Dugarry, encerrando a vitória construída anteriormente com gols do próprio Dugarry, aproveitando escanteio batido por Zidane, e de Issa, contra, desviando chute de Djorkaeff. A arbitragem foi do brasileiro Márcio Rezende de Freitas.

O engraçado agora é que um 3 a 0 nesta terça-feira seria fundamental para os Bleus de hoje na luta pela sobrevivência na Copa 2010. Assista a vídeo com os melhores momentos daquela partida:

Outro brasileiro estará em campo em Bloemfontein. Carlos Alberto Parreira dirige os Bafana Bafana, e tê-lo no banco de reservas adversário num Mundial também traz boas lembranças à França. Foram três vitórias francesas em três partidas contra seleções dirigidas pelo técnico : 4 a 1 sobre o Kuwait em 1982 (fase de grupos), 4 a 0 sobre a Arábia Saudita em 1998 (fase de grupos) e 1 a 0 sobre o Brasil em 2006 (quartas-de-finais). Portanto, Parreira tem razões de sobra para se benzer antes da bola rolar nesta Copa…

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