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sábado, 5 de junho de 2010 Copa do Mundo, Seleção francesa | 08:03

Patrice Evra, capitão

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evra capitão frança fff

Tarja de capitão e flâmula entregue por Evra antes de França x China (FFF)

Com Thierry Henry desprestigiado e William Gallas sem estar 100%, Raymond Domenech escolheu o lateral-esquerdo Patrice Evra, do Manchester United, para ser o líder da França dentro de campo na Copa 2010.

Pesquisa feita pelo jornal L’Equipe informa que, para 70% dos ouvidos, o camisa 13 é o jogador certo para a função. E você, concorda?

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sexta-feira, 4 de junho de 2010 Seleção francesa | 15:00

França 0 x 1 China

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frança china domenech henry diaby gignac

Domenech vai ter que ser bom no trabalho psicológico, porque os resultados não têm servido para motivar a França quanto ao desempenho do Mundial (AFP)

Raymond Domenech colocou em campo novamente um 4-3-3, com Lloris; Sagna, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Gourcuff e Malouda; Govou, Ribéry e Anelka. Do lado adversário, uma seleção que se encontra na 84a posição do ranking da Fifa e não vai a uma Copa do Mundo desde 2002, nos vizinhos Coreia do Sul e Japão.

De branco, os Bleus começaram no ataque nas Ilhas Reunião. Aos 12 minutos, inclusive, tiveram um gol bem anulado, quando, após escanteio, Anelka passou para Gallas empurrar para as redes, de calcanhar, mas em posição indiscutível de impedimento.

O time de Domenech chegava facilmente ao ataque, porém as melhores chances de gols vinham nas jogadas aéreas, provavelmente pela dificuldade dos baixos jogadores chineses nesse tipo de lance. Aos poucos, entretanto, os asiáticos foram se soltando. Aos 39, Toulalan cometeu falta dura no camisa 1o e recebeu cartão amarelo.

No segundo tempo, Reveillère ganha uma chance, entrando no lugar de Sagna. Esbarrando na disciplinada marcação chinesa, Ribéry é parado em contra-ataque, aos 8 minutos, em infração que rende reclamações do francês e amarelo a Jiang Liu. Com 17 minutos, Domenech reformula o ataque, colocando Henry e Gignac nos lugares de Ribéry e Anelka. Diaby também foi aproveitado, na vaga de Malouda.

Até que, aos 23, viria o castigo francês: o meia Deng Zhuoxiang bateu falta de pé esquerdo, a bola desviou na barreira, saiu do alcance de Lloris, e o marcador saiu do zero no Saint-Pierre. Quatro minutos depois, Valbuena veio para o lugar de Govou. Mas nada de acertos nas finalizações e cruzamentos, e com a China valorizando as interrupções da bola, não houve tempo para a reação francesa nem com cinco minutos de acréscimos e pressão total na área rival.

Resultado lamentável e o “quem-não-faz-toma” deixa a França preocupada, afinal, daqui a uma semana, já se trata de Copa do Mundo para os Bleus em solo sul-africano, e uma eventual derrota terá um peso muito maior no elenco, que pode correr o risco de voltar para casa como em 2002: de forma vexaminosa.

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sábado, 15 de maio de 2010 Francês da 1ª divisão, Francês de divisões menores, Franceses no mundo | 23:31

Sábado em imagens

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Cerdan tira Lisandro da jogada mas ninguém tira o Lyon de mais uma Liga dos Campeões (AFP)

Muita gente festejou a promoção do Arles-Avignon para a Ligue 1 em Arles (AFP)

Ribéry e a Copa da Alemanha. Mas na final da Liga ele não deve poder ajudar o Bayern (AFP)

Anelka apanhou, mas seu Chelsea faturou outro título, a Copa da Inglaterra (AFP)

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terça-feira, 11 de maio de 2010 Brasileiros na França, Copa do Mundo, Seleção francesa | 15:58

Os 30 pré-selecionados pra Copa

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Domenech anunciou, agora pouco, 30 nomes, como a Fifa exige. São 23 realmente convocados, que serão inscritos, e 7 substitutos em caso de necessidade. Ao contrário do brasileiro Dunga, que preferiu divulgar esses sete separados dos vinte e três principais, no caso francês e de outros selecionados os nomes vieram duma vez só.

As maiores surpresas são as ausências do experiente volante Patrick Vieira e do atacante “galáctico” Karim Benzema do grupo, que também não conta com os zagueiros Boumsong e Ciani, o lateral-esquerdo Cissokho e o meia Nasri, que eram esperados ao menos como substitutos. As novidades são o zagueiro Planus, os meias M’Vila e Valbuena, e o atacante Briand. Vamos aos nomes:

Goleiros : Hugo Lloris (Lyon), Steve Mandanda (Olympique de Marselha), Cédric Carrasso (Bordeaux), Mickaël Landreau (Lille).

Defensores
: Bacary Sagna (Arsenal/ING), Eric Abidal (Barcelona/ESP), William Gallas (Arsenal/ING), Patrice Evra (Manchester United/ING), Rod Fanni (Rennes), Adil Rami (Lille), Sébastien Squillaci (Sevilla/ESP), Gaël Clichy (Arsenal/ING), Marc Planus (Bordeaux), Anthony Reveillère (Lyon).

Meio-campistas
: Jérémy Toulalan (Lyon), Lassana Diarra (Real Madrid/ESP), Alou Diarra (Bordeaux), Yoann Gourcuff (Bordeaux), Abou Diaby (Arsenal/ING), Yann M’Vila (Rennes), Florent Malouda (Chelsea/ING).

Atacantes
: Sidney Govou (Lyon), Franck Ribéry (Bayern Munich/ALE), Thierry Henry (Barcelona/ESP), Nicolas Anelka (Chelsea/ING), Djibril Cissé (Panathinaïkos/GRE), André-Pierre Gignac (Toulouse), Mathieu Valbuena (Olympique de Marselha), Hatem Ben Arfa (Olympique de Marselha), Jimmy Briand (Rennes).


Michel Bastos na Copa
Dos 23 brasileiros convocados por Dunga também nesta terça-feira, um atua no futebol francês. Michel Bastos, do Lyon, foi chamado para a lateral-esquerda, embora venha sendo aproveitado, por Claude Puel, como meio-campista avançado. Que sua versatilidade seja útil à seleção brasileira. Congratulations!

E aí, o que você achou?

(Hoje estou impossibilitado de me alongar no assunto convocação, mas voltarei nos próximos dias para falar do tema. Quem quiser lançar discussões e questionamentos nos comentários, fique à vontade!)

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terça-feira, 13 de abril de 2010 Copas francesas, Franceses no mundo | 21:35

Outro jejum quebrado?

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Maazou e Nenê são as esperanças da família real monegasca (AFP)

As duas Copas francesas podem representar, nesta temporada, a quebra de incômodos jejuns para tradicionais times do país. Primeiro, o Olympique de Marselha, sem títulos desde 1993, levantou a taça da Copa da Liga Francesa. Agora, o Monaco atingiu a final da Copa da França e pode repetir um gesto do qual está carente desde 2003, quando também faturou a Coupe de la Ligue.

Nesta terça-feira, o Principado de Mônaco sofreu, mas o time da casa conseguiu superar o Lens na prorrogação. O autor do feito foi o nigerense Moussa Maazou, que caiu definitivamente nas graças dos monegascos. Nenê comemorou ao lado do colega de ataque – quem sabe as boas energias voltam para o brasileiro… O destaque extra-jogo no Louis II, porém, foi o “penteado” do zagueiro congolês Cédric Mongongu, confira abaixo.

O pequenino acredita
O adversário do Monaco na final da Copa da França será 8 ou 80, ou melhor, um grande ou uma zebra. Também buscando salvar uma temporada de decepção no Campeonato Francês, o Paris Saint-Germain encara a sensação Quevilly, da quarta divisão, em Caen. A confiança no petit não está pequena, veja só:

Frederic Sanchez, prefeito de Le Petit-Quevilly, demonstra empolgação e torcida para a zebra (AFP)


Franceses em alta fora da França

– Também nesta terça, Nicolas Anelka foi o responsável pelo gol da vitória do Chelsea sobre o Bolton, ampliando a vantagem azul na ponta do Campeonato Inglês;

Djibril Cissé se tornou campeão grego com o Panathinaikos no domingo, marcando um dos gols na vitória por 2 a 0 sobre o Iraklis. O artilheiro da competição, com 24 gols, agora espera que Raymond Domenech se lembre dele antes de ir para a África do Sul;

– A Roma atingiu a liderança do Campeonato Italiano no fim de semana. Na última vitória, sobre a Atalanta, o zagueiro Philippe Méxès e o meia-atacante Jérémy Menez foram titulares. E podem fazer história neste ano se conquistarem o Calcio.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 Copa do Mundo, Seleção francesa | 16:40

Convocados para França x Espanha

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A pouco mais de 100 dias para a Copa do Mundo, Raymond Domenech anunciou nesta quinta-feira os 24 jogadores chamados para o amistoso da França contra a Espanha, na próxima quarta-feira (03/03), no Stade de France. São eles:

Goleiros: Hugo Lloris (Lyon), Steve Mandanda (Olympique de Marselha), Cédric Carrasso (Bordeaux)

Defensores: Jean-Alain Boumsong (Lyon), Mickaël Ciani (Bordeaux), Julien Escudé (Sevilla, ESP), Aly Cissokho (Lyon), Patrice Evra (Manchester United, ING), Bacary Sagna (Arsenal, ING), Rod Fanni (Rennes), Adil Rami (Lille)

Meio-campistas: Lassana Diarra (Real Madrid, ESP), Yoann Gourcuff (Bordeaux), Moussa Sissoko (Toulouse), Jérémy Toulalan (Lyon), Benoît Cheyrou (Olympique de Marselha), Florent Malouda (Chelsea, ING).

Atacantes: Nicolas Anelka (Chelsea, ING), Hatem Ben Arfa (Olympique de Marselha), Franck Ribéry (Bayern de Munique, ALE), Thierry Henry (Barcelona, ESP), Sidney Govou (Lyon), Loïc Rémy (Nice), Louis Saha (Everton, ING).

Domenech já tinha dito que é a partir desta partida que o clima de Copa começa a valer para os franceses. De fato, enfrentar a atual campeã europeia a três meses do Mundial é mais do que propício para este sentimento. Ainda restam outros três amistosos* antes da estreia na África do Sul, mas já é possível considerar que esses 24 de hoje estão perto de estarem entre os 23 de maio, quando sai a lista da Copa. Veja bem: eu disse “perto” e não “muito perto”, porque esta lista teve de excluir nomes que, se não estivessem machucados, fatalmente seriam chamados: Gallas, Abidal, Squillaci, Alou Diarra, Diaby, Benzema e Gignac, par exemple.  

As grandes novidades da relação são o retorno do zagueiro Ciani, que marcou o gol da vitória do Bordeaux contra o Olympiacos na terça-feira, e a primeira chance dada ao volante Cheyrou, do Olympique – na minha opinião, duas justas oportunidades. Elogiado pelo técnico da seleção recentemente, o meia Ben Arfa voltou a jogar bem no Marselha e foi novamente relacionado. O mesmo não aconteceu com o atacante Djibril Cissé, apesar de ter decidido as duas partidas da Liga Europa, contra a Roma, a favor do Panathinaikos – desafortunadamente, Djibra acabou preterido por Louis Saha, do Everton, cujos gols no Campeonato Inglês devem valer muito mais do que os do compatriota no Campeonato Grego…

Uma breve passada pelas posições: no gol, Lloris-Mandanda-Carrasso deve ser mesmo o trio da Copa (Frey, da Fiorentina, mereceria ser visto, penso eu). Na defesa, Ciani e Rami devem aproveitar a chance, pois ela só veio com as lesões de Gallas, Abidal e Squilacci. Méxès e Clichy ficaram de fora, estando mais longe da África. No meio, Vieira ainda não veio, mas se obtiver uma sequência de jogos pelo Manchester City pode ser incluído por Domenech em maio. Sissoko e Cheyrou se aproveitaram das ausências dos lesionados Alou Diarra e Diaby, avançando em relação a nomes como Flamini e Nasri (gosto desses dois) na luta por vagas no setor. E no ataque, sem Benzema e Gignac, fora de combate, Rémy se pôs à frente de Gomis (faz sentido) e Saha deixou Cissé “ainda com raiva”, como mencionei.

E você, o que achou dos convocados? Algum esquecido?

*A França vai encarar Costa Rica (26 de maio), Tuinísia (30 de maio) e China (4 ou 5 de junho). A estreia na Copa é no dia 11 de junho, contra o Uruguai.

Ciani e Cheyrou foram colegas no Auxerre em 2004. Mas seriam rivais no PS2? (France Football) Ciani e Cheyrou foram colegas no Auxerre em 2004. Mas seriam rivais no PS2? (France Football)
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009 Brasileiros na França, Franceses no mundo, Torneios europeus | 20:59

França supera Itália na Liga

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Depois do Lyon na terça, Olympique de Marselha e Bordeaux jogaram nesta quarta pelo Matchday 5 (5ª rodada) da Liga dos Campeões da Europa. Foram duelos contra Milan e Juventus, ou seja, embates entre França e Itália. Marselha empatou, Bordeaux venceu e o futebol francês deu mais um sinal de que pode fazer frente a qualquer uma das outras potências europeias do esporte!


Milan 1 x 1 Olympique

Os donos da casa começaram com mais iniciativa, e conseguiram abrir o placar logo aos 9 minutos. Borriello avançou com espaço pela direita, nas costas de Taiwo, entrou na área, se livrou facilmente de Heinze e esperou Mandanda abrir as pernas para tocar por baixo. O resultado acabava com quaisquer esperanças de classificação do Marselha, que precisava, na pior das hipóteses, de um empate.

Felizmente, a desvantagem francesa duraria pouco. Aos 16, Niang passou por Oddo na esquerda, entrou na área e cruzou para o meio da área. Dida espalmou e ela sobrou fresquinha para Lucho González soltar o pé: 1 a 1. Dois minutos depois, o argentino arriscou de fora da área e o brasileiro fez golpe de vista para a bola sair rente ao seu ângulo direito. Um começo de partida digno de dois times que já decidiram a Champions – em 1993, vitória francesa por 1 a 0.

Pouco tempo depois, Leonardo trocou Oddo por Abate, que também sofreu com as rápidas investidas de Niang. Perto do fim do primeiro tempo, o senegalês criou boa oportunidade, mas o cruzamento veio nas costas não só do zagueiro Thiago Silva, mas também de Brandão. 

No segundo tempo, a defesa do OM continuou sem vida fácil quando a bola passava por Ronaldinho Gaúcho e Alexandre Pato. Mas descolou um contra-ataque perfeito, em que pode ter perdido a vitória e uma futura classificação: Niang, sempre ele, meteu com açúcar e afeto para Brandão. Já com Dida batido, o camisa 9 conseguiu chutar por cima, dentro da pequena área! A bola ainda beijou o travessão antes de sair, e o brasileiro só podia se jogar no chão para se lamentar!

Logo depois, Didier Deschamps promoveu duas alterações de que não gostei: sacou Lucho e Niang (Mamadou era o melhor marselhês em campo!) para as entradas de Koné e Ben Arfa. Um minuto depois da entrada do camisa 10, quase queimei a língua, quando Ben Arfa entrou na área e foi puxado antes de chutar torto – foi pênalti, juizão! E não é que a trave milanesa seria sacudida mais uma vez: após escanteio, Diawara desviou e Dida mais uma vez foi salvo pela sorte! O técnico ainda colocaria Morientes no lugar de Cheyrou, mas ser ousadamente ofensivo faltando poucos minutos não adiantou. 

Melhor em boa parte da segunda etapa, o Olympique foi penalizado por não achar o gol da virada. Com o placar em 1 a 1, o time francês não jogou a toalha ainda, mas terá de suar para se classificar na última rodada, precisando ganhar do Real Madrid em Marselha e torcer para o Milan não vencer o Zurique na Suíça. Difícil, mas não impossível, principalmente se Deschamps não ficar inventando na hora de mexer no escrete.

Diego e a Juve caíram diante do Bordeaux de Alou Diarra e Fernando (AFP)

Diego e a Juve caíram diante do Bordeaux de Alou Diarra e Fernando (AFP)

 

Bordeaux 2 x 0 Juventus

Mesmo sem poder contar com Gourcuff e Jussiê, os anfitriões iniciaram bem, fazendo uso da perigosa bola cruzada na área adversária. Embora não tenha conseguido chegar ao gol nos 45 primeiros minutos iniciais, os Girondinos foram melhor, encontrando dificuldade principalmente no seguro goleiro Buffon, que defendeu uma bola cara a cara de Chamakh.

Mas, na segunda etapa, houve festa no Chaban-Delmas, ferido após a perda da longa invencibilidade do campeão francês no final de semana. Aproveitando a jogada mortal, Plasil levantou na área e Fernando Menegazzo escorou de cabeça, superando Buffon. Pouco depois, a Juve perdeu chance incrível, após cruzamento de Del Piero que Diego não complementou com a força necessária. Antes do apito final, mais uma prova da eficiência girondina na bola parada: escanteio da direita para a testada certeira de Chamakh, definindo o marcador já nos acréscimos.

Com quatro vitórias e um empate, o invicto Bordeaux garante a liderança do grupo A com uma rodada de antecipação.  E, quem diria, os tradicionais gigantes Juventus e Bayern de Munique vão para o tudo ou nada, na sexta e definitiva journée, porque só um deles seguirá na competição. Louváveis os Marine et Blanc!


Real Madrid 1 x 0 Zurique

Com a volta de Raúl ao ataque merengue, Karim Benzema foi para o banco. Lassana Diarra permaneceu como titular. Do lado dos suíços, o único atacante também era francês, Alexandre Alphonse. Raúl foi substituído no segundo tempo, mas Benzema não entrou, porque ao seu lado estava um tal de Cristiano Ronaldo, doidinho para voltar a sentir o gostinho da pelota. Até quando Kaká deixou o gramado do Santiago Bernabéu, Manuel Pellegrini preferiu outro atacante, Esteban Granero, o francês teve que chupar o dedo.


Porto 0 x 1 Chelsea

Jogada à francesa no único gol do time inglês em Portugal: Florent Malouda avança na área pela esquerda e cruza na pequena área, para o peixinho de Nicolas Anelka, que entra com bola e tudo. Esses dois não podem ficar fora da Copa do Mundo.

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sábado, 21 de novembro de 2009 Ex-jogadores, Franceses no mundo | 22:46

Fim de semana na redação 4

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Zidane, brilha muito por onde passa. Já Henry... (AFP)

Zidane, brilha muito por onde passa. Já Henry... (AFP)

O que vi dos franceses do futebol neste sábado – sobre a troca de liderança na Ligue 1, falo amanhã ou segunda, conforme as possibilidades do plantones na redaciones. Alguém viu algo a mais?

Campeonato Inglês
>> Florent Malouda marcou um golaço na goleada do Chelsea sobre o Wolverhampton, por 4 a 0. Foi um chute forte de longe, abrindo o placar em Stanford Bridge. E ainda cobrou o escanteio que originou o segundo gol. Nicolas Anelka participou da jogada que redundou no último tento dos líderes folgados da Premier League

Campeonato Italiano
>> David Trézeguet nem foi relacionado pela Juventus porque se contundiu na panturrilha esquerda, em treino na última quinta-feira, e deve ficar um mês fora dos gramados italianos. Gian Oddi não sente falta dele, mas eu sinto.

>> Patrick Vieira começou na reserva da Inter de Milão contra o Bologna, e teve sua chance dada por José Mourinho aos 29 minutos do segundo tempo. A tetracampeã venceu por 3 a 1 e, adivinhem, lidera o Calcio. Que o 5º maior jogador em partidas pela seleção francesa possa retomar a rotina de jogos enquanto tiver saúde para tanto!

Campeonato Espanhol
>> Lassana Diarra não atuou, mas Karim Benzema foi titular no Real Madrid contra o Racing Santander. Marcou um gol de letra no começo do segundo tempo que foi anulado. E logo depois deixou o campo para a entrada de Raúl, com o placar favorável – e que seria definitivo -em 1 a 0. Deixar a lenda do clube no banco deve empolgar, mas acho que o francês preferia jogar os 90 minutos, com ou sem Raúl.

>> Thierry Henry participou de menos de dez minutos de Athetic Bilbao 1 x 1 Barcelona, vindo da reserva. Quem falou sobre o atacante da “mão de Deus”, além d’Ele e o mundo, foi simplesmente Zidane, veja abaixo.

Zinedine Zidane
>> O craque é padrinho da Associação Europeia de Leucodistrofia (ELA) e esteve hoje em Rennes, com dirigentes do Stade Rennais, que patrocina a nova campanha da entidade. Mesmo aposentado, Zizou ainda manda muito bem! Claro que na coletiva concedida por ele foi mencionado o caso “mão do Henry”. Zidane defendeu o colega das críticas que têm chovido – exageradas, segundo ele -, mas assumiu que a mãozada foi errada. Disse ainda que a tecnologia deve intervir para evitar que isso se repita no futebol. Concordo plenamente com o carrasco brasileiro. Alguém discorda?

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 20:26

Le balancê française de la Qualification pour la Coupe

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AFP recupera imagem de TV e eu pergunto: pela Copa, você não faria o mesmo que Henry?

AFP recupera imagem de TV e eu pergunto: pela Copa, você não faria o mesmo que Henry?

Deu pra entender que se trata do balanço francês das Eliminatórias para a Copa? Se não deu, desculpa. O qualificatório europeu para uma Copa do Mundo (10 jogos) não é tão extenso quanto o sul-americano (18 jogos), mas é tão importante quanto. E, no caso de quem tem mata-mata de repescagem pela frente, como teve a França, tudo fica mais dramático e, ao se olhar para trás, epopéico. Portanto, digno de um balancê (não, não quero brincar com você, como diz aquela música…), apesar de todos os terráqueos terem visto que o gol da classificação francesa foi irregular, que a Irlanda foi injustiçada, e etecétera, etecétera… O fato é que Les Bleus se classificaram pro Mundial (e, por extensão, Le Blog também!) e isso em si já é histórico, mesmo que o futebol apresenteado e as escolhas de Raymond Domenech sejam altamente questionáveis, como concordo que o são.

Somando fase de grupos e repescagem, a seleção francesa disputou 12 partidas. Venceu sete, empatou quatro e perdeu uma, ficando invicta em solo próprio – o aproveitamento de 69% dos pontos. Marcou 20 gols e levou 10. Recebeu 13 cartões amarelos e um vermelho. Veja quem mais atuou e balançou as redes nessa campanha, que se estendeu de 6 de setembro de 2008 a 18 de novembro de 2009:

Por ordem de jogos:

1. Bacari SAGNA – 11 partidas, 1001 minutos em campo
     Thierry HENRY – 11 p, 968 min
3. William GALLAS – 10 p, 930 min
     Patrice EVRA – 10 p, 930 min
     Lassana DIARRA – 10 p, 930 min
     Yoann GOURCUFF – 10 p, 759 min    
7. Jeremy TOULALAN – 8 p, 692 min
     Nicolas ANELKA – 8 p, 625 min
     Andre-Pierre GIGNAC – 8 p, 440 min
     Karim BENZEMA – 8 p, 361 min
11. Steve MANDANDA – 7 p, 618 min
      Alou DIARRA – 7 p, 493 min
13. Hugo LLORIS – 6 p, 499 min 
       Franck RIBÉRY – 6 p, 341 min
       Florent MALOUDA – 6 p, 254 min
16. Eric ABIDAL – 5 p, 450 min
       Sidney GOVOU – 5 p, 387 min
18. Sebastien SQUILLACI – 4 p, 381 min
       Julien ESCUDÉ – 4 p, 279 min
20. Gael CLICHY – 2 p, 180 min
21. Peguy LUYINDULA – 2 p, 132 min
22. Mowssa SISSOKO – 2 p, 118 min
23. Samir NASRI – 2 p, 91 min
24. Rod FANNI – 1 p, 90 min
25. Philippe MÉXÈS – 1 p, 90 min
26. Jean-Alain BOUMSONG – 1 p, 90 min
27. Bafetimbi GOMIS – 1 p, 11 min     
28. Mathieu FLAMINI – 1 p, 1 min 

Por ordem de gols:

1. Andre-Pierre GIGNAC – 4 gols em 8 partidas (média de 0,5)
2. Thierry HENRY – 4 g em 11 p (0,36)
3. Franck RIBÉRY – 3 g em 6 p (0,5)
4. Nicolas ANELKA – 3 g em 8 p (0,37)
5. Karim BENZEMA – 2 g em 8 p (0,25)
6. William GALLAS – 2 g em 10 p (0,2)
7. Sidney GOVOU – 1 g em 5 p (o,2)
8. Yohann GOURCUFF – 1 g em 10 p (0,1)

**Nesta sexta tem jogão!**
Sim, e é claro que não me refiro à segunda divisão francesa, que normalmente tem rodada às sextas. Amanhã, Olympique de Marselha e Paris Saint-Germain fazem o clássico da 10ª rodada do Campeonato Francês, adiado na ocasião por causa da gripe suína no elenco parisiense. Como vou trabalhar neste feriado de Consciência Negra + fim de semana, Le Blog não parará suas máquinas (= meus dedos)!

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009 Eliminatórias da Copa, Seleção francesa | 21:01

O dia da glória chegou!

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“Allons, enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivée!”. Assim começa o hino francês, a Marselhesa: “vamos, filhos da pátria, o dia da glória chegou!”. Depois de 210 minutos de nervossísima repescagem contra a Irlanda (90 em Dublin + 120 em Saint-Denis), o placar agregado de 2 a 1 favoreceu quem tinha mais peso, com presença nas últimas três Copas, duas finais e um título mundial no currículo. A França está na Copa do Mundo de 2010. Graças muito mais à mão esquerda de Henry do que aos seus dois pés. Vamos ao desenrolar do drama:

Houve uma mudança no time titular em relação à escalação que se previa ontem: Escudé e não Squillaci foi quem formou a dupla com Gallas. Mas alguma coisa dizia que era para Squillaci jogar: logo aos 8 minutos, Escudé sobe junto com Evra e leva um choque no rosto, que sangra. Ele tem de sair, e o reserva imediato era o colega de Sevilla supracitado.

Como quem precisava da vitória de qualquer jeito eram os irlandeses, o jogo começou muito mais no campo da França, que tentava não se deixar acuar. Várias bolas foram alçadas diante de Lloris, que fez uma bela intervenção aos 23 minutos. Dois minutos depois, Doyle foi atrapalhado no cabeceio por Sagna mas causou perigo, pois a bola passou perto.

Entretanto, a solidez defensiva que se anunciava nos Bleus foi por água abaixo aos 33: Duff faz boa jogada pela esquerda, vai à linha de fundo e acha Keane sozinho na marca do pênalti, que só tem o trabalho de tirar do alcance de Lloris: 1 a 0. Apreensão total no Stade de France, já que o placar, igual ao da partida da ida, leva a decisão para a prorrogação.

A execução da Marselhesa (AFP)

A execução da Marselhesa (AFP)

No restante do primeiro tempo, nada de chances reais de gols para nenhum lado e pulga atrás da orelha da torcida francesa. Porém, pela TV deu para perceber que os espectadores em Saint-Denis mantinham a confiança, balançando as flâmulas e lenços azuis. Mas logo no comecinho da segunda etapa, por muito pouco a Irlanda não ampliou, quando O’Shea aproveitou rebatida de escanteio e, sozinho, finalizou por cima, do meio da grande área.

Com muitas dificuldades para se aproximar da área rival, a França via seu adversário jogar melhor e estar mais perto do segundo gol quando Raymond Domenech colocou Govou no lugar de Gignac, aos 11 minutos. Pensei o mesmo que o comentarista Sílvio Lancelotti, da ESPN: por que não Benzema?

Aos 16, dois lances de arrepiar, um para cada lado: Duff recebe sozinho na intermediária, avança e chuta para excelente defesa de Lloris. Os franceses contra-atacaram e Henry teve boa chance na área irlandesa, sendo travado por dois zagueiros na hora H.

Com 24, Gourcuff emendou de fora da área, mas ela desviou na zaga e saiu; dois minutos depois, Anelka perdeu boa oportunidade de cabeça. Por sua vez, a Irlanda quase matou a parada novamente em bola enfiada para Keane, que chegou a driblar Lloris mas deixou a bola escapar pela linha de fundo, para desespero dos colegas.

No tempo regulamentar, o cenário foi esse (AFP)

No tempo regulamentar, o cenário foi esse (AFP)

Sem organização, a França começava a se exasperar e, com isso, ceder perigosos espaços aos visitantes. Sagna estava num dia ruim, deixando brechas na marcação e cruzando errado sempre que chegava ao ataque. Domenech queimou sua última substituição colocando Malouda no lugar de Gourcuff, deixando Benzema na mesma condição de torcedor dos ex-selecionáveis Zidane e Barthez e do presidente Sarkozy. A última chance dos donos da casa seria com Henry, que cruzou na pequena área, Given soltou, mas não havia quem empurrasse para o gol. Não teve jeito: prorrogação!

Quem pensava que o medo de tomar gol paralisaria as duas seleções no “extra-tempo”, enganou-se. Boas oportunidades foram criadas, aumentando a tensão de todos, e sinceramente acho que o lance de Anelka driblando Given e caindo foi pênalti, embora o árbitro sueco discordasse. Govou chegou a balançar as redes, mas estava impedido.

Aos 14 do 1º tempo da prorrogação, viria o lance capital do jogo: Alou Diarra levanta na área da Irlanda, a bola passa por quase todo mundo, Henry “domina” com a mão esquerda (se não o fizesse, ela sairia), toca para o meio da pequena área, e Gallas só escora de cabeça com Given vendido: 1 a 1. Festa imensa francesa, reclamação acintosíssima irlandesa, afinal Martin Hansson validou o gol.

Nos últimos 15 minutos, os anfitriões se retraíram, não tiveram vergonha de dar chutões e ainda perderam um gol praticamente feito com Govou. Não precisou, porque o empate seria o bastante. Fim de partida e glória assegurada até junho de 2010!

Mas na prorrogação, acabou assim (AFP)

Mas na prorrogação, acabou assim (AFP)

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