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Posts com a Tag Blanc

terça-feira, 25 de junho de 2013 Francês da 1ª divisão | 21:02

PSG troca Ancelotti por Blanc. Ganhou ou perdeu?

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Atualizado em 26/06

Nessa época de recesso do futebol europeu, intertemporadas, a janela aberta para transferência de jogadores (e treinadores, assistentes, massagistas, etc…) é o que move o noticiário. Particularmente não sou fã do período, pois além de preferir ver a bola rolando, vemos muito mais especulações e boatos do que fatos e notícias propriamente ditos, com alguns casos se transformando em novelas mais chatas do que as produzidas pelas concorrentes da Rede Globo.

Procurarei expor aqui apenas as novelas concluídas, até porque o tempo para cuidar deste blog anda muito escasso, infelizmente. Hoje chegou ao fim a novela “Carlo Ancelotti deixa o PSG e vai pro Real Madrid”, com o anúncio praticamente simultâneo da saída do italiano e da vinda de Laurent Blanc pra Paris.

Gosto mais do estilo do técnico ex Bordeaux e seleção do que o do ex Milan, então acho que o campeão francês sai ganhando com a mudança. E vc? Comente que eu publico! (pardon, fui obrigado a moderar os comentários para valorizá-los)

Leia também:

> Blog do amigo Vinícius Ramos:
http://www.tabelaonline.net/2013/06/laurent-blanc-e-o-novo-treinador-do-psg.html

> Blog do amigo Eduardo Junior:
Blanc em Paris: para fazer mais do que criar laços

> Site do jornal L’Equipe:
http://www.lequipe.fr/Football/Actualites/Blanc-c-est-officiel/381271

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012 Seleção francesa | 21:11

França não sai do zero contra Uruguai na estreia de Deschamps treinador

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Técnico novo, estigma antigo: os últimos cinco treinadores que comandaram a seleção francesa (Roger Lemerre, Jacques Santini, Raymond Domenech, Laurent Blanc e, agora, Didier Deschamps) não conseguiram levar o time à vitória em suas partidas de estreia! O derradeiro a conseguir tal “feito” foi Aimé Jacquet, que levaria os Bleus ao título mundial em casa, quando debutou em 1994, ano em que a seleção não foi à Copa nos EUA.

Agora é contigo, Monsieur Didier! (fff.fr)

Mais curioso que isso, só o fato de os últimos quatro França x Uruguai acabarem sem um mísero golzinho. Antes do amistoso de hoje, eles haviam se encontrado no Mundial de 2010, quando estrearam no torneio na África do Sul.

Como não pude ver o jogo, preso ao trabalho no meio da tarde, e o amigo Vinicius Ramos, do blog Tabela Online, o fez e relatou com propriedade, achei mais informativo para convosco reproduzir o texto do post correspondente abaixo, com a licença ao citado:

De bonito mesmo, só o Estádio Océane em Le Havre, porque o nível técnico do amistoso entre França e Uruguai foi abaixo do esperado. Duas equipes com muita vontade, mas pouca classe, não saíram do zero no amistoso, para as vaias da torcida após o apito final.

Em campo, o estreante Didier Deschamps armou o time no 4-4-2 inglês, com dois pontas e dois centroavantes. Do outro lado, “El Maestro” Oscar Tabárez apostou no 3-6-1, com Forlán e C.Rodríguez como meias ofensivos que encostavam no centroavante Loco Abreu. A semelhança entre os dois esquemas era que não havia ninguém para armar e pensar as jogadas pelo meio. Com isso, muita correria e vontade, mas pouco toque de classe e armação para ambos os lados.

A França chegou apenas uma vez na primeira etapa, em um cruzamento que Muslera deu um tapa na bola, após cabeçada de Yanga-Mbiwa que ainda beijou a trave. No segundo tempo, o cenário foi o mesmo. O Uruguai chegou após um cochilo da defesa francesa, mas Loco Abreu parou nos pés de Lloris, que enfim sujava o uniforme. Já Les Bleus também aproveitaram vaciladas dos zagueiros laterais uruguaios, mas Valbuena (defesa de Muslera) e Benzema (no pé da trave) não fizeram gol.

Ficou óbvio que Didier e El Maestro terão muito que trabalhar nestas eliminatórias. A França ainda tem a esperança de recuperar Nasri ou Gourcuff para pensar o jogo pelo meio. Já a Celeste não tem um jogador com estas características desde Álvaro Recoba, e Diego Forlán não tem mais condições físicas de desempenhar esta função.

FICHA TÉCNICA – França 0 x 0 Uruguai

FRA: Lloris; Debuchy (Jallet), Yanga-Mbiwa, Sakho e Evra; Gonalons, Mabuva (Capoue), Valbuena (Briand) e Ribéry; Benzema (Martin) e Giroud (Gomis).

URU: Muslera; Lugano, Victorino e Godin; Maxi Pereira, Alvaro Pereira, Perez (Eguren), Gargano (González), Christian Rodriguez e Forlán (Fernandez); Loco Abreu.

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terça-feira, 10 de julho de 2012 Seleção francesa | 14:29

A vez de Di-di-di-di-di-di-er Deschamps no comando bleu. Que tal?

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Falou-se em Arsene Wenger, que talvez poderia aproveitar um desejo de o Arsenal se renovar. Zinedine Zidane também foi lembrado, dada a vontade de o ex-craque ser treinador e já ter colaborado com a comissão técnica de Laurent Blanc. Mas pesou o favoritismo de Didier Deschamps, nome que pareceu a escolha óbvia depois que o colega de conquistas francesas em 1998 e 2000 deixou o cargo de selecionador bleu (ambos tiveram longa vivência como jogadores da seleção, justamente no período de suas maiores conquistas).

A esperança é que o perfil de liderança mais disciplinadora de Deschamps acabe com os constantes problemas de vestiário entre os temperamentais talentos franceses, ou pelo menos abafe seus prejudiciais efeitos ao desempenho dos jogadores nos momentos decisivos, como vimos acontecer na última Copa e especialmente na última Euro, quando esperávamos bem mais do que a França conseguiu no torneio. Ontem, ao ser apresentado oficialmente à imprensa, Didier endossou essa tendência “dunguista”, ao dizer que priorizará a união e o espírito de grupo, sem tolerar a indisciplina. Conseguirá?

Deschamps ao lado do novo patrão, Noel Le Graet (fff.fr)

Deschamps ao lado do novo patrão, Noel Le Graet (fff.fr)

Lembremos que não basta ter um bom retrospecto estatístico, pois isso Blanc até conseguiu, acumulando 16 vitórias em 27 jogos (foram 7 empates e 4 derrotas) e mantendo a equipe invicta por 23 partidas. Mas as experiências de Deschamps como atleta e treinador vitorioso (recentemente teve passagem positiva pelo Olympique de Marselha, com títulos como o Campeonato Francês 2009/2010) podem nos deixar otimistas, não acham?

Concordem ou não, bonne chance a Di-di-di-di-di-di-er, eternizado nessa marcante homenagem do grupo Raça Negra, ícone do pagode brasileiro (assista ao vídeo e repare no minuto 1’05”).

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segunda-feira, 2 de julho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 15:35

Melhor e pior da França na Euro 2012, e a vida pós-Blanc

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Uma das mais belas imagens da competição!

Uma das mais belas imagens da competição!

O que nos deixou saudade e o que preferimos esquecer quanto à participação francesa na Eurocopa?

O futebol evidentemente decepcionou, levando a equipe até às quartas de finais, apenas, quando a escrita contra os espanhóis não se repetiu (nos dois títulos europeus da França, a Espanha foi derrotada. Desta vez é a campanha do título espanhol que teve um revés francês no caminho…). E o peso do fracasso foi mais do que Laurent Blanc pôde (ou será que quis?) suportar, com a demissão do treinador após cerca de dois anos de trabalho, praticamente no meio do ciclo até a próxima Copa.

Imagino que o “fator vestiário” também tenha contribuído para a saída de Blanc, visto que não é de hoje que os selecionáveis gauleses se indispõem de forma notória, ou batendo de frente um com o outro, ou com o técnico, ou com a imprensa. A “Geração 87”, se por um lado detém indiscutível talento, por outro não teve peito pra comandar o time em campo e deu trabalho fora dele, sobretudo Samir Nasri, pivô de desentendimentos com jornalistas materializados em ofensas que lamentavelmente baixaram o nível do comportamento que se espera para um atleta que representa seu país em um torneio do porte da Euro.

Deixo pros leitores avaliarem... (Trivela)A torcida costuma ser sempre um fator positivo, ainda mais quando há beleza natural envolvida (vide torcedoras ao lado, destoando sensivelmente de desafortunados como Franck Ribéry, abaixo…). Os uniformes azuis e brancos dos Bleus também foram elogiados – eu particularmente achei muito bonitos. A Federação Francesa de Futebol mandou bem ao divulgar algumas curiosidades além das notícias tradicionais, como os playlists favoritos dos jogadores e até um guia de orientação ao torcedor que fosse acompanhar o torneio na Ucrânia e na Polônia.

Longe dos estádios, mas constantemente presente nas redes sociais, a atriz pornô Virginie Caprice ganhou notoriedade na Internet por postar fotos em que palpitava os resultados da competição escrevendo nas próprias curvas corporais. Disseram até que ela foi “a única francesa que ganhou a Euro”. Falem bem ou mal da moça, indiscutível é que deve ter ganho dezenas de seguidores fora do seu país depois dessas “aparições”…

É ruim, heim! (fff.fr)

Vida que segue, enquanto procura por um novo treinador (Didier Deschamps, agora fora do Olympique de Marselha, por ora pinta como favorito para a vaga) a França volta a campo no mês que vem, e não tem como já não pensar em 2014 porque as Eliminátorias estão na mira, a partir de setembro. Vejamos o calendário que a espera:

> Mercredi, 15 août 2012 – Match international em Le Havre – France x Uruguay
>Vendredi, 7 septembre 2012 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – Finlande x France
> Mardi, 11 septembre 2012 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – France x Biélorussie
> Vendredi, 12 octobre 2012 – Match amical – France x Japon
> Mardi, 16 octobre 2012 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – Espagne x France (ai ai ai…)
> Mercredi, 14 novembre 2012 – Match amical – Italie x France

> Mercredi, 6 février 2013 – Match amical – France x Allemagne
> Vendredi, 22 mars 2013 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – France x Géorgie
> Mardi, 26 mars 2013 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – France x Espagne
> Vendredi, 6 septembre 2013 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – Géorgie x France
> Mardi, 10 septembre 2013 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – Biélorussie x France
> Mardi, 15 octobre 2013 – Eliminatoires Coupe du Monde 2014 – France x Finlande

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sexta-feira, 22 de junho de 2012 Eurocopa | 21:58

Campeã favorita, porém freguesa, no caminho francês pela Euro

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Com Dener Anholetti

Neste sábado, 15h45 de Brasília, a terceira das quatro quartas de finais da Eurocopa 2012 reserva França x Espanha (tão nobre que vai ter até Rede Globo!). Embora se trate de um adversário do qual os franceses nunca perderam em torneios oficiais, o que possa parecer animador, é mais conveniente lembrar que do outro lado estão os atuais campeões mundiais e europeus.

Quando: 23/06/2012, sábado
Onde: Donbass Arena, em Donetsk (UCR)
Porque: Eurocopa – Quartas de final
Horário: 15h45 (de Brasília)
Na TV: Globo, Band, SporTV (ao vivo)

Depois de perder para a Suécia por 2×0 e ter se classificado em segundo no grupo D, a seleção francesa tenta mostrar que o clima pesado no vestiário da última partida não abalará o time contra os espanhóis, líderes do grupo C depois de ganhar da Croácia por 1×0.

Gols de França e Espanha pela 3ª rodada da Euro:

Prováveis escalações
Nasri e Ribéry estão confirmados, após terem sentido dores depois do último jogo. Blanc deve reforçar a marcação no meio de campo, com três volantes em vez dos dois que vinha utilizando na formação titular.

Diante do favoritismo adversário, agarremo-nos no retrospecto favorável: nunca a França perdeu da Espanha em Euros (2-0 em 1984, 1-1 em 1996, 2-1 em 2000), Copas (3-1 em 2006) ou mesmo Eliminatórias de Euros (2-1 e 3-1 em 1991), em 6 confrontos. E nas campanhas dos títulos europeus, deixou a Espanha pelo caminho (1984 e 2000), tendo passado também por Portugal na semifinal – e já sabemos que o vencedor deste sábado fará uma semifinal contra… Portugal!

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terça-feira, 19 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 17:39

França perde da Suécia mas avança na Euro 2012!

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Atualizado às 21h03

Quando o líder do grupo enfrenta o lanterna, já eliminado, você espera um favoritismo que tem tudo para terminar em vitória. Mas essa Euro tem mostrado que não há barbadas (exceção feita quando uma Espanha encara uma Irlanda…), e mesmo sem muita motivação os suecos conseguiram aplicar 2 a 0, em Kiev, mandando a invencibilidade de 23 partidas para o saco. Menos mal que os Bleus não precisavam dos pontos de hoje para seguir adiante na competição…

O time titular teve Lloris; Debuchy, Rami, Mexès, Clichy; M’Vila, Diarra, Ribéry, Nasri e Ben Arfa; Benzema. Menez, mesmo tendo marcado na vitória sobre a Ucrânia, voltou para o banco, aonde permanecia Malouda, titular contra a Inglaterra na estreia.

Nos primeiros minutos, um susto causado por Mexes, que permitiu a Toivonen ficar cara a cara com Lloris e driblar o goleiro. Por muita sorte, a finalização foi na trave! A Suécia seguia mais solta, criando mais perigo que a França, se aproveitando de certa fragilidade da defesa gaulesa e pouca ousadia na frente.

Felizmente, o jogo deu uma esfriada no decorrer da primeira etapa, e terminou sem gols, da mesma forma que Inglaterra x Ucrânia, combinação que mantinha a França na frente dos ingleses na classificação da chave.

Ben Arfa foi mais um a ser testado no rodízio pelo lado direito do ataque francês (fff.fr)

O risco de se administrar esse empate era ficar na dependência de um resultado favorável no outro jogo, e logo esse panorama mudou. Rooney abriu o placar para os ingleses na sua primeira partida no torneio, o que colocava a França em segundo na classificação, inevitavelmente no caminho da Espanha nas quartas. Era um sinal pros Bleus acordarem, ainda mais depois que Ibrahimovic deixou as coisas ainda mais difíceis com um belo gol que tirou o marcador do zero em Kiev aos 8 da etapa complementar…

O prejuízo fez a França acordar, acelerar o jogo e começar a criar boas chances. Malouda teve nova chance, entrando no lugar de Ben Arfa. Posteriormente, Menez veio para a vaga de Nasri, mas o arqueiro Isaksson continuava impedindo o empate francês. A última cartada de Laurent Blanc foi colocar Giroud, artilheiro da última Ligue 1, ampliando a ofensiva com a saída do volante M’vila.

Quando parecia que a igualdade era questão de tempo, o castigo: Larsson ampliou aos 45, decretando a derrota francesa. Por sorte, a Ucrânia nada somou contra a Inglaterra mas, por azar, tem Espanha no caminho dos Bleus… Será que dá para vencer?

> Assista aos gols e leia mais sobre o jogo
> Veja galeria de imagens da partida

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 15:48

Euro 2012: Ucrânia 0 x 2 França, hora certa pra chutar o tabu!

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Atualizado às 17h57

Depois que a tempestade elétrica em Donetsk permitiu, a seleção francesa fez valer sua superiodade técnica e bateu os coanfitriões com gols de Menez e Cabaye, ambos no segundo tempo. O resultado leva os Bleus para a liderança do grupo D, com 4 pontos, ao lado da Inglaterra, que fez 3 a 2 na Suécia. Na última rodada da chave e perto da classificação, a França encara a já eliminada Suécia, dia 19, terça-feira, bastando-lhe vencer ou empatar para se classificar.

Antes que me perguntem porque o tabu, sendo que a equipe atingiu 23 jogos de invencibilidade (!), explico: desde as semifinais da Copa 2006 que o país não vencia uma partida em copas, e em Eurocopas só havia vencido com as presenças de Platini (campeão em 1984) e Zidane (em 2000) em campo, acredita? Depois de muitos triunfos em amistosos e eliminatórias cá e lá, faltava ganhar quando mais importava, mas agora não falta mais!

Dilúvio interrompeu jogo minutos depois do apito inicial (Reuters)

Blanc fez duas mudanças em relação aos 11 titulares da estreia contra a Inglaterra: Clichy e Menez ganharam as vagas de Evra e Malouda. Chegou a se especular, horas antes, que Nasri e Diarra também poderiam ir para o banco, mas eles seguiram na formação inicial, com M’vila ainda de fora. A Ucrânia foi a mesma que começou a vitória contra a Suécia.

Com apenas 4 minutos de jogo, a chuva virou tempestade em torno do estádio, raios começaram a pipocar e o árbitro holandês Björn Kuipers decidiu interromper a partida, uma medida justificável muito mais por segurança do que pelas condições do gramado. Cerca de 50 minutos depois, o clima melhorou e a bola voltou a rolar. Os Bleus começaram mais agudos, criando boas chances como uma metida de Ribéry para Menez tocar por baixo do goleiro, pena que estava impedido e o gol foi anulado!

Os donos da casa tiveram a primeira grande chance minutos depois, num chute de Iarmolenko que passou perto da meta de Lloris. Shevchenko também fez o goleiro do Lyon trabalhar bem, em seguida, mas o maior volume, posse de bola e volúpia ofensiva foram gaulesas (boas chances com Menez e Mexes), embora a forte marcação ucraniana conseguisse evitar perigos maiores e uma abertura de placar na primeira etapa.

Ao contrário da estreia, quando nem França nem Ucrânia foram advertidas com cartões, excepcionalmente às outras 14 seleções do torneio, Menez levou o amarelo e quase foi expulso por uma falta dura minutos depois. Se na estreia a dificuldade para entrar na área inglesa obrigou os Bleus a abusar dos chutes de longe (um recorde na 1ª rodada da Euro), o 2º tempo minou esse problema. Merecendo abrir o placar, o time assim o fez com Menez, aos 6 minutos, após jogada com Ribéry e Benzema, em contra-ataque, finalmente vencendo o arqueiro Pyatov.

O que era alívio logo virou tranquilidade aos 10, com Benzema novamente dando assistência, desta vez para o elemento-surpresa Cabaye (à la Paulinho, como diriam os corintianos…), que entrou na área e finalizou como se fosse atacante, superando a marcação e o goleiro! Foi o que bastou para a empolgação ucraniana esfriar, Blanc fazer algumas alterações e a vitória enfim ser consubstanciada!

> Veja os melhores momentos e assista aos gols e lances de perigo do jogo

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segunda-feira, 11 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 14:54

Euro 2012: França 1 x 1 Inglaterra na estreia, um pouco frustrante

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Atualizado às 17h52

Uma estreia é sempre difícil pelo nervosismo e ansiedade naturais, o rival merecia respeito, e a invencibilidade foi mantida, atingindo 22 partidas. Mas o sabor desse resultado é amargo, porque dava para vencer indubitavelmente, afinal a França era tida como favorita, pela melhor fase e os desfalques da Inglaterra, sobretudo o machucado Lampard e o suspenso Rooney, presente na Donbass Arena, em Donetsk – onde há pouco mais de um ano a mesma França goleou os donos da casa ucranianos em amistoso.

Os onze titulares de Blanc, como já se esperava considerando que M’vila ainda está sem condições, foram Lloris; Debuchy, Mexes, Rami, Evra; Cabaye, Diarra, Nasri, Malouda, Ribery; Benzema. Os Bleus começaram mais soltos, Nasri deu o primeiro arremate do jogo, mas o grande perigo de gol inicial foi inglês, com Young enfiando para Mllner, que driblou Lloris e para sorte gaulesa perdeu o ângulo na hora de arrematar sem goleiro, aos 14 minutos.

Porém, aos 29, Lescott não desperdiçou o belo cruzamento de Gerrard, ao ganhar do alto Alou Diarra por cima e testar sem chances para Lloris – será que o goleiro do Lyon não interceptaria a bola se resolvesse sair em vez de ficar em cima da linha? Prejuízo que obrigou a França a partir para cima com mais ênfase. Aos 34, quase Diarra se redime, cabeceando duas vezes em sequência com perigo para o gol de Hart.

A pressão surtiu efeito, os ingleses foram acuados para dentro da grande área e, após rápida troca de passes com Evra e Ribéry, Nasri bateu com categoria, forte e no cantinho do companheiro de Manchester City, para empatar aos 38. O gol fez bem aos franceses, que pressionaram fortemente nos minutos finais da etapa inicial.

Muita gente na frente de Nasri, mas a precisão foi excelente e a Tango morreu na rede (fff.fr)

Já o intervalo acabou ajudando o English Team, que conseguiu equilibrar as ações e segurar os Bleus na primeira metade do segundo tempo. Blanc não mexia no time, e o ataque conseguiu fazer Hart trabalhar novamente, com Nasri e Benzema, dessa vez mais presente. Porém era pouco, embora a Inglaterra também não conseguisse contra-atacar. Somente aos 39 o técnico francês alterou a equipe, com Ben Arfa e Martin nos lugares de Cabaye e Malouda. A pressão seguia constante e a França merecia a vitória, só que não conseguiu transformar o domínio em gol até o fim da contenda.

As últimas três estreias francesas em copas também foram marcadas por empates: 0 a 0 ao debutar na Copa 2006 (contra a Suíça), na Euro 2008 (Romênia) e na Copa 2010 (Uruguai). Embora as perspectivas nesta Euro ainda sejam boas, é preciso reencontrar as vitórias em copas – desde a semifinal de 2006 que os Bleus não sabem o que é isso! (1 a 0 sobre Portugal)

O segundo desafio é contra a Ucrânia, coanfritriã do torneio, às 15h45 de Brasília nesta sexta-feira, 15. É importante vencer pois os ucranianos estrearam com 2 a 1 na Suécia e pularam para a liderança do grupo D. Que acabe o jejum!

FICHA TÉCNICA – FRANÇA 1 X 1 INGLATERRA

Local: Arena Donbass, em Donetsk (Ucrânia)
Data: 11 de junho de 2012 (segunda-feira)
Horário: 13h (de Brasília)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Renato Faverani (ITA) e Andrea Stefani (ITA)
Cartões amarelos: Chamberlain e Young (ING)
Gols: França: Nasri, aos 39min do 1° tempo; Inglaterra: Lescott, aos 30min do 1° tempo (ASSISTA!)

FRANÇA: Lloris; Debuchy, Rami, Mexès e Evra; Cabaye (Martin), A.Diarra e Malouda (Bem Arfa); Nasri, Benzema e Ribéry. Técnico: Laurent Blanc

INGLATERRA:Hart; Johnson, Terry, Lescott e Cole; Parker (Henderson), Gerrard, Milner, Young e Chamberlain (Defoe); Welbeck (Walcott). Técnico: Roy Hodgson

> Galeria de imagens de França 1 x 1 Inglaterra

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quinta-feira, 7 de junho de 2012 Seleção francesa | 21:08

Momento retrô: Inspirações francesas para a Eurocopa

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Daqui a quatro dias, os Bleus começam a busca pelo tricampeonato europeu. Sabem como foram as conquistas em 1984 e 2000? Eu pouco sabia, até assistir aos filmes oficiais da Uefa dos respectivos torneios, que a SporTV transmitiu e felizmente arquivou em seu site. Ambos têm pouco mais de 50 minutos, em forma de documentários, e é claro que recomendo ao fã do foot!

*1984 – Assista ao filme aqui
Depois de 24 anos, a Euro voltava ao país de seu criador, Henry Delaunay. E aquela edição representaria o momento de glória de uma geração habilidosa, que também foi a duas semifinais de Copas do Mundo, em 1982 e 86. Uma equipe que plantou as sementes (conforme análise do Trivela) de uma nova geração vitoriosa, marcada na história do futebol mundial em 1998 e 2000.

Como seria Zidane anos depois, Michel Platini foi o craque de 1984, ostentando até hoje o recorde de gols em uma única Euro: 9 (o ataque do time fez 14, feito também imbatível até aqui!). Excelente, e se considerarmos que foram só 5 jogos na campanha (eram apenas 8 seleções no campeonato), impressionante! Curiosamente, a artilharia-mor de uma única Copa também cabe a um francês, Just Fontaine, 13 em 1958. Mas não podemos olvidar que Platini compunha um meio-campo memorável, chamado até de mágico na época, ao lado de Jean Tigana, Alain Giresse e Luis Fernandez, espanhol naturalizado francês. Sob o comando de Michel Hidalgo, o time confirmou a expectativa da torcida, atuando em casa (em 2016 o filme se repetirá?), e garantiu o primeiro título de expressão para a França.

Campanha: França 1 x 0 Dinamarca – Paris, Parque dos Príncipes (a casa gaulesa pré-Stade de France)
França 5 x 0 Bélgica – Nantes
França 3 x 2 Iugoslávia – Saint-Etienne
Semifinal – França 3 x 2 Portugal – Marselha
Final – França 2 x 0 Espanha – Paris

**2000 – Assista ao filme aqui
Outra marca histórica da França foi conquistada quando a Euro teve sua primeira sede compartilhada, entre Bélgica e Holanda: nunca uma seleção fora campeã europeia logo após ter sido campeã mundial. Com Zizou em plena forma e a base de 1998, Roger Lemerre liderou um elenco que soube confirmar o favoritismo, embora tenha passado por dificuldades, como uma final “sufocante” contra os italianos. Deschamps se despediu da seleção levantando mais uma taça, o então zagueiro-líbero Blanc voltou a beijar a careca de Barthez após a decisão, e jovens como Henry e Trezeguet contribuíram decisivamente também, ao lado do mais velho Djorkaeff. No filme supracitado, Petit, Vieira e Pirés também depõem.

Campanha – França 3 x 0 Dinamarca
França 2 x 1 Rep. Tcheca
França 2 x 3 Holanda (Bleus com reservas, pois ambas já entraram classificadas)
Quartas – França 2 x 1 Espanha (Raúl desperdiçou pênalti idiotamente cometido por Barthez no final)
Semis – França 2 x 1 Portugal (repetindo 84. Zidane garantiu a vitória, de pênalti, com o gol de ouro na prorrogação)
Final – França 2 x 1 Itália (os italianos fizeram 1 a 0 em Roterdã, já no 2o tempo. Wiltord, Trezeguet e Pirès vieram do banco para suprir o cansaço bleu. O primeiro empatou pertinho do fim, quando a Azzurra preparava a festa, causando o tempo extra. Abalada, a Itália viu o segundo ir à linha de fundo e cruzar para um lindo meio-voleio do terceiro, gol de ouro e bicampeonato francês!)

Karim Benzema, Hatem Ben Arfa e Samir Nasri com o troféu da Eurocopa sub 17 de 2004, após a França ter batido a Espanha por 2 a 1, em 15 de maio daquele ano, em Châteauroux (Photo: Alain de Martignac)

Os títulos relatados acima não são os únicos links da França com um passado vitorioso no contexto europeu. Dentro do atual elenco do atual técnico Blanc, despontam talentos da chamada “Geração 87”, nascidos naquele ano e protagonistas do título expresso na fotografia acima. Além da tríade ilustrada, Menez e Matuidi também estavam lá e reaparecem aqui.

Essa geração está pronta para o renascimento na Polônia e na Ucrânia?

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terça-feira, 5 de junho de 2012 Eurocopa, Seleção francesa | 23:03

Vitórias injetam otimismo na França para início da Euro 2012

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Celebração de um dos gols de Benzema contra a Estônia, em Le Mans (fff.fr)

Celebração de um dos gols de Benzema contra a Estônia, em Le Mans (fff.fr)

2 a 0 na Sérvia (veja matéria pós-jogo no SporTV), 4 a 0 na Estônia (assista aos belos gols), e os Bleus chegam para a Eurocopa com um cartel de 21 partidas invictos, confiantes para apagar os fiascos de 2008 e 2010 e ir longe em gramados “polaco-cranianos” (inventei essa…).

A expectativa é ainda maior porque o Grupo D é o último a estrear, só no domingo, 11, às 13 horas de Brasília. Como vantagem, o retrospecto francês diante dos ingleses tem sido favorável e o English Team vem para o torneio desfalcado, sobretudo do habilidoso Lampard. Suécia e a anfitriã Ucrânia completam a chave.

Time-base
Enquanto M’vila se recupera da lesão sofrida contra os sérvios, Alou Diarra o substitui no meio, ajudando Cabaye na forte marcação. Mais atrás, a linha defensiva titular deve ter o capitão Lloris, os bons Débuchy e Rami, e os mais vulneráveis, ao menos nos últimos jogos, Méxès e Evra.

Do meio para a frente, a sinfonia vem tocando certinho, com entrosamento e qualidade técnica entre Malouda, Nasri, Ribéry e Benzema, podendo contar ainda com os valiosos préstimos de Ben Arfa, Menez, Giroud e Valbuena.

É para esperarmos coisas boas para o elenco de Blanc, não acham? #AllezlesBleus

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