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Arquivo da Categoria Brasileiros contra a França

terça-feira, 21 de abril de 2015 Brasileiros contra a França, Brasileiros na França, Torneios europeus | 23:00

Carrasco Neymar enterra mais um projeto europeu do PSG

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Njr sobe livre, leve (como sempre foi) e solto entre Marquinhos e Van der Wiel pra fechar o placar na Catalunha

Njr sobe livre, leve (como sempre foi) e solto entre Marquinhos e Van der Wiel pra fechar o placar na Catalunha

O Paris Saint-Germain tinha quase o que poderia escalar de melhor (exceções feitas aos Thiagos lesionados, Silva e Motta), confiava no retorno de seu principal homem gol, mas nem com Ibrahimovic foi capaz de evitar uma nova derrota e a consequente eliminação (mais uma, assim como na Champions 2012/13) pelo Barcelona na Liga dos Campeões da Europa.

Ainda no primeiro tempo, Neymar fez os dois gols que decretaram o placar no Camp Nou, decidindo as quartas de finais entre o clube catalão e o bicampeão francês. O primeiro após exuberante jogada de Iniesta, que veio fazendo fila desde o campo de defesa e serviu com afeto para o brasileiro driblar Sirigu, e o segundo depois de cruzamento na medida do ~parça~ Daniel Alves, que cabeceou sem chance de defesa para o goleiro italiano.

O atacante ex-Santos marcou 5 vezes no PSG nesta Uefa Champions League, se tornando o maior carrasco do clube em sua história na competição. Que pelo terceiro ano seguido viu o projeto de grandeza continental ruir na caminhada entre os mata-matas. Aliás, hoje, em Barcelona, não teve o que fazer diante da superioridade adversária, como analisaram o blogueiro Marcelo Bechler, com foco no Barça, e o amigo Vinicius Ramos, seguidor do Parri, mesmo dessa vez ninguém cometendo erros individuais graves, como fizera David Luiz na semana passada.

Como eu disse na quarta passada, o que resta para o Paris, que são a Ligue 1 e a Copa da França, não empolgam muito – afinal, cadê a novidade e o gostinho diferente dessas conquistas? Porém, se faturar ambos, se tornará o primeiro francês desde sempre a copar geral, com a tríplice coroa, já que venceu a Copa da Liga Francesa no início deste mês.

Voltando à UCL, ainda temos o Monaco pra torcer contra os prognósticos amanhã diante da Juventus, vamos ver se rola uma disputa intensa pelo menos!

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sábado, 28 de março de 2015 Brasileiros contra a França, Seleção francesa | 00:14

No palco de 98, Brasil quebra série invicta francesa

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Decepção. é claro, dando o tom da saída de campo em Saint-Denis (menos para Galvão Bueno e cia. pacheca...)

Decepção. é claro, dando o tom da saída de campo em Saint-Denis (menos para Galvão Bueno e cia. pacheca…)

Ontem (publiquei ainda na sexta, mas o fuso horário do blog é 1h na frente…rs), Dunga e Deschamps voltaram a se enfrentar no Stade de France, mas agora como treinadores das seleções que lideraram dentro de campo em 1998.

E diferentemente do que vimos na primeira Copa vencida pela França, desta vez o Brasil prevaleceu, quase repetindo o placar do Mundial. Saiu perdendo (o zagueiro Varane abriu o placar, de cabeça), reagiu, virou e consolidou seu sétimo triunfo nos sete jogos da “nova” era Dunga com o placar de 3 a 1.

Como grafou o jornal L’Equipe em sua manchete da edição de hoje, foi um cartão amarelo para o time de Deschamps, que depois da Copa no Brasil vinha invicto. Começou bem no primeiro tempo, porém não conseguia atacar com a bola rolando, graças à marcação brasileira. E no segundo tempo a superioridade visitante foi marcante, diante da apatia bleu, em que pese estar desfalcado de nomes importantes, como Pogba e Cabaye.

Ok, foi só um amistoso, não há preocupação grande com resultados na preparação para a Euro 2016, para a qual a França, por ser a anfitriã, já está garantida. Domingo já tem novo compromisso, dessa vez contra a Dinamarca, vamos ver se a equipe supera a timidez. E não dá pra dizer que o Brasil deu troco por 1998 e/ou 2006 (como não tinha dado quando voltou a bater os algozes, em 2013, naquele amistoso em Porto Alegre). Copa é outra história e outro peso!

PS: A quem tb não conseguiu ver a partida ao vivo (eu tava voltando de viagem…) e gostaria de revê-la, NESTE LINK é possível baixá-la!

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quinta-feira, 1 de maio de 2014 Brasileiros contra a França, Ex-jogadores, Extracampo | 00:18

Ayrton Senna e o futebol francês

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Parc des Princes, 1994

Parc des Princes, 1994

“Lá vem esse oportunista mequetrefe de novo tentando atrelar um post a uma efeméride distante do foot“, podem pensar os detratores. Mas por mais que pareça forçação de barra uma coluna de futebol francês vir falar de um piloto de Fórmula 1 brasileiro, cuja morte completa 20 anos neste Primeiro de Maio, verás que há conexões sim. Cito duas:

1) Um dos maiores símbolos das vitórias de Senna, que reforçou seu patriotismo e identificação com a torcida francesa, surgiu em consequência da vitória dos Bleus sobre o Brasil na Copa de 1986. A F1 vivia o fim de semana do GP dos EUA, e no seio da equipe britânica Lotus, de motores franceses Renault, Ayrton era minoria (posteriormente esmagada) torcendo pra canarinho naquele confronto das quartas de finais do mundial mexicano.

No sábado, a França eliminou o Brasil nos pênaltis, com Platini rindo e Zico lamentando, como sabemos. No domingo, dia da corrida em Detroit, o futuro tricampeão mundial “se vingou” das piadinhas do seu time ganhando a prova, logo à frente de dois franceses (Jacques Laffite, em quem botou mais de 30 segundos, e Alain Prost, seu futuro desafeto). Após a bandeirada final, pediu uma bandeira brasileira a um torcedor e a ostentou com orgulho no carro, na volta de comemoração. A primeira vez de muitas dessas “ostentações” de “Ayrton Senna do Brasil”.

2) Em 20 de abril de 1994 vimos uma das últimas aparições públicas do piloto antes do fatídico fim de semana do GP de San Marino daquele ano. E foi na capital Paris, no estádio do Paris Saint-Germain! Convidado para dar o pontapé inicial do amistoso entre Brasil versus combinado PSG-Bordeaux, Senna deu aquele totó maroto na pelota, cumprimentou Raí (que atuou como capitão da seleção, embora fosse jogador do clube francês na época) e outros compatriotas (Ricardo Gomes era outro cedido pelo PSG ao time de Parreira), e viu o jogo das tribunas.

Nesse vídeo com lances de gol e narração em espanhol dá pra constatar que o time francês teve os brasileiros Assis (irmão de Ronaldinho Gaúcho, que na época jogava no Sion, da Suíça) e Márcio Santos (então no Bordeaux), o atacante Ginola e o goleiro Lama, que aliás foi muito bem. Mesmo na terra do já consolidado grande rival Prost, Ayrton foi aplaudido pela galera no Parc des Princes. O morno resultado de 0 a 0, no entanto, desagradou o tricampeão. “Isso é como uma corrida sem pódio e sem ultrapassagem”, comparou. Quase três meses depois, a seleção brasileira homenagearia o piloto nos festejos pelo tetra nos EUA, pro Mundial ao qual a França, desta vez, nem conseguiu ir…

Vários especiais sobre os 20 anos sem Senna (meu primeiro ídolo na vida – #quemnunca?) proliferaram na imprensa brasileira, então a quem se interessar recomendo o da revista Warm Up, do pessoal do site Grande Prêmio, liderado pelo jornalista Flávio Gomes. Pra quem curte automobilismo e prefere um jornalismo livre de paixões sobre o tema (como eu), é uma ótima pedida.

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domingo, 9 de junho de 2013 Brasileiros contra a França, Seleção francesa | 21:32

França decepciona e permite que Brasil encerre jejum

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Apática, a seleção bleu não conseguiu manter a escrita dos últimos jogos contra a brasileira, levando 3 a 0 no amistoso de hoje.

Foi a quarta derrota dos comandados por Deschamps nos últimos cinco compromissos, a um ano da Copa que ainda não está assegurada para os franceses. Como publicou o amigo Eduardo Junior, ainda há dúvidas e lacunas na base que o treinador tenta encorpar para o time.

É, haverá bastante trabalho e emoções de uma provável repescagem pela frente!

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Extracampo | 13:12

Foi (e ainda é) um gigante

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Para provar que os franceses não estão aproveitando a aposentadoria ronaldiana para ficar lembrando que o Fenômeno nunca ganhou dos Bleus, a capa da edição especial da France Football desta sexta-feira

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Brasileiros na França, Torneios europeus | 21:10

PSG sobrevive e Lille "se dificulta" na Liga Europa

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Resultados distintos para os franceses nos jogos de ida da fase 1/16 avos, disputada em mata mata.

Sob um frio absurdo de 15 graus negativos em Minsk, capital da Bielorrússia, o Paris Saint-Germain encarou o BATE Borisov. Só de conseguir jogar o tempo inteiro nessa temperatura, qualquer jogador já está de parabéns. Os torcedores também (havia cerca de 4 mil no estádio), porque não podem sair correndo pelas arquibancadas*. Se bem que os europeus estão bem mais acostumados que os brasileiros nesse aspecto…

Com minhocão nas pernas, cacharrel no pescoço, luvas e algumas faixas na testa, o PSG foi escalado por Antoine Kombouaré com Edel; Jallet, Sakho, Camara e Ceará; Chantôme, Clément, Luiyndula e Nenê; Giuly e Erding. O primeiro gol foi dos donos da casa, e brasileiro: do meia Renan Bressan (ex-Atlético de Tubarão-SC e Gomel, da Bielorrússia), aos 15 minutos iniciais.

O empate gaulês viria aos 30, com o turco Mevlut Erding. No segundo tempo, mesmo indo bem, Nenê foi substituído por Maurice, assim como Giuly, que cedeu espaço a Bodmer. Os anfitriões voltaram a crescer no jogo e voltariam a comandar o placar aos 36 minutos, com Gordeychuk, que havia entrado justamente no lugar de Bressan e deu sorte de receber no seu pé o rebote da trave, depois do chute de Volodko, sem goleiro, sem nada na frente.

A última troca no PSG foi Makonda no lugar de Mevlut. Quando nem eu acreditava mas no empate, grata surpresa: aos 43, Makonda fez bela jogada pela esquerda, no limite da grande área, girou e achou espaço para cruzar mesmo com marcação dupla. A bola veio ao encontro da cabeça de Luyindula, livre na frente do goleiro: 2 a 2 e belo resultado pro Parri.

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Enfaixado Nenê observa disputa entre Ceará e Renan (AP)

Em casa, o Lille iniciou o confronto contra o PSV, primeiro time holandês com o qual se deparou na história do torneio. Rudy Garcia escalou Landreau; Emerson, Vandam, Rozehnal e Chedjou; Dumont, Debuchy, Gueye e Obraniak; Frau e Túlio de Melo. Desde os primeiros minutos o LOSC se impôs, dando indício de vitória tranquila em Villeneuve D’Ascq.

Logo aos 5 minutos, em escanteio cobrado, a defesa visitante rebateu para o meio e o senegalês Gueye bateu com felicidade, rasteiro, de peito de pé. Como o goleiro estava com a visão encoberta, ninguém impediu o curso da bola rumo à rede: 1 a 0.

O segundo viria ainda no primeiro tempo. Aos 30 minutos, cruzamento na medida do capitão Debuchy, pela direita, encontrou a testada com a marca do centroavante de Tulio de Melo, corroborando a ótima fase do brasileiro. A etapa final começou com poucas chances agudas e cantoria da torcida do líder do Campeonato Francês, sorrindo à toa com seu Lille Olympique Sporting Club.

Maas… nos minutos finais, veio o castigo do PSV. Bouma e Toivonen, em jogadas aparentemente fortuitas, decretaram a igualdade no marcador com gols aos 38 e 39 minutos do segundo tempo. Agora, o Lille vai ter que buscar a vitória em Eindhoven, em interessante teste para o atual melhor time da França em âmbito doméstico.

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Túlio em um dos seus pontos fortes: o cabeceio (AP)

A nota triste do dia em Lille foi o vandalismo de torcedores do PSV, reprimido por policiais, que entraram em confronto com os baderneiros e prenderam 30 deles. Lamentável o que fazem com o nosso futebol!

*Sim, havia malucos sem camisa na torcida. O que eles teriam bebido?

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Brasileiros na França, Torneios europeus | 19:15

Momento retrô: Quando Ronaldo foi… Ronaldo!

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OK, Ronaldo não somente deu alegrias aos franceses quando os enfrentou. Também lhes causou prejuízo, como na final da antiga Recopa europeia (Copa dos vencedores de Copas, que durou entre 1960/61 e 1998/99) do hoje distante 1997.

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Correu Ronaldo... bateu... adivinha?

No dia 4 de maio de então, em Roterdã, na Holanda, o Paris Saint-Germain foi derrotado pelo Barcelona, com aquela bela camisa verde, por 1 a 0. Gol após cobrança de pênalti sofrido e batido pelo atacante de 20 anos, futuro maior artilheiro das Copas do Mundo. Detalhe: quando Ronaldo partiu para a bola, é possível ver um rojão cruzando a área, como registrou a foto deste post e o vídeo abaixo mostra, mas felizmente ninguém se feriu.

Raí, capitão, e Leonardo, que jogava adiantado, eram os brasileiros do time parisiense dentro de campo. Fora, o comando cabia a um então principiante Ricardo Gomes. A equipe ainda tinha duas referências históricas do clube: o volante/líbero Le Guen, posteriormente treinador do PSG (dirigiu também Camarões na Copa 2010), e o goleiro Lama. Ambos atingiram mais de 300 partidas pelo Parri, entrando no top five da agremiação neste quesito.

Do outro lado, porém, havia um Barça memorável, devo admitir, como se pode ver na ficha técnica lá embaixo. Neste jogo, “apenas” Stoichkov e Giovanni começaram no banco blaugrana, que tinha, como então assistente de Bobby Robson, um tal de José Mourinho…

O vídeo abaixo tem quase 10 minutos de um bom resumo do jogo, provavelmente de alguma tv catalã.

Ficha Técnica – PARIS SAINT-GERMAIN 0 x 1 BARCELONA

Data: 4 de maio de 1997
Local: Feyenoord Stadion, em Roterdã (Holanda)
Público: 52 mil espectadores
Árbitro: Markus Melk (Alemanha)
Cartão amarelo: Fournier, Le Guen e Cauet (PSG); Couto e Peña (BAR)

Gol: Ronaldo, aos 37 minutos do 1º tempo, para o Barça

PSG: Bernard Lama; Laurent Fournier (Jimmy Algerino), Bruno N’Gotty, Paul Le Guen e Didier Domi; Jerôme Leroy, Vincent Guérin (Dely Valdés), Raí e Benoît Cauet; Leonardo e Patrice Loko (Cyrille Pouget). Técnico: Ricardo Gomes

Barcelona: Vítor Baía; Ferrer, Abelardo, Fernando Couto e Sergi; Guardiola, Popescu (Amor), De la Peña (Stoichkov) e Luís Enrique; Luís Figo (Pizzi) e Ronaldo. Técnico: Bobby Robson

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Seleção francesa | 19:53

France 1 x 0 Brésil! Mais uma vitória, lance a lance

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Toma fôlego, Karim, que a comemoração é pra lá de justificada (AP)

Toma fôlego, Karim, que a comemoração é pra lá de justificada, amigo! (AP)

Tabu mantido há 19 anos! Não foi o mais justo, mas foi bem compreensível.

Na primeira etapa, o Brasil foi claramente melhor até a expulsão (besta do ponto de vista do jogador, acertada da parte do juiz) de Hernanes. Antecipou a marcação pro campo francês, criou dificuldades pros Bleus atacarem e rapidamente chegava à grande área adversária. A destacar nos anfitriões, mais a força nos desarmes do que as poucas oportunidades de gol.

(Parêntese: Dizer que Benzema “cavou” a expulsão de Hernanes, como fez Milton Neves, e que o juiz não daria vermelho se quem desse a voadora fosse um francês, como fez Júlio César, é demais heim…)

Com um a mais, os franceses se animaram e foram recompensados com um gol logo no alvorecer da etapa complementar, em ótima jogada de Ménez e oportunismo de “Benzebut” (by Filipe Papini). A confiança mudou de lado, com o time europeu conseguindo criar novas chances e controlando o jogo, dando poucas chances pro Brasil atacar. A partida então permaneceu morna na maior parte do tempo, mesmo com as alterações efetuadas, com uma ou outra oportunidade mais aguda pra ambos os lados.

No fim das contas, a França fez mais faltas, jogou menos bonito e deu sorte por ter tido mais cabeça e eficiência. Que os torcedores, a imprensa e principalmente Laurent Blanc não se iludam…


>> Veja a cronologia dos principais lances no Stade de France:

 
1º tempo

1 min – Daniel Alves arrisca da intermediária. A bola pinga na frente de Lloris, que tem dificuldade para defender em dois tempos
2 min – Robinho leva carrinho de Rami perto do bico da grande área. Hernanes levantou na área e o Brasil ganhou escanteio. O Brasil começa apertando a marcação e roubando a bola no campo adversário
5 min – A França consegue tocar bola no campo de ataque, mas Malouda chuta fraco e torto da intermediária
8 min – Lindo passe de Gourcuff para Benzema, colocando o atacante em ótimas condições para finalizar na entrada da área. O chute cruzado passa perto da trave de Júlio César

Ao menos nisso o Brasil nunca perde... (Mowa Press)

Ao menos nisso o Brasil nunca perde... (Mowa Press)

12 min – Elias rouba bola de Malouda, serve Pato e o atacante chuta colocado com perigo, um pouco acima do travessão
15 min – Malouda arranca bem, mas tromba com André Santos e perde a bola. O francês se machuca após o lance, aparentemente sentindo o rosto, porém volta pro jogo
17 min – Pato dribla Rami em contra-ataque brasileiro e sofre falta na altura da intermediária. Na cobrança de falta, a barreira desvia para escanteio a batida de Dani Alves
19 min – O Brasil tem mais posse de bola e cria mais jogadas ofensivas a partir de rápidos toques
22 min – Dani Alves dribla Alou Diarra, por baixo das pernas, e é obstruído pelo capitão gaulês
24 min – 63% de tempo de bola pros visitantes, que parecem em casa nesse quesito. Mesmo assim, a torcida faz festa com a “ola” e constantes manifestações
27 min – A defesa francesa tem muita dificuldade para levar a bola adiante, em função da adiantada marcação sul-americana. Se o ataque brasileiro tivesse mais capricho, já poderia ter aberto o placar
29 min – Bola na área brasileira, desvio de cabeça passa por cima do gol de Julio Cesar, com perigo
32 min – Sagna chega duro sobre André Santos, que fica caído, e leva advertência verbal
34 min – Belo lançamento de Alves para Pato, que não contava com a falha de Rami no cabeceio e deixou sair
35 min – Nova roubada brasileira, Robinho tem condições de ajeitar e disparar na meia-lua da área. O tiro sai rente ao travessão de Lloris
36 min – Gourcuff cobra falta na área muito fechada no primeiro pau, direto para as mãos do arqueiro brasileiro
38 min – Chutão na defesa brasileira encontra Pato na lateral, mas o contra-ataque é desarmado por ótima intervenção “carrinhística” de Mexès
*39 min – Benzema recebe de costas pro gol, na intermediária, chapela Lucas, tenta chapelar Hernanes de joelho e leva um chute de sola na lateral do peito. Vermelho pro brasileiro da Lazio, inconsequente num lance totalmente sem perigo!
42 min – Menez arranca em direção à linha de fundo e bate cruzado com perigo na direção da área. Julio Cesar faz ponte para espalmar
43 min – A França sente o bom momento e se empolga, mas para sorte brasileira a primeira etapa está acabando
46 min – Wolfgang Stark aponta o centro de campo, diz o galvânico

2º tempo

0 min – Times voltam sem substituições
2 min – Benzema recebe cruzamento de Malouda, sozinho, mata no peito e bate forte. A bola explode no peito/mão de David Luiz e o Brasil se safa
6 min – David rouba bola, avança no campo de ataque e serve Pato. O atacante tenta passar “por cima” do zagueiro francês e a bola sobra para Lloris
**9 min – Ménez arranca belo lado direito do ataque, passa por Robinho e André Santos, vai à linha de fundo e cruza rasteira. A bola passar por Julio e acha Benzema perto do segundo pau. O camisa 10 só empurra pras redes e corre pro abraço, 1 a 0!
10 min – Outra jogada pela direita do ataque gaulês, Sagna cruza, Gourcuff disputa com brasileiro no alto, ela cai na cabeça de Benzema. A testada iria pro gol não fosse a excelente espalmada de Julio Cesar
12 min – Ménez sente o momento favorável, dribla bonito e sofre falta perto do bico da área
13 min – O Brasil troca: Jadson substitui Renato Augusto, desaparecido no 2º tempo
15 min – Benzema chuta cruzado, dentro da área, pelo chão, e Julio Cesar rebate com a perna
15 min – A França troca: sai M’vila, vem Diaby
17 min – Escanteio pro Brasil, David Luiz ganha por cima mas cabeceia muito longe do gol
19 min – Mexès breca contra-ataque com falta em Pato. Robinho reclama demais pedindo amarelo pro francês que ele mesmo é advertido com o cartão
21 min – Ménez erra lance e, na saída brasileira, chega forte em carrinho pra cima de David. Amarelo pro romanista
23 min – Blanc mexe de novo: Menez, recém-amarelado, deixa o jogo para a entrada de Rémy
24 min – Mano idem: Sandro vem, Robinho vai
25 min – Inversão na posse de bola: França 51%, Brasil 49%
28 min – Benzema parte em velocidade pela esquerda, chega à entrada da área e tenta cruzar no segundo pau. A bola faz curva na direção do gol e quase trai Julio Cesar
31 min – A França segura a bola no campo de defesa até irritar a torcida
32 min – Em ultrapassagem pela esquerda, André Santos chega chutando cruzado rasteiro. Pra sorte de Lloris, Pato não consegue acompanhar o lance
36 min – Brasil toca a bola na defesa sem conseguir chegar a ataque
38 min – Após desarmar perigoso ataque brasileiro pelo meio, a França chega com Benzema, que faz boa jogada pela esquerda mas escorrega na hora de cruzar e manda longe
39 min – Hulk substitui Pato no Brasil
40 min – Cabaye e Gameiro substituem Gourcuff e o ovacionado Benzema no Stade de France
43 min – André, o novo Girondino de Bordeaux, está em campo. Elias, não mais
44 min – Hulk recebe pelo passe na área de Jadson, mas dominou errado e a bola ficou mais para Lloris, que abafou na dividida
47 min – Rémy puxa contra-ataque, entra na área e chuta cruzado. Com Gameiro longe, Julio Cesar só acompanha a bola sair
48 min – Acabooou!

Karembeu, o pé-quente Zidane e uma senhora distinta

Karembeu, o pé-quente Zidane e uma senhora distinta

FICHA TÉCNICA – FRANÇA 1 x 0 BRASIL

Árbitro: Wolfgang Stark (Alemanha)
Assistentes: Jan Hendrik Salver e Detlef Scheppe (ambos da Alemanha)
Cartões amarelos: Ménez (França) e Robinho (Brasil)
Cartão vermelho: Hernanes (Brasil)

Gol: Benzema, aos 9 minutos do 2º tempo, para a França

FRANÇA: Hugo Lloris; Bacay Sagna, Philippe Mexès, Adil Rami e Eric Abidal; Alou Diarra, Yann M’vila (Abou Diaby), Yoann Gourcuff (Yohan Cabaye), Florent Malouda e Jérémy Ménez (Loïc Rémy); Karim Benzema (Kevin Gameiro). Técnico: Laurent Blanc

BRASIL: Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas, Elias (André), Hernanes e Renato Augusto (Jadson); Robinho (Sandro) e Alexandre Pato (Hulk). Técnico: Mano Menezes

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Brasileiros contra a França, Copa do Mundo, Ex-jogadores, Seleção francesa | 17:55

France vs Brésil: História é o que não falta

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Quarta-feira agora, cotidianamente conhecida como amanhã, as seleções masculinas de futebol de França e Brasil farão o 14º confronto desde sempre. A vantagem é ligeiramente brasileira: cinco vitórias, contra quatro francesas (21 gols canarinhos, 18 bleus). Foram quatro empates também, o que permite enxergar bastante equilíbrio no retrospecto.

Se bem que, nos últimos cinco embates, nada de vitória brasuca – a última foi há quase 20 anos, em 1992. De todos os participantes do jogão que se aproxima, cinco são os personagens que já disputaram um França x Brasil: Laurent Blanc, Eric Abidal, Alou Diarra, Florent Malouda e Robinho. O único francês que perdeu foi o técnico, quando era jogador, ainda no século 20…

Eis os duelos:

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"Para a eternidade", sobre 12/07/1998 (Zidane, Djorkaeff e Petit na foto)

01/07/2006França 1 x 0 BrasilCopa do Mundo (Alemanha)
Apesar da desvantagem histórica, a última lembrança, entretanto, é doce para os europeus e catastrófica para os sul-americanos. A maestria de Zinedine Zidane e o gol de Thierry Henry em Frankfurt classificaram a França para a semifinal, mandando o Brasil de Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká para casa na Copa. Quer rever os melhores momentos? Vídeo no pé do post! (com Galvão Bueno é mais gostoso…)

20/05/2004 – França 0 x 0 BrasilAmistoso (Saint-Denis)
Comemoração do centenário da Fifa, com os então campeões do mundo e da Europa em campo. Uniformes à moda antiga, pompa e circunstância, mas nada de gols, até porque Grégory Coupet foi muito bem.

07/06/2001Brasil 1 x 2 FrançaCopa das Confederações (Suwon, Coreia do Sul)
Semifinal do torneio ocorrido um ano antes do Mundial asiático. Pirés abriu o placar, Ramon empatou para a seleção de Emerson Leão (que tinha Leomar, Carlos Miguel, Robert e outros craques) e Desailly deu a vitória aos franceses.

12/07/1998 – França 3 x 0 BrasilCopa do Mundo (Saint-Denis) 
Eis que o mundo da bola conhece e reverencia Zizou – premiado, dias atrás, com o Laureus por sua carreira no esporte – autor de dois gols e vencedor de um duelo que não houve com Ronaldo, na época ainda Ronaldinho. Petit fechou o caixão do time do mestre Zagallo (veja o que o ex-volante faz da vida hoje). No último domingo, a edição impresa do L’Équipe relembrou o fato. O vídeo está lá no pé (tem Galvão? mas é claro!)

03/06/1997 – França 1 x 1 BrasilTorneio da França (Lyon)
Partida inaugural do mini-campeonato, que reuniu ainda Inglaterra (a campeã) e Itália. Roberto Carlos abriu o placar com aquela célebre bomba que fez uma impressionante curva para vencer Barthez. No segundo tempo, o empate veio com o obscuro Marc Keller, atacante que passou por clubes medianos nos anos 1990 e atualmente é dirigente do Monaco. Em seis jogos pelos Bleus, seu único gol foi aquele propiciado pelo rebote de Taffarel.
 
26/08/1992 – França 0 x 2 Brasil Amistoso (Parc des Princes, Paris)
Não me lembro deste jogo (tinha 10 anos na época…), nem achei vídeo no YouTube. Os Bleus, que tinham demitido Michel Platini do comando da equipe quase dois meses antes, foram comandados por Gerard Houllier, com Aimé Jacquet como preparador físico. O time já tinha os futuros campeões mundiais Blanc, Deschamps e Petit, assim como Papin e Ginola lá na frente. 

 
 

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Platini precedeu Zidane no posto de "francês mais odiado pelos brasileiros no futebol"

21/06/1986 Brasil 1 (3) x 1 (4) França Copa do Mundo (México)
Embora o estádio Jalisco tenha sido o principal palco do tricampeonato mundial em 1970, a última aparição canarinho por lá em Copas teve sabor amargo para a torcida brasileira: no duelo dos craques de então, Michel Platini deixou Zico para trás nas quartas-de-finais em Guadalajara, quando o Galinho perdeu pênalti, defendido por Joel Bats, que alteraria o placar de 1 a 1 no tempo normal e poderia ter evitado a posterior disputa por penalidades. Platini marcou o único gol sofrido pelo Brasil na Copa nos 90 minutos regulamentares. 
 
15/05/1981 – França 1 x 3 Brasil – Amistoso (Parc des Princes)
Zico, Reinaldo e Sócrates decretaram a vitória brasileira, com Didier Six descontando perto do final para os Bleus, que tinham Jean Tigana, hoje técnico do Bordeaux, naquele grupo.

01/04/1978 – França 1 x 0 Brasil – Amistoso (Parc des Princes)
Michel Platini decidiu aos 41 minutos do 2º tempo.
 
30/06/1977
 – Brasil 2 x 2 FrançaAmistoso (Maracanã, Rio de Janeiro)
Edinho e Roberto Dinamite deixaram os brasileiros em vantagem, mas Didier Six e Marius Trésor igualaram o placar final. Platini jogou os 90 minutos, assim como Bernard Lacombe, então atacante e posteriormente treinador e dirigente do Lyon.

28/04/1963França 2 x 3 BrasilAmistoso (Olympique des Colombes, Paris)
Os três gols brasileiros constam no currículo de um tal de Edson Arantes do Nascimento…

24/06/1958 – Brasil 5 x 2 FrançaCopa do Mundo (Suécia)
Just Fontaine, artilheiro do Mundial com incríveis 13 gols em 6 jogos (recorde até hoje), fez um dos gols franceses em Estocolmo. Raymond Kopa deu passe para os dois tentos gauleses. Mas Pelé, três vezes, Vavá e Didi arruinaram o sonho europeu de chegar à final. No YouTube dá para assistir a essa relíquia histórica, dividida em várias partes (procure por “World Cup 1958 Full Game Semifinal Brazil vs France”).

01/08/1930 – Brasil 3 x 2 FrançaAmistoso (Laranjeiras, Rio de Janeiro)
Primeiro duelo da história, vitória dos anfitriões de virada.

*Mais curiosidades sobre Brasil x França, como as comparações dos valores de passe de todos os jogadores convocados pro jogo de amanhã, você acha no blog Futebol em Números, do iG.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011 Brasileiros contra a França, Seleção francesa | 22:54

France vs Brésil: A convocação "deles"

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Aqui é Les Bleus, certo?

Pois bem: hoje o Mano chamou os manos pro jogaço do dia 9 de fevereiro, no épico Stade de France. Gostaria eu de ver Nenê na lista, comprovando rumores que ganharam a mídia recentemente, mas o meia do PSG, perto dos 30 anos, destoa do projeto de juventude para a Copa 2014 que o técnico já coloca em prática nas suas convocações. Pena, heim?

Ronaldinho Gaúcho talvez fosse chamado – retornou contra a Argentina, o primeiro dos rivais cascudões – se não tivesse voltado ao Brasil neste começo de ano, pois a relação brasileira descartou os jogadores daqui, ainda em começo de temporada. Kaká poderia ser lembrado, afinal voltou a disputar uma sequência de jogos no Real Madrid, mas parece ainda ser pouco para os critérios manísticos. Neymar não poderia, pois está com a seleção sub 20 e de lá correrá pra defender o Santos na estreia pela Libertadores. Melhor assim então…

Vamos aos nomes brasileiros, lembrando que a “nossa” convocação será anunciada por Laurent Blanc no dia 3, quinta da semana que vem, por volta das 11h de Brasília (em Paris, tão ou mais bonita e turística do que o Rio de Janeiro, palco do anúncio de hoje…):

GOLEIROS – Julio Cesar (Internazionale), Gomes (Tottenham) e Neto (Fiorentina)

LATERAIS – Daniel Alves (Barcelona), Rafael (Manchester United), André Santos (Fenerbahçe) e Marcelo (Real Madrid)

ZAGUEIROS – Thiago Silva (Milan), David Luiz (Benfica), Breno (Bayern) e Luisão (Benfica)

MEIO-CAMPISTAS – Lucas (Liverpool), Sandro (Tottenham), Elias (Atlético de Madrid), Ramires (Chelsea), Anderson (Manchester United), Hernanes (Lazio), Jadson (Shakhtar Donetsk) e Renato Augusto (Leverkusen)

ATACANTES – Robinho (Milan), Alexandre Pato (Milan), André (Dínamo de Kiev) e Hulk (Porto)

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